@moacirmoda isso. e ele nao precisa necessariamente dominar negocios e produto (é a amplitude do T dele). mas ele precisa estar inserido bem no contexto. e isso ja acontecia antes: muito dev bom ja ia conversar com "cliente", com "stakeholder".
Gostei demais dessa imagem do blog do martin fowler. IA nao é apenas um novo layer de abstracao em cima de linguagens e frameworks: ela está meio que paralela. e o jogo vai ficar ainda mais confuso quando um invocar o outro: todo mecanismo de software ficar "streamable".
Onde o codigo estático gera prompts que geram codigo estatico e alteram o proprio estatico que gerou prompt. com o ambiente de execucao misturado com o ambiente de codificacao numa meleca Alan Kay brutal. Dados, inputs, memória, código... com o mesmo peso e de difícil diferenciação.
Real software engineers won't approve, but hear me out:
Database first. Front-end and back-end second.
If you can't make a good database design, that feature shouldn't be in your app. At least you saved yourself the frontend and backend time.
𝗦𝗼𝗳𝘁𝘄𝗮𝗿𝗲 𝗔𝗿𝗰𝗵𝗶𝘁𝗲𝗰𝘁𝘂𝗿𝗲 𝗣𝗮𝘁𝘁𝗲𝗿𝗻𝘀
Software design defines a system's architecture to meet requirements, creating blueprints for development teams. Over time, reusable architecture patterns have emerged that reduce complexity, increase maintainability, and speed development.
The most crucial software architecture patterns are:
𝟭. 𝗟𝗮𝘆𝗲𝗿𝗲𝗱 𝗔𝗿𝗰𝗵𝗶𝘁𝗲𝗰𝘁𝘂𝗿𝗲: Divides applications into logical layers (Presentation, Business, Data Access) with specific responsibilities. Promotes separation of concerns and easier maintenance.
𝟮. 𝗠𝗶𝗰𝗿𝗼𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰𝗲𝘀: Decomposes applications into small, independent services communicating via APIs. Each implements a single business capability and can be independently deployed, enabling team autonomy and continuous delivery.
𝟯. 𝗘𝘃𝗲𝗻𝘁-𝗗𝗿𝗶𝘃𝗲𝗻: Uses events for asynchronous communication between components. The system doesn't wait for event handling to complete before continuing, making it ideal for real-time applications requiring high scalability.
𝟰. 𝗦𝗽𝗮𝗰𝗲-𝗯𝗮𝘀𝗲𝗱: Uses independent "spaces" as autonomous units across multiple servers. Eliminates single points of failure in high-volume systems and overcomes data bottlenecks and network latency.
𝟱. 𝗠𝗶𝗰𝗿𝗼𝗸𝗲𝗿𝗻𝗲𝗹 (𝗽𝗹𝘂𝗴-𝗶𝗻 𝗮𝗿𝗰𝗵𝗶𝘁𝗲𝗰𝘁𝘂𝗿𝗲): Provides minimal core functionality with additional services as separate modules. Developers can modify components without impacting core functionality, which is ideal for applications requiring customization.
𝟲. 𝗖𝗤𝗥𝗦 (𝗖𝗼𝗺𝗺𝗮𝗻𝗱-𝗤𝘂𝗲𝗿𝘆 𝗥𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝘁𝘆 𝗦𝗲𝗴𝗿𝗲𝗴𝗮𝘁𝗶𝗼𝗻): Separates read and write operations into distinct models. Improves performance and scalability in complex domains by optimizing each path independently.
𝟳. 𝗛𝗲𝘅𝗮𝗴𝗼𝗻𝗮𝗹 (𝗣𝗼𝗿𝘁𝘀 𝗮𝗻𝗱 𝗔𝗱𝗮𝗽𝘁𝗲𝗿𝘀): Isolates business logic from external concerns. Allows applications to be driven by various sources and developed independently from runtime dependencies.
Selecting the correct pattern depends on your specific requirements and constraints. Real-world applications often combine multiple patterns to address different aspects of system design.
#technology #softwareengineering #programming
𝗔𝗣𝗜 𝗟𝗲𝗮𝗿𝗻𝗶𝗻𝗴 𝗥𝗼𝗮𝗱𝗺𝗮𝗽
Whether you're a beginner or an experienced developer looking to learn about API, this comprehensive API learning roadmap will guide you through the key concepts and technologies you need to master.
Read more in the thread:
🧵
#softwareengineering #programming #api
Enum-Based Strategy Pattern Java
- The Enum-Based Strategy Pattern is best suited for scenarios where the set of strategies is fixed and won't change at runtime.
- Enum based patterns are good for simplicity, readability and conciseness.
João Fonseca says his idols are Roger Federer and Guga Kuerten, ‘Guga is not only my idol as a player, but as a person’
“Who were your favorite athletes growing up and who are your favorite athletes now? Is there a tennis player that you have tried to model your game after?”
João: “That I tried to model my game? I
mean, my idol always was always Roger. I grew up watching Roger. Of course, I think everyone wanted to play like him. But I even tried, when I was younger, the one-handed backhand. I tried for, like, one week, and then I have something in my
elbow, and then I forgot, I'm going to go two-handed again (smile). 😂 But, yeah, he is an idol for me. He inspires me. Guga, of course, the Brazilian one, he's not only my idol as a player, but as a person. He's such a nice person. I could meet him, and yeah, I think those two are my idols.” ❤️
(via Australian Open Press)
A ⭐️ is born.
Brazil have a new Fenômeno and his name is Joao Fonseca!
The 18-year-old qualifier beats No.9 seed Andrey Rublev 7-6(1) 6-3 7-6(5)
@wwos • @espn • @eurosport • @wowowtennis • #AusOpen • #AO2025
O Google Drive, com 800 milhões de usuários, é a maior plataforma de armazenamento de dados do mundo.
Mas poucos realmente sabem como usá-lo da melhor forma.
Aqui estão 8 truques secretos que você provavelmente desconhecia (até agora):
Gol do Júnior Santos visto por um ângulo inédito.... Feito na torcida do Galo por um torcedor do papão que só conseguiu ingresso do lado de lá
@mathmsilva7
Absolute Cinema !!!!
"Eu pensei em 200 temas pra esse texto. É minha primeira vez, tô um pouco nervoso. São 27 anos de carreira, 46 de amor absoluto e descontrolado por futebol. E nesse tempo todo eu só não escrevi ou falei sobre um grande título seu.
Eu me acostumei com seu pessimismo, com suas derrotas e sua frustração. Me adaptei a ter que te compreender quando não estava presente ou quando duvidava do impossível sem notar que o que chamo de “absurdo” você chama de rotina.
Eu senti, algum dia, pena de você, botafoguense.
E nessas últimas semanas eu entendi que não era pena, mas sim respeito por nunca ter sido testado como você. Meu amor é fácil, sempre foi. Nunca foi colocado a prova.
E depois de tudo que esses 130 anos registraram criando frases como “as coisas que só acontecem com você”, você me surpreendeu.
Porque eu esperava tudo do Botafogo, até mesmo o título. Mas eu não esperava que vocês fossem busca-lo. Achei que era um estágio da relação onde, talvez, se te trouxessem na porta de casa, vocês considerariam repensar.
E quando foi colocado a venda os ingressos eu fui um dos que não entendi muito bem o que estava sendo dito. Esgotados? O Botafogo? Porque? Como? Não é racional e nem instintivo investir de novo com tanta perda e tanta dor.
Os dias foram passando, os botafoguenses foram surgindo de bueiros e tomando a América, literalmente. Caceta, eles vão se expor de novo? E dessa vez em maioria? Porque?
Me senti entre o bom senso e a inveja. Por bom senso eu não faria loucuras por um clube que me frustrou tanto. Mas eu invejo imensamente quem agora está abraçado ao seu pai comemorando o que os dois acharam que não veriam juntos. Porra, tua Libertadores foi mais comemorada que as minhas.
Você tem duas formas de “vencer” uma briga. Ou você bate ou você apanha até o limite e se levanta pedindo mais um round. Os dois impressionam.
A toalha já foi jogada no ringue e você sempre chutou ela de volta. Já acabou, sai daí! Você vai se machucar, porra.
E você ficou. Burro, louco, masoquista, sei lá eu que porra é essa.
De onde vocês tiraram fé pra tomar a Libertadores de assalto? Porque foi isso. Vocês ganharam há 20 dias quando deixaram claro quem era o favorito e quem era o azarão. Vocês invadiram outro país, ignoraram os fatos e foram otimistas, sortudos, maioria…
Cadê meu Botafogo?
E agora eu não encontro palavras porque nunca as treinei. Passei 90 minutos olhando pra TV procurando o herói do jogo, o lance, a história pra contar. E nada, nem mesmo o monstruoso Luiz Henrique, me impressionou mais do que você.
A covardia me revolta. O que a vida faz com o botafoguense é covardia.
Precisava expulsar aos 30 segundos? Precisava. Porque você tinha que exorcizar o fantasma do “vai perder de novo”.
Precisava o gol do Galo no tranquilo 2×0? Precisava. Pra você confirmar que nem todo contratempo vai virar uma derrota sempre.
Precisava do gol no final? Sim, pra você ver que nem sempre será com o seu goleiro no chão.
O título do Botafogo teve vinte e poucos coadjuvantes e milhões de protagonistas.
Tendo a procurar quem te deu o título da Libertadores. Mas pra ser justo de verdade, “jogadores vem e vão”, e quem ficou foi você.
Cara, eu nem te conheço. Nem sei como você veio parar aqui nesse blog hoje. Mas saiba que te admiro, te respeito e de certa forma te invejo. Meu amor é frágil perto do seu embora seja também incondicional.
Mas nunca me deram condições pra testa-lo. Você teve todas, as mais dificeis, e agora “vai festejar”. Nao o meu sofrer ou penar, mas a sua impressionante capacidade de suportar o que talvez outros também suportariam. Mas que ninguém pode afirmar, só você.
Hoje eu queria ser botafoguense.
Parabéns. Vivam o melhor e mais justo dia de vossas vidas.
Rica Perrone"
40 Mil na Argentina só teve um.
Lotar dois estádios só teve um.
Colocar tirantes no Monumental (nem a barra do River pode fazer) só teve um.
Vencer uma Copa Libertadores saindo da pré (no modelo atual) e ganhar a taça jogando 100 minutos com 10, só teve um.
BOTAFOGO. Só ele.