@HistoriaNoPaint O que a Bélgica fez com Lumumba é uma das coisas mais nojentas que a Humanidade já produziu. Bélgica deveria ser sempre lembrado pelo o que fez com o Congo, da mesma forma que a Alemanha é pelo Holocausto.
@FilipeTois Fazendo uma análise criteriosa, a questão é as verbas de publicidade, agora a Globo divide a atenção do mercado com Alphabet e Meta. Além da concorrência nos streamings, pois o Globoplay é local e os outros mundiais, escalas de produção e custos (câmbio) impacta.
@DanPimpao Fazendo uma análise criteriosa, a questão é as verbas de publicidade, agora a Globo divide a atenção do mercado com Alphabet e Meta. Além da concorrência nos streamings, pois o Globoplay é local e os outros mundiais, escalas de produção e custos (câmbio) impacta.
E antes que lancem a carta: “Você está sendo higienista!”, focamos nossa fúria em fiscalizar essas internações, pq da mesma forma que é errado a sociedade pagar por corrupção em bancos, também é errado abrirmos mão de nossa sensação de segurança coletiva devido a fatalidades familiares que todos estamos sujeitos.
@BrunnoMeloCBN O direito de ir e vir deve ser respeitado, e infelizmente a RUA DEVE SER DE TODOS! Não podemos ficar reféns dos casos de pessoas adoecidas por drogas e/ou com problemas mentais. É um risco a coletividade! Obs.: Não vou votar em Celina, mas estou de acordo com essa proposta.
@HistoriaNoPaint E o Ministério da Cultura não busca fazer uma política de soft power forte para o Brasil. Poder cultural traz dinheiro para o país, e ainda mais, proteção contra tentativas que busquem derrubar governos...
@Contextogeo Eu espero que tenhamos realmente aquele espírito agressivo que se mostra quando somos ameaçados.... Como fizemos no Paraguai e Itália... Nos acomodamos demais, infelizmente.... Tem vezes que a melhor defesa, é o ataque!
@Contextogeo Getúlio é o primeiro brasilianista na minha humilde opinião. Longe de jogo simplista Esquerda vs Direita. Queria tanto detalhes da conferência de Potengi e sua relação com FDR.
@flowerdeinertt Amiga, se o burrão do nosso Ministério da Cultura criasse uma política pública de soft power eficiente para o Brasil, iríamos longe na LATAM, ou AMELA, como prefiro chamar.... Nosso futuro é aqui na Costa Atlântica da África, não na Europa ou Ásia-Pacífico ou EUA