Viralizou na Argentina um vídeo feito por IA onde debocham daqueles que dizem que a seleção comprou a Copa!
No vídeo, todos os argentinos se unem para usarem o dinheiro de suas economias em prol de algo maior: pagar o presidente da FIFA pelo título da Copa do Mundo.
Renato Gaúcho:
"Goleiro meu não pode ser capitão! Uma exceção seria se eu fosse treinar o São Paulo na época do Rogério Ceni. Aí não dá pra bater de frente."
📽️VascoTV
Ceni usava calça inspirado no Zetti. Em tese, era o terceiro reserva… e ganhou a confiança da torcida batendo faltas.
Só quem viveu sabe a sensação: falta para o São Paulo, ele atravessava o campo inteiro… e o estádio já levantava antes mesmo da cobrança.
Era diferente.
Era o começo do M1TO.
Foi bom ter visto.
#spfc
Quem critica Rogério Ceni não aguentaria 5 minutos de Telê Santana
É super cool hoje dizer que gosta do Telê, mas ele era exatamente isso : um chato que sempre cobrava o melhor para o futebol
Melhores gramados, arbitragens, antidoping, fair play, futebol bem jogado..
Nada casuístico, sempre em favor do todo
Rogério Ceni é o maior herdeiro do Telê nesse quesito!
Cobra gramado, tirar a cadeira da piscina, cobra o time, cobra os preguiçosos…
Mais infelizmente temos uma imensidão de torcedores que só querem o “ganhar a qualquer custo”
Que ao menos não elogiem o Telê
Pq Telê era o chato, perfeccionista..
Parecido com quem?
Ontem estava no jogo do St Pauli e tocaram Hells Bells antes do jogo.
Rola uma nostalgia.
Até hoje me incomoda que deixaram a tradição do Morumbis com a música, ir embora com Rogério Ceni.
Assim como o que fez Ceni como jogador é eterno no clube, isso fazia parte da memória afetiva e do seu legado.
Mesmo sem Ceni, era pra tocar a música e o pai ou a mãe contar pro filho ou filha, que essa música toca sempre, porque o maior ídolo da história do clube, que ficou mais de duas décadas na meta e venceu tudo, iniciou essa tradição.
O momento perfeito pra que a história dos anos 2000 fosse passada pra frente. A hora, em todo o jogo, que o torcedor lembraria de uma história inesquecível.
No Brasil, infelizmente, os clubes têm uma dificuldade gigante de criar histórias, muito pelo preciosismo de toda gestão querer algo autoral, esquecendo que clube é linha do tempo, que não se apaga a cada mudança diretiva.