Na fila para pagar, estas são as compras da pessoa que segue à minha frente:
- Bolachas de chocolate
- Gomas
- Batatas fritas
Uma miúda de vinte e poucos anos, talvez 1.60m e uns prováveis 80kg.
Não dá para entender…
André Ventura comenta a decisão de Portugal de reconhecer o Estado da Palestina e fala das mulheres que defendem este reconhecimento:
“Trata-se de exigir a libertação dos reféns, o fim dos atos de terrorismo e a concessão de direitos humanos às pessoas. Recordo que, nesses territórios, as mulheres não têm direitos, são tratadas como objetos, e não existe oposição política: quem governa parte da Palestina são grupos terroristas.”
A Catarina Furtado recebe mais de 160 mil euros por ano, pagos pelos contribuintes portugueses. Não queremos só fiscalizar os apoios sociais e RSI mal atribuídos. Queremos mesmo acabar com estes tachos inúteis.
vocês esquecem se que esta é a mulher que defendeu o goucha quando chamou de nojentos aos fado bicha por expressarem orgulhosamente a sua identidade queer
Aparentemente os 'portugueses ' que perderam a vida na queda de um avião na Índia obtiveram a nacionalidade sem nunca sequer terem vindo a Portugal. Eram portugueses de passaporte comprado no supermercado. Assim é impossível ser um país a sério!
Pressionaram a mãe do Miguel para abortar por causa de uma alegada má formação. A Mãe ESCOLHEU manter a vida do filho. O Miguel agradeceu publicamente. A Associação ESCOLHA exige que o anúncio seja removido porque não suporta que as mulheres escolham a vida.
A história da mãe do Miguel é a história de muitas mães que são pressionadas com diagnósticos (falsos muitas vezes). Como se uma vida fosse menos digna por qualquer má formação. É esta a sociedade inclusiva que temos?
Não conhecia nem o anúncio, nem o caso. No camarim foi tema após ter passado o anúncio. Nos minutos antes de entrar para o ar tentei inteirar-me da história. Peço desculpa ao Miguel e aos telespectadores porque a informação que recebi e partilhei não foi exata.
No entanto, mantenho todas as palavras em relação à defesa da liberdade de expressão e em defesa da vida. A vida é um bem, de tal forma que a Constituição (mesmo a nossa socialista) a consagra como direito inviolável. A onda de intolerância gerada só mostra a desumanização da vida intra-uterina que a esquerda conseguiu promover.
Ao início estava rir com a malta a apertar com o Montenegro, no entanto, os wanna be revolucionários já me estavam a irritar. Leiam para além dos títulos. A bandeira a meia haste faz comichão a alguém?