A Brazilian couple is now fighting to avoid prison after homeschooling their two daughters.
A court sentenced Audato and Ieda Denardi to 50 days behind bars, ruling they committed "intellectual neglect" by teaching their children outside a state-approved curriculum.
According to their legal team, the judge cited the family's failure to include lessons on gender, sex education, "tolerance and diversity," and even pointed to the girls' preference for religious and classical music over popular genres.
The parents say they began homeschooling during the COVID-19 pandemic after losing confidence in their daughters' schools.
They remain free while appealing what their attorneys believe is the first criminal prosecution of its kind in Brazil.
Estamos ao vivo com o Sr. Pedro Coco e esposa Dona Antônia, que tiveram o gado tomado pelo ICMBio na Terra do Meio, no Pará. Há suspeita de que o gado tenha sido abatido e distribuído em Curralinho.
No @PortaldoDantas.
Nunca foi apresentado a "minuta do golpe".
Mas colocaram Bolsonaro na cadeia.
Agora surge uma minuta de contrato de R$ 129 milhões e nada acontece com os personagens envolvidos.
Temos dois Brasi's.
Os gringos nos comentários não conseguem entender porquê smartphones estão sendo contrabandeados.
A ideia de atravessar a fronteira escondendo bens de consumo, de tantos impostos que seu país tem, é inconcebível pra eles.
MINAS GERAIS TEM O PRIMEIRO CANDIDATO À DEPUTADO ESTADUAL ISLÂMICO
Enquanto muitos ainda acham que o assunto “islã no Brasil” é irrelevante, um sheyk brasileiro já está se candidatando a deputado estadual.
Sheyk Fernando Carim, líder do Centro Cultural Islâmico Imam Hassan A.S, aparece como pré-candidato a deputado estadual em Minas Gerais pelo Avante. Tem 111 mil seguidores nas redes e se apresenta publicamente como escritor e autoridade religiosa muçulmana.
Não é teoria. É fato. Um líder religioso islâmico está buscando mandato para fazer leis no Brasil.
Em um país onde o debate sobre imigração, valores familiares, educação e legislação ainda é tratado com muita superficialidade, figuras com esse perfil já estão se organizando politicamente.
A pergunta que não quer calar: quantos outros estão fazendo o mesmo em silêncio? E o brasileiro comum, que paga imposto e vota, tem noção do que está em jogo?
Isso não é xenofobia. É prestar atenção no que está acontecendo de verdade.
Veja👇
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Flavio não tem obrigação NENHUMA de escolher vice mulher.
Questões familiares não tem que ser colocadas na balança pra se escolher vice presidente.
Precisamos de um vice que entenda tudo o que acontece no Brasil e no mundo e seja realmente um ALIADO na reconstrução do Brasil.
Um filme sobre um homem que decide enfrentar imigrantes ilegais responsáveis por aterrorizar sua cidade foi proibido em vários países sob a acusação de “discurso de ódio”.
Então, Elon Musk adquiriu os direitos de distribuição e disponibilizou o filme gratuitamente no X, para que qualquer pessoa possa assistir e tirar suas próprias conclusões.
"No meio de um escândalo do INSS, do Banco Master, no meio de uma disputa internacional terrível, e a Michelle chega e fala: o que importa é que eu me ofendi" @RicardoRoveran
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.