O nosso governo não chegou para fazer maquiagem nem viver de propaganda. Chegou para trabalhar, entregar resultados e transformar Pernambuco. É com trabalho, investimento e muito compromisso que estamos mudando a realidade do nosso estado. E não com discursos fáceis. +
Se todos esses lulistas pilantras, que metem essa conversinha fiada que votaram no Ciro em 2018, tivessem mesmo votado, o Ciro Gomes tinha ganhado já no 1° turno, de lavada, do Haddad e do Bolsonaro.
Lulista não tem moral nem pra bancar o que diz.
Sur cette photo prise par mon père pour immortaliser ce "joyeux" moment, j'ai 8 ans. Je suis dans une clinique, réveillé depuis quelques heures après une anesthésie générale. Je n'avais pas eu d'accident. Je n'étais pas malade. Il n'y avait aucune raison médicale pour cette opération. Je viens "simplement" d'être circoncis, contre ma volonté. L'expression de mon visage en atteste.
J'ai été mutilé avec le soutien du corps médical, et l'État français a fermé les yeux.
Mes parents m'aiment. Ils n'ont pas fait ça pour me faire du mal. Endoctrinés par leur religion, l'Islam, ils étaient convaincus que c'était pour mon bien, parce que Dieu leur aurait demandé. Conscients que cet argument n'est pas suffisant au 20e siècle, ils se rassuraient en se disant que c'est aussi une question d'hygiène. C'est médicalement faux, mais ça leur faisait plaisir d'y croire.
Les jours précédents l'opération, pour me calmer et me séduire, mes parents me disaient que nous ferons une petite fête après l'opération, que j'aurais des cadeaux et plein de bonnes choses à manger. Je m'en souviens à peine. Mais je me rappelle très bien de la douleur à mon réveil, le sang et la bétadine sur mon pénis, et une sorte de cure-dent qui transperçait mon gland. Pendant des jours, je ne pouvais porter qu'une djellaba sans rien en dessous car, au moindre frottement, la douleur était atroce. Je me souviens très bien de l'incroyable douleur quand j'essayais d'uriner, de la vue de ce cure-dent quand je me penchais. On peut me rétorquer que cela est provisoire, le temps de la convalescence. C'est vrai, mais j'aurais très bien pu m'en passer, car il n'y avait aucune nécessité médicale. Et, pire encore, il y a des séquelles à vie.
Contrairement à d'autres musulmans qui se font circoncire avant l'âge de 3 ans, je me souviens donc très bien des douleurs. Comment peut-on infliger ça à des enfants ???
Je me souviens aussi très bien ce qu’est d'avoir un prépuce. Je peux donc comparer les deux états. Depuis ma circoncision, j'ai eu une perte de sensibilité. Ce n'est pas dû à l'opération, mais à l'absence de prépuce qui protégeait le gland. Les conséquences à vie, sans possibilité de revenir en arrière, valaient-elles les petits cadeaux et les bonnes choses à manger ?
Quand j'y repense aujourd'hui, je me dis qu'il est surréaliste de fêter la mutilation d'un enfant.
Si un homme veut être circoncis alors qu'il n'y a aucune nécessité médicale, juste parce que c'est sa croyance et pour affirmer son appartenance à une communauté, qu'il le fasse une fois adulte. Les parents ne devraient pas avoir le droit de prendre une telle décision irréversible, sans raison médicale, juste pour une croyance. L’intégrité physique des enfants doit être protégée.
Quant à la laïcité, si "la liberté de croire et de ne pas croire, de pratiquer et de ne pas pratiquer" était une réalité en France, la circoncision sans raison médicale sur les enfants serait interdite. On peut changer de religion. On ne peut pas reconstituer son corps après une mutilation au nom d’une religion. Si j’avais pu choisir, si mes parents avaient tenu compte de mon refus, je n’aurais jamais été circoncis.
Je ne leur en veux pas. Ils pensaient faire ça pour mon bien. J'en veux au corps médical qui a accepté de me faire subir cela, et à la République qui refuse de protéger une partie de ses enfants en fermant les yeux.
"Rendez-moi mon bout !" (Ali Babal)
@droitaucorps@gouvernementFR@Sante_Gouv@stephanie_rist
"Os imóveis que Evandro Leitão está escondendo
Prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT), adquiriu imóveis não declarados à Justiça Eleitoral. O caso levanta suspeitas de possível omissão patrimonial e questionamentos sobre a origem dos recursos"
https://t.co/LfKKfC2TcW
😱
Lula quebra o Brasil para se reeleger
Editorial, O Estado de S. Paulo (09/06/2026)
Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega
“Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor.” Essa frase, atribuída ao ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, resume uma forma de usar os instrumentos à disposição do governo não para o bem comum, mas para proveito próprio. É amplamente sabido que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Mas ninguém, até o momento, havia tido a paciência de somar todas as “pequenas bondades eleitorais” que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. O economista Marcos Mendes, em relatório da XP Investimentos, fez esse trabalho para o cidadão brasileiro. E o retrato não é nada bonito.
Segundo o economista, somente neste ano foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada “PEC da gastança”, liberou R$ 168 bilhões de gastos no ano seguinte por fora do teto dos gastos, o que já foi um escândalo. Pelo visto, o governo Lula perdeu a pouca vergonha que ainda tinha.
Há uma ficção em curso no Brasil chamada “novo arcabouço fiscal”, que substituiu o finado teto de gastos. Segundo essa ficção, o País está com suas contas em ordem porque o novo arcabouço fiscal está sendo obedecido à risca. Pois bem, de acordo com o relatório de Marcos Mendes, somente 4% dos R$ 215 bilhões aprovados afetam os indicadores do arcabouço. Não, caro leitor, o senhor não leu errado: mais de R$ 200 bilhões em despesas extras ou renúncias de arrecadação simplesmente não aparecem nas contas públicas.
Mendes lista três truques usados pelo governo para maquiar as contas. O primeiro são as linhas de crédito subsidiadas, que não impactam a despesa primária e, portanto, não consomem espaço do arcabouço. É o caso, por exemplo, do subsídio para a compra de caminhões. Como esses gastos saem do Orçamento, mas continuam “pertencendo” ao Tesouro (são empréstimos), não são considerados despesas. Na prática, no entanto, esses recursos nunca voltam para o Tesouro, sendo reutilizados para outros “pacotes de bondades”. O resultado é o aumento da dívida pública, apesar de não serem uma despesa primária.
O segundo truque é o uso de fundos públicos para financiar programas de incentivo. Esses recursos, que saíram do orçamento no passado, poderiam ser usados para abater a dívida, diz Mendes. E, obviamente, estes gastos não afetam as métricas do arcabouço. Um exemplo escandaloso foi a transferência do “dinheiro público esquecido” pelos correntistas diretamente para o Fundo de Garantia de Operações (FGO), usado para turbinar o Desenrola. Esses recursos deveriam passar pelo Tesouro, para daí serem encaminhados ao FGO, mas isso afetaria o resultado primário, o que impactaria as medidas do arcabouço fiscal. Nem pensar.
Por fim, o terceiro truque é abrir crédito extraordinário, gasto que fica de fora do arcabouço. As subvenções aos combustíveis, segundo o economista, provavelmente seguirão esse caminho.
Tudo isso parece um déjà vu das pedaladas fiscais do trevoso governo de Dilma Rousseff. Estamos diante dos mesmos truques para gastar mais sem nenhuma transparência. Não se discute a conveniência desses gastos – todos parecem bastante justificados quando analisados um a um, ainda que se possa questionar a incrível coincidência de todos estarem sendo feitos justamente em ano eleitoral. O problema está em escamotear esses gastos da sociedade, fazendo parecer que o arcabouço fiscal continua em pé e saudável. Esses truques servem apenas para cumprir formalmente as regras fiscais, mas não são suficientes para fazer o dinheiro aparecer do nada.
Hoje, sem espaço de manobra, com o Orçamento tomado por decisões populistas do passado e do presente, o governo Lula lança mão dos mesmos expedientes do governo Dilma. O final dessa história já conhecemos. Mas Lula poderá dizer, lembrando Quércia, que quebrou o Brasil, mas reelegeu-se.
Se não tivesse pedido grana a banqueiro criminoso favorecido por governo do próprio partido, não precisaria pedir censura de pesquisa.
Se não tivesse tido despesas pagas por operador de rachadinhas, não precisaria sabotar o combate à corrupção.
Uma sujeira sempre leva a outra.
Lula corrompe absolutamente a riqueza no Brasil ao fazer de seu capanga Joesley Batista o dono das empresas de energia nuclear e defesa antiaérea. Aécio está certo.
Exato. A esquerda mofou. Velhas fórmulas não dialogam com as transformações do mundo. Combinar o livre mercado com uma rede de proteção social moderna e eficiente esbarra no dogma de que o Estado deve tutelar a economia e o mercado é inimigo do povo.