Um projeto exemplo de #conservação: do Brasil para o mundo! Em 15 meses, as #pontes de dossel instaladas em Alta Floresta (MT) registraram mais de 15 mil #travessias seguras de #animais e “zero atropelamento”. Saiba mais sobre o #Reconecta aqui ➡️ https://t.co/mcYfdSttB5
Os efeitos de Brumadinho não são apenas ecológicos. Pesquisa da Unicamp mostra que a contaminação no rio Paraopeba prejudica espécies vegetais ligadas a práticas de cura e tradições locais, ampliando a exclusão social.
https://t.co/3shqIGqW2Z
O metano é um dos principais responsáveis pelo aquecimento global, mas reduzir suas emissões é uma das formas mais rápidas de freá-lo.
O Observatório Internacional de Emissões de Metano do PNUMA explica por que agir. https://t.co/oVpKxx48Al
#AjaPeloClimaAgora
⚠ MINÉRIO ILEGAL: Terras indígenas da Amazônia são alvo de 136 requerimentos para exploração mineral. A Constituição brasileira proíbe qualquer exploração nessas áreas sem autorização do Congresso e consulta aos povos afetados. #AmazoniaMinada https://t.co/Py0GZBBcsF
Passagem de um #ciclone pela Sumatra no final de 2025 causou a #morte de cerca de 85 #orangotangos-de-tapanuli, uma espécie classificada como 'criticamente ameaçada de #extinção', ou seja, um estágio antes de desaparecer por completo da natureza https://t.co/41TajPTc2H
O Ibama deflagrou na última quarta-feira (10) a Operação Apoena, uma grande ofensiva para blindar a Amazônia contra os incêndios florestais em 2026. Antecipando-se ao período crítico de seca — que este ano pode ser agravado pelos efeitos do "Super El Niño" —, o órgão publicou editais de notificação preventiva direcionados especificamente a grandes propriedades rurais em municípios prioritários de sete estados (PA, MT, AM, RO, AC, MA e RR). O objetivo principal é evitar a repetição da tragédia ambiental registrada em 2024.
Com base na recente Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, os donos dessas terras ficam obrigados a adotar medidas imediatas de prevenção e controle, tanto nas áreas de mata nativa quanto nas pastagens e lavouras.
Entre as principais obrigações estabelecidas estão:
- Tolerância zero: Proibição total do uso do fogo sem autorização prévia do órgão ambiental.
- Ação preventiva: Construção de aceiros (faixas de terra sem vegetação) e manejo adequado para evitar o acúmulo de material seco e inflamável.
- Proteção de áreas-chave: Cuidado rigoroso e proteção das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais.
- Prontidão: Capacitação de funcionários e monitoramento constante das propriedades para garantir comunicação e contenção rápida logo nos primeiros focos de incêndio.
O Ibama reforçou que utilizará tecnologia de ponta, incluindo monitoramento remoto e sensoriamento por satélite, para vigiar o cumprimento das medidas em tempo real. Os proprietários que descumprirem as regras estarão sujeitos a pesadas multas administrativas, além de responderem a processos civis e criminais.
Fonte: Ibama
#ibama #amazonia #meioambiente #incendiosflorestais #operacaoapoena
A Conservation International (CI) e o BTG Pactual Timberland Investment Group (TIG) anunciaram em junho de 2026 o fechamento de um fundo histórico de US$ 1,24 bilhão focado em recuperar pastagens degradadas no Brasil e no Uruguai. A iniciativa aposta em um modelo inovador que divide o uso do solo: 50% da área recebe plantio comercial sustentável de eucalipto, enquanto os outros 50% são dedicados exclusivamente à conservação e restauração da vegetação nativa, com forte atuação no Cerrado.
O arranjo resolve o alto custo financeiro da recuperação ambiental. A silvicultura do eucalipto, com ciclo de corte estendido para até 15 anos para a produção de madeira sólida, sustenta a viabilidade econômica a longo prazo. Paralelamente, tanto a floresta plantada quanto a nativa geram créditos de carbono, sendo que os da área restaurada possuem maior valor de mercado pela permanência e riqueza ecológica.
O projeto já abrange 33 fazendas no Brasil, somando 80 mil hectares. Apenas em Mato Grosso do Sul, a iniciativa praticamente dobrou a área histórica de restauração reportada no estado.
Para garantir a precisão da intervenção, as propriedades foram escaneadas por drones com tecnologia LiDAR, criando prescrições exatas para cada hectare. O trabalho de campo envolve o controle intensivo do capim invasor (braquiária), o manejo temporário de formigas cortadeiras para proteger os brotos e o plantio manual de mudas nativas, cultivadas a partir de sementes fornecidas por comunidades e cooperativas locais.
O impacto na biodiversidade tem sido imediato. Onde há apenas três anos existia pasto esgotado, câmeras de monitoramento já registraram mais de mil espécies. O retorno de grandes mamíferos e animais ameaçados de extinção, como onças-pintadas, lobos-guarás e antas, comprova na prática que a união estruturada entre capital privado de investimento e a ciência de conservação pode reverter a degradação ecológica em larga escala.
Fonte: Conservation International
#cerrado #restauracaoflorestal #sustentabilidade #meioambiente #biodiversidade
AGROFLORESTA I Experimento da Embrapa mostra que modelo supera cultivo convencional de soja e milho e amplia sustentabilidade no campo#agricultura #agrofloresta#agroecologia#florestas#planeta
https://t.co/APR1XcA5L1
UFPR integra projeto inovador de agrofloresta em Moçambique com cooperação internacional
Saiba mais sobre isso agora mesmo acessando:
https://t.co/yJE8s9JuJN
@ronaldocaiado Não quero 3 safras.
Não quero manganês, muito menos tarras raras.
Quero água limpa.
Quero rio limpo.
Quero Agrofloresta no Brasil inteiro. Milhões de pequenas comunidades, não metrópole com povo infeliz.
Esse Brasil que vc planeja é um deserto morto. Rico, mas em colapso.
@bewitchedaudrey Em resumo, a agrofloresta é fazer agricultura conforme às regras que a natureza impõe. E consorciar as plantas de interesse econômico com mata nativa e ao invés de fazer uma coisa só, se produz muito mais com um solo mais saudável.
A biologia sempre ditou que áreas maiores abrigam mais espécies. No entanto, um novo estudo global publicado na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences) revelou que é possível multiplicar a biodiversidade de um pequeno pedaço de mata sem precisar aumentar o seu tamanho. O segredo está na vizinhança: quando o entorno da floresta é favorável, esses pequenos refúgios conseguem sustentar uma quantidade de aves muito maior do que o esperado.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram dados de quase 2 mil espécies de aves em mais de mil remanescentes florestais nas Américas, África e Ásia. Eles compararam fragmentos cercados por pastagens e lavouras com "ilhas" de floresta formadas por reservatórios de hidrelétricas (um ambiente aquático que isola completamente os animais). O resultado provou que um fragmento de apenas 1 hectare cercado por terra pode ter mais do que o dobro de espécies do que uma ilha exatamente do mesmo tamanho.
O estudo demonstrou que a quantidade de árvores ao redor da mata faz toda a diferença. Pequenos aumentos na vegetação arbórea — como árvores isoladas, matas ciliares ou sistemas agroflorestais (como cacau e café) — em um raio de até 300 metros da borda reduzem drasticamente as extinções locais. Essas árvores extras funcionam como trampolins e corredores, permitindo que as aves saiam para buscar alimento, cruzem a paisagem e recolonizem fragmentos onde haviam desaparecido.
Essa descoberta traz uma mensagem de esperança e um guia prático para a conservação. Na nossa Mata Atlântica, por exemplo, 80% dos remanescentes têm menos de 5 hectares. Isso significa que o futuro da biodiversidade exige que a conservação vá além da cerca da reserva. Plantar árvores e recuperar áreas degradadas ao redor das pequenas matas são ações locais que geram um ganho monumental para a vida silvestre. O tamanho da floresta é crucial, mas é o que está do lado de fora que define quem consegue sobreviver do lado de dentro.
Fonte: The Conversation
#biodiversidade #conservacao #aves #ecologia #meioambiente
Costa Rica has outlawed recreational hunting, solidifying its role as a worldwide leader in animal protection and a safe haven for the remarkable 5% of global biodiversity it hosts.
Home to an astonishing proportion of Earth's plant and animal species, Costa Rica stands as one of the planet's most vital biodiversity hotspots. Yet this extraordinary natural heritage faces ongoing threats from human activities—including unsustainable wildlife tourism, illegal wildlife trade, domestic animal neglect, and organized animal fighting.
As encounters between people and wildlife grow more frequent, the country's fragile ecosystems require proactive safeguards to protect their most vulnerable residents.
Costa Rica has responded with groundbreaking animal welfare laws that reflect a deep national commitment to conservation. Building on its landmark 2012 nationwide ban on sport and trophy hunting, the country introduced stringent anti-trafficking measures in 2017 to combat poaching and biodiversity loss. By imposing mandatory prison sentences for animal cruelty and creating a national registry of offenders, Costa Rica demonstrates that effective conservation demands strong legal enforcement alongside widespread societal resolve to safeguard all living beings within its borders.
We are rapidly loosing our natural air conditioning system: "global glaciers are losing ice at an alarming rate, averaging 270 billion tonnes annually from 2000 to 2023." https://t.co/2Jjwym7yl7
That is not good. No time to wait. #ActOnClimate#climate#energy #panelsnotpipelines #cdnpoli