Já leu meus cordéis? O que achou? Que tal deixar uma avaliação lá na Amazon e no Skoob?
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
O amor de Apolo e Jacinto:
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A história da bicha que virou uma fera
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Em pleno Mês do Orgulho, nos causa indignação ver uma empresa, a Two Brothers Pizzas, discriminar casais LGBTQIA+ em uma promoção de Dia dos Namorados e ainda reafirmar essa postura em suas redes sociais. Discriminar, ridicularizar e constranger pessoas LGBTQIA+ não é opinião: é LGBTfobia. Desde decisão do STF, esses atos podem ser enquadrados na Lei nº 7.716/1989. Acionaremos os órgãos competentes para a devida apuração do caso. Amor é direito, respeito é dever. 🌈✊🏽
Após Luciano Huck ATACAR o Bolsa Família, alegando que o benefício “não ajuda pessoas a sair da pobreza”, Nath Finanças rebate:
“Cada R$ 1 investido gera R$ 1,78 no PIB (Ipea). O programa também reduziu a pobreza extrema em 28% no Brasil. Luciano, as bets que você divulga e o Familhão prejudicam a vida financeira da população pobre e brincam com os sonhos.”
Estou há 10 minutos sentado do lado de fora do 8°B esperando tocar o fim da aula, com a turma virando bicho dentro da sala, porque não sou nem fi duma égua pra ficar falando sozinho, gastando minha bela voz com a única turma do ano em que meu planejamento não funciona
Mais de 10 anos dando aula, os últimos 5 sendo praticamente só com 8° ano, mas ainda não me conformo com o fato de que: numa sala o planejamento flui perfeitamente e em outra a gente não consegue seguir nem metade.
Valesca Popozuda faz alerta sobre a gíria “Lá Ele”:
“Desculpa a galera da Bahia, mas eu não consigo gostar da gíria "Lá ele" me cai tanto como um termo homofóbico. Ontem dei um pra trás em um rapaz do hotel e não era nem comigo o papo, mas eu fui obrigada a me meter”.
Há mais de uma década, meu pai veria o Juliano e o chamaria de "viado", como fez comigo diversas vezes, inclusive com ameaças físicas quando comecei a trazer debates de gênero e sexualidade para dentro de casa.
Como eu me entendo sexualmente não vem ao caso, assim como também não importa a sexualidade do Juliano, para ninguém. Importa, na verdade, o que leem sobre nós.
Certa vez, eu perdi um amigo de infância porque o convidei para uma reunião sobre questão LGBT+ que aconteceria na UFPR. Ele me bloqueou de todas as redes sociais. Certa vez, um ano depois, eu estava com uma garota num bar e ele veio até nossa mesa, espantado.
"Achei que você tinha virado viado."
Até aquele dia, eu achava que ele tinha me bloqueado por algo que eu tinha feito, algum vacilo ou coisa assim, pois éramos muito próximos na infância e na adolescência, papo de um dormir na casa do outro. Compartilhamos diversas experiências da heteronormatividade juntos, inclusive da vida sexual, brigas em jogo de futebol, tudo. De repente, ele sumiu e não retornou meus contatos.
Quando ele perguntou sobre eu "virar viado", eu o questionei sobre o motivo. Nesse momento, ele contou que recebeu meu convite no Facebook — eu sempre disparava as agendas para meus contatos, eram mais de 4 mil pessoas — para uma reunião sobre a questão LGBT (eu já era militante e próximo das pautas de direitos humanos, ele sempre soube) e elaborou o seguinte: o Valnei virou "viado" e quer que eu vire também.
Ele fez um esforço tão grande para chegar nessa conclusão equivocada e tomar uma decisão tão brutal que quem se assustou fui eu. Ele aceitava bem minha atuação política, recebia convite de tudo: marxismo, antirracismo, cultura, mulheres etc., mas parou, estacionou, depois acelerou e deu meia-volta na questão LGBT.
Naquele momento, eu percebi que, de fato, me culpei à toa pelo rompimento daquela amizade de infância, pois não era aquilo que eu queria para minha vida. Nós não tínhamos uma amizade que reproduzia homofobia recreativa, então nunca foi uma questão esse tipo de coisa. Eu estava errado.
O que mais me assustou foi perceber que alguém que cresceu comigo, se desenvolveu enquanto sujeito, homem e heterossexual comigo, não me conhecia ao ponto de sentir que eu era uma ameaça à sexualidade dele por um convite de rede social. Olhem que loucura.
Naquele encontro casual de sustos mútuos — um por delusionismo absoluto (ele), fruto de uma homofobia quase que primitiva; outro por revelação (eu), adiada por afeto e empatia — serviu para que eu buscasse entender onde e com quem eu gostaria de estar, de andar, mas, principalmente, quem eu era.
Ver os embates de Juliano e Jonas, com destaque às falas do Jonas ao se referir ao Juliano, me lembraram muito aquele encontro casual num bar há mais de 10 anos.
Marina Sena tem razão quando fala que há um modelo de homem em desuso, e o surgimento do Legendário é a prova disso, com seu slogan de "recuperar o poder masculino". E, claro, que um estereótipo "heterotop" sair para um twink afeminado é bastante simbólico para mim, pois eu vejo o BBB como espelho social.
Uma coisa que aprendi com o processo de análise é que muitas vezes o medo de nos tornarmos aquilo de que não gostamos nos impede de sermos quem nascemos para ser. E não estou falando sobre sexualidade, pois, como falei lá em cima, isso não importa, para ninguém.
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Bora se vacinar, meus Chapéus de Palha! Dia 28 de março é o Dia D contra a Influenza. É só ONE PICADINHA 🫵