VEJA A CONVERSA ENTRE ENAMORADO E O FALSO LUÍS CASTRO!
Foram divulgados nesta quarta-feira prints das conversas entre José Enamorado, ponta do Grêmio, e o golpista que se passava por Luís Castro.
Enamorado, em meio a essa temporada, foi vítima de um golpe, no qual transferiu R$ 22,5 mil a um farsante que se passava pelo, na época, treinador gremista Luís Castro.
As conversas divulgadas por GZH mostram a maneira como o golpista se passou pelo técnico, falando de questões táticas e considerando a possibilidade de usar Enamorado como titular. Além disso, o golpista pedia para que o jogador não comentasse com colegas sobre as conversas com o treinador.
📸 Reprodução
🗞️ GZH
Quando você vai contratar um jogador tem que ver seu histórico de lesao, quantos jogos tem. Nao pode sair contratando assim....
Ee tem gnte que cai no papo do estelionatario da bola.
@LeoBold_ Po o 26 foi bem melhor que o 25 e 25. Qual tática tá usando meu querido? Aqui tá difícil dar continuidade em alguma. Troco o tempo todo. Estou errando nisso
O Grêmio demitiu o Luis Castro e agora vai em busca de um novo técnico.
A situação é complicada e o clube tem uma zona de conforto que costuma abraçar nos momentos delicados, o seu idolo: Renato Portaluppi.
Não estou aqui pra dizer o que devem ou não fazer, mas faço uma reflexão, como se fosse para o meu próprio time.
Será que esse eterno ciclo de sai Renato, volta Renato, é benéfico ao clube? Ninguém consegue ter uma ideia diferente?
No Grêmio pode ser que seja diferente mas aqui no Vasco, a impressão e admiração que tinha pelo Renato ruiu de maneira muito rápida. Primeiro, pela sua impaciência em falar sobre futebol nas entrevistas pós jogo. Segundo, por nunca assumir suas responsabilidades e terceirizar a culpa para seus atletas, de maneira mais pública que o necessário.
Enfim, por ultimo, a não ida para a Argentina pela Copa Sul Americana. Um dos maiores absurdos da história recente do Vasco da Gama.
Enfim, existem opções no mercado e que o Grêmio faça a sua escolha. Mas pra quem olha de fora, percebe que o futebol sulista gira em um rodizio eterno dos mesmos treinadores, que em momentos delicados chegam com objetivo de apagar o incêndio, com um prazo de validade muito bem determinado.