Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
Não deveria, mas pode. Claro que pode. Vinicius sofreu muito no Real e na Espanha pra chegar onde chegou, melhor do mundo e referência interna, ídolo. Foi humilhado, ridicularizado e rebaixado, teve que se provar diversas vezes, mesmo estando bem, pra depois de TUDO que fez e conquistou ter que ver sua hierarquia diminuída com a contratação de Mbappe (que nunca ganhou nada pelo clube) e ainda chegar um técnico novo, escolhido a dedo pelo clube, para trata-lo como “apenas mais um”, rebaixando um status que foi conquistado com muita resiliência, talento e cabeça forte (pra aguentar tanto racismo que sofreu e ainda sofre).
Esperar um comportamento bonitinho dele agora é impossível pra mim, me soa injusto demais. Quase sempre esteve em carne viva, exposto, desprotegido, muitas vezes sozinho. Pelo excesso de gratidão, respeito e memórias afetivas talvez ele próprio não perceba isso, mas o “Real Madrid de Mbappe e Xabi Alonso” não é mais o lugar ideal pra ele. Merece mais, muito mais.
Nada que Vinicius tenha feito ou venha a fazer pelo Real Madrid será suficiente. Não é o rosto que o clube quer, nunca foi.
O Real Madrid falhou com Vinicius.
Quando eu era criança, onde morava, era um pouco complicado. Não era como favelas, mas era bastante humilde. Minha mãe alugou uma casa com um quarto, uma cozinha e um banheiro e lá moramos felizes. "
“Minha mãe me deixava sozinho com meus irmãos porque ela tinha que ir trabalhar. Deixava a comida pronta e quando chegava em casa da escola, eu esquentava para todos. Eu era o mais velho e tive que cuidar dos meus irmãos até que ela voltasse à noite. E sempre que eu voltava, a senhora do carrinho que vendia o iogurte potável Yakult passava pela porta da minha casa. "
"Como não tínhamos dinheiro para comprar nem um, minha mãe me dizia: 'Vamos lá dentro, está ficando tarde e eu não quero que você fique na rua.' Quando recebi meus primeiros salários no São Paulo FC, levei minha mãe ao supermercado e comprei uma caixa especial que trouxe 80 garrafas de Yakult.”
" minha mãe sempre trabalhava de domingo a domingo em todas as casas que podia. Meu pai foi embora quando eu tinha 3 anos e não me lembro de nada. Eu ia jogar futebol só porque minha mãe estava sempre trabalhando e eu me lembro, quando ganhei o primeiro dinheiro de verdade, disse 'vamos sair daqui'. E comprei para ela uma casa muito melhor. Ela é o meu orgulho. "
- Carlos Henrique CASEMIRO.
Em 1995, um programador quebrado fez uma proposta desesperada ao seu banco:
“Me emprestem £10.000 para apoiar a carreira do meu filho, ou eu vou perder tudo.”
O banco recusou.
Então, o pai trabalhou em 3 empregos para investir no pequeno Lewis Hamilton. 🧵
6 - Tommie Smith e John Carlos levantaram seus punhos com luvas pretas no pódio após vencerem as medalhas de ouro e bronze, nos 200 metros rasos (1968)
📸 John Dominis