Quem tá chorando hoje , não achou disso penalti. Inclusive jornalistas . Eu lembro .
Como amo a Internet .
A hipocrisia , clubismo sempre aparecem .
Otarios
Recorde negativo no Brasil
Com a confirmação da lesão do zagueiro Danilo na noite do último domingo (11), o Flamengo chegou ao absurdo número de nove fraturas sofridas por seus atletas em partidas disputadas pelo clube neste ano. Essa conta não leva em consideração a mais recente lesão de Arrascaeta, sofrida em amistoso da seleção uruguaia.
No caso de Danilo, no clássico contra o Fluminense, chama a atenção a não paralisação da partida no momento do choque, recomendação expressa em lances como esse. A sequência da jogada, inclusive, quase resultou em gol da equipe adversária.
Ainda no jogo contra o Fluminense, Jorge Carrascal levou uma cotovelada de Guilherme Arana e deixou o campo com um hematoma na face. O jogador iniciou tratamento ainda no vestiário e será reavaliado pelo Departamento Médico do clube.
Um dos quatro times que menos cometem faltas neste Brasileirão e líder no ranking de bola rolando em suas partidas, o Flamengo tem sido frequentemente penalizado pela conivência da arbitragem com lances ríspidos e agressivos contra seus atletas. Praticamente uma fratura por mês em 2026.
Ah, só para lembrar que: é normal, é corriqueiro, é comum, é habitual, é rotineiro, é costumeiro, é usual, é trivial, é cotidiano, é frequente, é recorrente.........................
Pedro perdendo gol CLARO, Pulgar fazendo merda (deveria ser expulso, porém nao podemos esquecer que houve uma falta nao marcada no Carrascal antes desse lance....)
Tira o Pulgar pra nao dar merda, e VAMO PRA CIMA
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Não teve câncer quando você lucrou mais de 15 BILHÕES com a taxação/regulamentação das BETS lá em 2025, né, filha da puta?
Tirou a taxa de blusa QUE ELE colocou.
Vai bloquear as BETS QUE ELE liberou.
Ele mata o que ele mesmo cria com discurso de que está salvando algo.
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
E todo dia brigam nessa rede sobre qual candidato é o menos pilantra da história do país e o mais julgado é quem decide não votar em nenhum dos 2.
País de merda.
O maior tiro no pé do futebol brasileiro até hoje. As equipes europeias seguirão comprando os melhores talentos daqui e, nós, não compraremos os talentos dos países sul-americanos.
O que vai acontecer? Times da Argentina, Uruguai, Colômbia e Equador ficarão mais fortes e o Brasil, além de perder a hegemonia que conquistou na Libertadores, estará ainda mais distante de um improvável Mundial de Clubes.
E quem argumenta que o excesso de estrangeiros prejudica a formação de jovens jogadores brasileiros não entende NADA de futebol. Estão aí a Espanha e a França que não me deixam mentir. Países repletos de estrangeiros nos seus times, com categorias de base sólidas e seleções vencedoras.
Eu, se fosse presidente do River ou do Boca, abriria uma garrafa de champanhe. E você, que sonha ver seu time campeão da Libertadores ou fazendo frente num Mundial, melhor acordar.