Blaming asylum seekers for homelessness? What about the 720,000 empty homes in England, and the 1,627,450 second homes in England alone.
Blaming asylum seekers for expensive food shops? What about the £3,100,000,000 profit Tesco made last year?
Blaming asylum seekers for expensive energy bills? What about the £438,000,000,000 made by just 20 energy companies in profit?
Blaming immigrants for not getting an NHS appointment? What about the 260,000+ migrant workers keeping the NHS going? And what about the 25% real term cut in NHS funding, think that could do it?
Blaming people on welfare for a lack of money to fund the NHS? What about the £36,000,000,000 tax gap due to avoidance and evasion by the elite?
It's time to realise it's not immigrants, asylum seekers or people on welfare causing you any harm, it's capitalism and the mega rich hoarding all the wealth.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
@rayzamcarvalho@quengadepaddock@reformedbella@euraibolt Mas não são todos os anticoncepcionais que aumentam risco de trombose, o problema é o estrogênio, não progesterona. Você pode usar diu, implante, e pílula só de progesterona
I understand it can be hard for readers halfway around the world to absorb headlines like this over & over. Fatigue for stories of faraway grief is natural.
But every one of these families is shattered, possibly beyond repair. Please do read what my colleagues are documenting.
It finally happened yesterday. We were all playing with a baby and then came then “When are you two going to get busyyy and pop one out?!” and I firmly said, “When we quit losing them.” and the crowd fell silent. Don’t ask questions in which you aren’t prepared for the answer!
Muitos ficaram triste pelo pinguim andando sozinho e o macaco rejeitado por sua mãe. Mas esse vídeo aqui é muito mais doloroso, mas não recebeu 1% da mesma atenção
My roomate was attacked by her boyfriend in a jealous rage. He tried to choke her and instead of screaming or resisting she stayed calm and started to caress his face and then kiss him. This calmed him down and they spent the night together. The next morning she was on the train back to her hometown.
Men cannot even start to comprehend what women are sometimes forced to do to merely survive.
Hoje é a Venezuela, amanhã é o Brasil.
“Ah mas deviam invadir o Brasil tb”
Bomba não te pergunta se você é direita ou esquerda.
Estados Unidos não é seu amigo. Você tá aplaudindo sua própria morte.
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da Am��rica Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.