🚨AGORA - Haaland manda uma mensagem para o povo brasileiro
"Vocês precisam continuar apoiando. O Brasil deveria passar de fase, sejamos honestos. O Brasil é uma grande nação do futebol, e a grande nação do futebol deveria estar nas semifinais, e deveria estar nas finais."
OLAVO
Esse cara [Lula], dizendo-se católico, vai à missa e afirma que pode comungar sem confessar porque ele é “sem pecado”… Ele comunga no mesmo instante em que acaba de cometer um sacrilégio nos termos da religião dele. Se faz isso, e diz que é “sem pecado”, é porque não tem consciência moral nenhuma! Ele não é capaz de avaliar o mal ou o bem. Ele compreende os fatos, a lógica dos fatos, mas o mal e o bem, o aspecto moral e ético, para ele não existem, ele não os discerne mesmo! Entendeu? O que ele entende como bem é o lado dele. Bem é ele, é o grupo dele, e, enquanto essa gente estiver no poder, para o Lula está tudo certo. Quer dizer, há uma identificação total com o grupo ideológico. E mais do que com o grupo ideológico: com o grupo estratégico. Esse grupo é o bem, o outro não importa, pois é o mal. Se o outro lado fizer um bem, fará por um motivo mau; se ele fizer um mal, será por um motivo bom — e não se pode levantar dúvidas quanto a esse ponto.
@opropiolavo em nosso podcast de 2006.
Estou assistindo a "El Salvador: O Dia em que o Medo Mudou de Lado" na plataforma da Brasil Paralelo e todos deveriam assistir também! https://t.co/j3MxQp78Gt #brasilparalelo via @brasilparalelo
Ancine: "vamos colocar uma cota de filmes nacionais nos cinemas pra forçar o povo a assistir os lixos militantes do dono do Itaú"
* Queda de 72% na audiência dos filmes nacionais nos cinemas
O verdadeiro objetivo de Lula na Casa Branca
A visita de Lula à Casa Branca não foi um encontro entre aliados. Foi a fotografia de um momento em que o Brasil aparece como peça de um jogo maior, não como jogador.
Por trás das imagens cordiais, das frases ensaiadas e da tentativa da militância de vender a reunião como uma grande vitória diplomática, o que se viu foi outra coisa: um presidente enfraquecido, acuado internamente, tentando negociar espaço diante de uma potência que já reorganiza o hemisfério com outra lógica de poder.
O primeiro ponto é esse. O encontro não produziu o tipo de desfecho que se esperaria de uma visita realmente bem-sucedida. Não houve coletiva conjunta. Lula falou sozinho depois, em ambiente controlado. Mesmo nesse ambiente, não conseguiu entregar a sensação de resultado concreto.
E isso importa porque a própria forma do encontro já dizia muito sobre a relação entre os dois lados. Não havia simetria. Havia necessidade de um lado e cálculo do outro.
Para entender o que estava em jogo, é preciso olhar o tabuleiro maior. O mundo entrou num processo de desglobalização. A força de um país já não depende apenas de PIB nominal ou de comércio espalhado pelo planeta. Depende de independência produtiva, cadeias resilientes, minerais estratégicos, energia e controle regional. É nesse contexto que os Estados Unidos, sob Trump, passam a reorganizar sua estratégia para a América Latina. E o Brasil entra nesse mapa não por afinidade ideológica com Lula, mas por interesse material. O interesse tem nome: terras raras.
O Brasil tem reservas gigantescas desses minerais, fundamentais para semicondutores, defesa e tecnologia avançada. Trump não recebeu Lula por simpatia. Recebeu para negociar acesso, influência e alinhamento num momento em que cada grama de neodímio, térbio e praseodímio passou a valer como ativo geopolítico. É isso que explica o encontro.
Lula foi à Casa Branca não como líder de um projeto soberano, mas como alguém tentando vender utilidade num momento em que seu poder interno se deteriora.
E aí entra o ponto mais humilhante para o governo. Lula não chegou forte a Washington. Chegou enfraquecido. As pesquisas o mostram em queda, a rejeição cresce, o Senado derrubou a indicação de Messias, a Câmara derrubou o veto à dosimetria e Flávio Bolsonaro aparece forte até em levantamentos que tradicionalmente erram a favor da esquerda. Ou seja, Lula chega à Casa Branca com a autoridade corroída, tentando ganhar tempo.
Foi nesse contexto que ele entregou a Trump a lista das autoridades brasileiras barradas pelos Estados Unidos e pediu pelos vistos. Associou isso à dosimetria e, sem perceber, revelou demais. Revelou que a pressão americana tem preço. Revelou que o governo brasileiro tenta usar a redução de penas dos perseguidos políticos como moeda para aliviar a pressão diplomática. Revelou, no fundo, que o discurso de soberania termina quando o regime precisa negociar a própria sobrevivência.
O ponto mais importante, porém, não está no eventual efeito eleitoral da visita. Não é isso que define o jogo. O ponto central é outro: até que ponto Lula conseguirá convencer Trump de que pode ser útil o bastante para que os Estados Unidos reduzam a pressão por eleições mais limpas, por fim da censura e por contenção da perseguição política à direita. Esse é o verdadeiro eixo da reunião. O problema não é a fotografia. O problema é o que pode ter sido negociado em silêncio durante essas três horas.
Por isso, vender esse encontro como sucesso é falsificar o que aconteceu. O que houve foi um presidente ideologicamente alinhado ao eixo chinês, historicamente hostil a Trump, chegando à Casa Branca com o pires na mão, oferecendo minerais, mercado e interlocução em troca de fôlego político.
O Brasil apareceu, mais uma vez, como território de disputa. E Lula apareceu como alguém disposto a negociar qualquer coisa para preservar o aparelho que mantém de pé o regime de censura e perseguição política no país.