Vamos desenhar:
Flávio Bolsonaro (candidato): relação direta com Daniel Vorcaro - telefonemas, visitas, cobrança de dinheiro sem intermediários, transações para fundos dos EUA.
Lulinha (não é candidato): amigo da amiga do careca do INSS - sigilo bancário sem movimentações suspeitas, nenhum rastro de vinculação ao careca, nenhum contrato suspeito assinado.
Essa avalanche midiática é desinformativa e vai nos custar caro!
o corinthians é a maior resenha institucional do país inteiro
mas os caras vão lá
mandam a diretoria desfazer a rescisão do craque do time
e o cara dá o passe pra classificar eles na libertadores
mesmo com 1 a menos
s i m p l e s m e n t e
a u r a
Ya notaron que ahora que EE.UU. ha robado todo el oro y el petróleo de Venezuela ya no hay lanchas de drogas y todos los problemas del país han desaparecido mágicamente de las noticias?
@VEJA Não ouviram ninguém do governo, principalmente do ministério dos povos indígenas. Também nao ouviram ninguem da regiao,nenhum lider Yanomami. Materia de preguiçoso.
Com dona Marisa Letícia, um juiz canalha vazou o saldo bancário de R$ 260 milhões, e depois disse que tinha se enganado, que “confundiu” R$ 26.000 com R$ 260 milhões. Ela morreu sem receber um pedido de desculpas da justiça, nem a correção da mídia que tripudiou em cima de uma mentira evidente. Nenhuma novidade em atacarem a família de Lula. É método.
Marcola e Lulinha jamais deveriam ter se exposto a uma lobista desta forma. Mas é absurdo demais saber que um candidato a presidente está boiando em fartas provas de corrupção e tudo o que a mídia hegemônica procura é tentar atingir Lula.
Lembrem-se: Lula não foi citado como parte de nada disso e está agindo de modo completamente republicano sem interferir nas investigações.
Forçar simetria é assumir um lado, o lado do bolsonarismo golpista e corrupto, das tarifas e do BolsoMaster, das rachadinhas e das condecorações a milicianos.
A Lava Jato investigou até o tablet do neto do Lula e não achou nada de ilegal. Têm áudios do Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro para o Vorcaro e nem investigação foi aberta. Entendeu como a direita é blindada?
O estado de São Paulo está crescendo 0,5% ao ano, contra 2,3% do Brasil. Caiu para o décimo lugar em educação. A fila do SUS caiu menos do que nos outros estados. As finanças estão deterioradas.
Tarcísio recebeu o estado com R$ 19 bilhões em caixa, vendeu a Sabesp por R$ 13 bilhões e recebeu R$ 12 bilhões do Governo Federal, que renegociou a dívida do estado. Hoje, São Paulo tem R$ 5 bilhões em caixa livre.
As coisas não estão bem. Eu vou reverter essa situação na saúde, na educação, na segurança, nas finanças e na economia do estado de São Paulo.
Tarcísio não fez o dever de casa. Prometeu muito, mas fez o estado andar para trás.
#SabatinaJovemPan #Haddad13
Rapaz, que aula sobre o SUS na série de eleições do #JN. Verdades que a direita não suporta ouvir.
“O SUS é uma coisa extraordinária. É a maior política pública de saúde e redução da desigualdade do mundo. Vai da vigilância de alimentos ao tratamento do câncer mais caro.”
Precisamos articular o avanço da agenda trabalhista no Brasil!
- VR e VA nas férias
- Fim do desconto do VT no salário
- Adiantar o horário noturno, de 22h para 19h, ampliando o adicional noturno
- Folga no aniversário
- Continuar lutando para reduzir a jornada, após o fim da 6x1
- Combater a pejotização generalizada
- Manter diálogo com todas as categorias de trabalhadores para atender pautas específicas
E muito mais!
A gente começa o dia em São Paulo em estado de choque!
É um pai que, mesmo sendo policial, perdeu o próprio filho por causa de uma aliança. É uma mãe, uma mulher que estava na fila do mercado num domingo, provavelmente comprando o almoço de domingo, e foi assassinada a facadas por um feminicida, na frente de todo mundo.
É uma mulher que é agredida na frente de um segurança e leva uma tacada de beisebol no rosto. Depois, aparece dando entrevista com o rosto deformado pela violência.
E não, isso não é isolado. São três casos diferentes que fazem parte de uma rotina sangrenta no estado de São Paulo.
Um policial não consegue proteger a vida do próprio filho. Uma mulher não consegue ir ao mercado num domingo comprar o almoço da família. Outra não consegue chegar em casa e estar segura nem diante de um segurança.
Então eu pergunto: o que a gente está fazendo da nossa vida? Como é que a gente consegue normalizar viver assim?
Não é possível olhar para tudo isso e achar que está tudo bem. Tem alguma coisa muito, muito errada acontecendo em São Paulo.
CHAMAMOS O VAR! Nunca foi tão fácil decidir: de um lado, milhares de pessoas que defendem um Brasil soberano, com luta e esperança. Do outro, Tariflávio, o amigo do Vorcaro e dos milicianos. Vamos pra cima, é Lula presidente!
Era pra gente estar debatendo energia renovável, nanomedicina e erradicação da fome.
Estamos debatendo vacina, voto feminino e quem pode casar com quem.
O casamento gay é permitido somente em 38 países, enquanto o casamento infantil é legalizado em aproximadamente 117 países.
Isso diz tanto sobre a sociedade em que vivemos
Existe uma reflexão que a mídia brasileira precisa fazer com urgência.
E falo aqui, inclusive, da GloboNews e de qualquer veículo que coloque candidatos diante de milhões de pessoas.
Entrevistar não é o problema. O problema é transformar discurso autoritário em uma posição política normal, como se estivéssemos discutindo apenas duas propostas diferentes para o país.
Não estamos.
Quando alguém defende como exemplo um sistema em que pessoas são retiradas dos Estados Unidos, colocadas em aviões e enviadas para uma prisão de segurança máxima em El Salvador, com graves questionamentos sobre direito de defesa e devido processo legal, isso precisa ser confrontado pelo jornalismo.
Não pode ser apresentado simplesmente como “uma política de segurança”.
Quando um candidato fala em derrubar o STF, em ignorar decisões judiciais ou em concentrar poderes que a Constituição não entrega ao presidente da República, isso não é uma divergência comum sobre administração pública.
É preciso dizer ao público o que essas propostas significam institucionalmente.
Quando alguém naturaliza execução, fala como se a polícia pudesse decidir quem merece viver ou morrer na rua, transforma moradores de periferia em suspeitos permanentes ou trata determinados grupos como cidadãos de segunda categoria, a imprensa não pode apenas colocar a declaração na tela e seguir para a próxima pergunta.
Polícia não tem poder absoluto.
Presidente não tem poder absoluto.
Nenhuma autoridade tem poder absoluto em uma democracia.
E liberdade de expressão também não obriga o jornalismo a abandonar contexto, contraditório e responsabilidade.
Dar espaço jornalístico não significa normalizar.
Uma democracia pode e deve discutir segurança pública, imigração, funcionamento do Judiciário, atribuições do STF e qualquer outra política pública.
Mas defender ruptura institucional, perseguição, retirada de direitos ou violência sem devido processo não pode ser embrulhado como se fosse apenas “mais uma proposta de governo”.
É justamente aí que entra o papel do jornalismo.
Perguntar.
Confrontar.
Contextualizar.
Explicar quais poderes um presidente realmente possui e quais não possui.
Mostrar quando uma proposta encontra limites constitucionais.
E não permitir que o absurdo se torne cotidiano apenas porque foi repetido diante de uma câmera.
A experiência internacional já deveria ter ensinado alguma coisa: autoritarismo raramente começa com alguém anunciando solenemente que uma democracia acabou.
Ele vai sendo naturalizado.
Uma declaração de cada vez.
Uma ameaça institucional de cada vez.
Uma violência justificada de cada vez.
Até que aquilo que ontem causaria indignação passa a ser apresentado como uma alternativa política legítima.
Essa é uma responsabilidade que não pertence apenas aos partidos, aos candidatos ou às instituições.
Também pertence a quem escolhe como essas ideias serão apresentadas para milhões de brasileiros.
Democracia, Constituição, soberania e direitos fundamentais não podem virar apenas mais um lado de um debate.