@marciodamazonia A julgar pela mudança na aparência, que é o mote do vídeo, eu diria que ela ficou mais triste. Quem lembra da mudança da personagem da Charlize Theron no filme Advogado do Diabo?
The story we tell ourselves leads to the actions we take.
“If you want to change your story, change your actions first. When we choose to act a certain way, our mind can’t help but rework our narrative to make those actions become coherent. We become what we do.” — @ThisIsSethsBlog
@Ricardo34641024@schmittpaula@pfigueiredo08 Se o seu ponto é que “não tem problema ofender mulheres esquerdistas” sua visão é muito limitada. Primeiro pq conservador de vdd presa pela educação. Segundo pq ele desagradou várias mulheres (e homens) que não são de esquerda.
@schmittpaula@pfigueiredo08 Mas isso eu já sabia dd que assisti à live dele após receber a notícia de que Lula seria novamente presidente do meu país. Estava triste e em busca de consolo, confesso. Ele passou a live toda com um sorriso no rosto (creepy 😳) e fazendo propaganda de um curso.
@schmittpaula@pfigueiredo08 O problema às vezes não é o que se fala, mas como se fala e a intenção da fala. Ele podia ter falado a mesma coisa de forma polida, mas ele ESCOLHEU falar de forma a tentar ofender as mulheres, e isso revelou toda a aversão e arrogância que vai no coração dele.
@rmotta2 Depois da decisão da Ortobom eu acredito que uma lei não vai fazer tanta diferença. Eles vão começar a equiparar misoginia a racismo e pronto.
@mauad_joao Não sei qual o nível de intimidade deles, mas a mim os gestos transpareceram condescendência. Eu não gostaria de ser tratada assim por ninguém.
@Rconstantino Eu acredito que todos sairíamos ganhando se deixássemos as torcidas de lado e esperássemos os candidatos se esforçarem um pouquinho pelo menos pensando em propostas.
Sei lá… pelo menos eu estou muito cansada dessas briguinhas. Tá muito chato isso.
@rsallesmma@silviogrimaldo@Mi_Bolsonaro Acho inadmissível nos contentarmos com alguém carismático e “bom de palanque” para ser presidente do país. Precisamos de uma pessoa foda! Com boa formação e muita experiência de gestão.
@jk_rowling@ShippersUnbound No Brasil, a “Comissão dos Direitos da Mulher”, na Câmara dos Deputados, é presidida por uma mulher trans 🤐
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The benefit is that people enjoy it. The even greater benefit is that groups of people enjoy it together. They shouldn’t overdo it, obviously, but enjoying something is actually a worthwhile benefit for human beings. We aren’t robots. Not every single thing we do needs to be “optimized.” At a certain point you have to enjoy your life or else what’s even the point of trying to extend it?
@davilaranjeira É resultado da espiral do silêncio e do isolamento social na vida real.
Mal nos encontramos pessoalmente hoje em dia c pessoas de fora do nosso círculo mais íntimo. E quando nos encontramos já aprendemos a não tocar em assuntos que possam remotamente envolver agendas ou política.
@marsiglia_andre Gente, eu tb não confio nas urnas. Mas não entendi o que uma coisa tem a ver com a outra. Já vi outros perfis falando a mesma coisa, então acho que alguém precisa pensar melhor esses briefings aí, se não vou começar a achar que vocês pensam que os seguidores de vocês são burros.
A Lei Maria da Penha já existe. Agressão, ameaça, perseguição e feminicídio já são crime. Então o que o PL da Misoginia vem proteger? A resposta é simples. Não protege ninguém. Sobra só a palavra.
O crime deixou de depender do que você fez e passou a depender de como o outro se sentiu. Quem mede isso? Um juiz, caso a caso. O pastor no púlpito, o pai criando o filho na fé, o chefe dando feedback. Tudo vira risco. Sua liberdade passa a depender do estômago de quem está ouvindo.
Esse projeto não tira um único agressor da rua. Trata a mulher brasileira como incapaz de ouvir uma crítica sem o Estado de babá. Isso não é proteção. É paternalismo disfarçado de avanço. Lugar de entulho autoritário é na lata de lixo.
ESCOLHERAM BARRABÁS, E ESCOLHERIAM DE NOVO
Há uma cena no Evangelho que deveria envergonhar toda geração que se julga superior às anteriores, embora poucas tenham a coragem de encará-la sem o conforto da distância. Diante de Pilatos, a multidão recebeu uma escolha que, no papel, não admitia hesitação. De um lado, um homem que devolvia a vista aos cegos, consolava os aflitos e pregava o arrependimento. De outro, um criminoso cujo currículo se resumia à violência e à desordem. A turba, soberana em sua sabedoria, gritou pelo bandido, e o fez não por engano, mas por preferência.
Costuma-se ler o episódio como um acidente, uma falha pontual de plateia mal informada, como se bastasse mais esclarecimento para corrigir o veredito. Ledo engano. Grosso modo, a multidão não se enganou; ela funcionou exatamente como multidões funcionam. Ortega y Gasset batizaria aquilo de homem-massa muito antes de o termo virar moda, ou seja, a criatura que confunde o volume da própria voz com a autoridade da verdade e que prefere o salvador que nada cobra ao que exige tudo. Barrabás era cômodo, posto que nada pedia. Cristo era insuportável, justamente porque pedia conversão.
E aqui, amigo leitor, reside o incômodo que atravessa vinte séculos sem perder o frescor. Gostamos de imaginar que, estivéssemos naquele pátio, teríamos destoado do coro. Todavia, escolhemos versões atualizadas de Barrabás todos os dias, com a diferença de que hoje a escolha vem editada, com trilha sonora e aplauso automático. Trocamos princípio por personalidade, convicção por conforto e verdade por popularidade, e batizamos a covardia de bom senso. A turba moderna sequer precisa mais de Pilatos, porquanto ela mesma lava as mãos, ao vivo, e ainda transmite.
O detalhe mais cruel daquela manhã não foi a soltura de um criminoso, mas a cegueira de quem tinha a resposta diante dos olhos e preferiu o barulho. Pois a verdade, ao contrário do que a hiperdemocracia das redes insiste em pregar, nunca foi questão de maioria. A multidão estava errada naquele dia, ao passo que um punhado de mulheres permaneceu fiel ao pé da cruz, e a história, por uma vez, deu razão à minoria silenciosa contra o estrondo unânime.
Daí que o caminho estreito siga tão impopular quanto sempre foi, embora jamais tenha deixado de estar aberto. Ele não rende curtida, não cabe em slogan e raramente reúne plateia, e talvez resida nisso a sua única prova de autenticidade, porquanto tudo aquilo que a massa aplaude sem pensar costuma terminar, mais cedo ou mais tarde, com um inocente na cruz e um bandido solto, ambos sob o olhar satisfeito de quem jura que escolheria diferente.