Hoje, a mirrada milícia que se mantinha de pé contra Paulo Henrique Ganso jogou a toalha. Cansados, os insistentes combatentes baixaram as armas e desertaram. Paz!
De bandeira branca na mão, comemoram ao lado daqueles que sempre enxergaram o óbvio: estamos diante de um gênio.
Durante anos, a milícia bradou, hipnotizada, um coro que refletia uma certeza ignorante. A “falta de intensidade” foi o espantalho utilizado para rejeitar aquilo que eles não conseguiam compreender.
Meus amigos, intensidade é solucionar os problemas de alta complexidade cognitiva com pouco tempo e espaço; é tomar as melhores decisões, num milésimo de segundo, e executá-las através de gestos motores eficientes; é ter volume e eficácia nessas ações.
De uma vez por todas, isso precisa ficar claro: intensidade não é correr feito um cavalo premiado. O atleta pode ser intenso na recomposição, por exemplo, mas isso não o torna intenso na resolução de outras tarefas importantes do jogo. Cada jogador tem sua importância colocando suas próprias cartas na mesa.
E, se estivéssemos num jogo de poker, Ganso certamente seria um pomposo Royal Flush.
Aliás, contra o Bahia ele limpou a mesa. Não precisou blefar, não escondeu o jogo. Pelo contrário, mostrou aos mais de 50 mil presentes do que é capaz. Por um momento, a frieza do camisa 10 congelou um Maracanã que derretia sobre o impiedoso calor do Rio de Janeiro.
Não tenho a pretensão de tornar Paulo Henrique Ganso uma unanimidade. Você pode seguir valorizando a transpiração em detrimento da inspiração. É questão de visão de mundo. Entretanto, cuidado para não terminar como Lady Brett no fim do icônico “O Sol também se levanta” de Ernest Hemingway.
Após o derradeiro voo da ave, muita gente lamentará em pensamento: “Nós poderíamos ser tão felizes juntos.”
Ainda dá tempo…
Daqui para frente, muitos corredores surgirão, atletas com muito gás, munidos de fibras musculares de contração rápida, branquinhas, branquinhas. Em pouco tempo, se multiplicarão como filhotes de coelhos drogados de Pramil.
Jogadores como o camisa 10 tricolor, por outro lado, são artigos de colecionador, raros como um diamante vermelho, escassos como o amor verdadeiro.
Isso não é uma profecia, é uma realidade.
Um grande meia do futebol argentino disse uma vez que “correr qualquer um corre; jogar futebol é mais complicado.”
Ele não estava errado.
Entre a transpiração e a inspiração, eu fico com quem é VERDADEIRAMENTE intenso, mesmo que muitos não saibam o que é isso.
ST! 🇭🇺
Vale a pena assistir até o final.
Um professor de geografia simplesmente reduziu à pó pretenso empresário coach que tem a pretensão de ensinar pessoas enriquecerem
De charlatanismo o Brasil já está cheio de pastores e coachs desqualificados, precisamos de mais professores!
Desconsiderando a evidente antipatia que demonstra pelo Fluminense, tudo o que o PC Oliveira faz é justificar as decisões da arbitragem.
Um exemplo claro de um corporativismo cego, burro e infantil.
A opinião técnica desse suposto especialista tem o mesmo valor que um peido.
Penso exatamente como o Villani, narrando ao vivo no Premiere. Só tenho dúvidas - e nenhuma certeza -, sobre a imagem exibida que levou à anulação do gol do Fluminense. Aquela imagem é suficiente para interferir na decisão do árbitro no campo, de frente pro lance? Sei não...
@joseilan Ja adiantando a coletiva para você:
- meu time joga a cada três dias
- o desgaste dos meus jogadores
- somos o único time sem folga depois do mundial
- o campo mostrou que meu time tinha que saber sofrer
Não precisa nem assistir
Ja adiantando a coletiva para vocês:
- meu time joga a cada três dias
- o desgaste dos meus jogadores
- somos o único time sem folga depois do mundial
- o campo mostrou que meu time tinha que saber sofrer