O cidadão de esquerda no Brasil descobrindo que…
Na China a jornada é longa e existe a cultura do 996 (trabalhar das 9 da manhã às 9 da noite, 6 dias por semana em muitos setores).
Na China o agro é estratégico e apoiado pelo Estado, não demonizado.
Na China tem pena de morte pra traficante, estuprador e crimes graves, e a maioridade penal é aos 16 (podendo baixar pra 12).
Na China a pauta LGBT e pronome neutro não é bandeira, é censurada e tratada como influência estrangeira.
Na China o partido exige competência e resultado pra subir, não discurso e cota.
Na China facilitam empresa, dão incentivo e cobram imposto menor em vários setores.
Na China saíram da pobreza com trabalho e crescimento, não com Bolsa Família permanente.
Na China a polícia é dura, tem câmera em todo lugar e a taxa de homicídio é baixíssima. Aqui a esquerda ataca polícia e defende bandido.
Na China queimam carvão sem pedir desculpas e constroem usina e fábrica. Aqui a esquerda trava obra e hidrelétrica em nome do meio ambiente.
Na China valorizam família e estão desesperados por mais filhos. Aqui a esquerda ataca família tradicional e promove ideologia de gênero.
Na China o tráfico de drogas é punido com pena de morte. Aqui a esquerda defende descriminalização.
Na China não tem sindicato forte nem “direitos trabalhistas” do jeito que a esquerda brasileira imagina. O foco é resultado, não processo.
Na China desprezam quem vive de discurso, minoria e vitimização. Preferem quem produz.
O chinês real prefere conversar com a direita do que com a esquerda woke brasileira.
🚨 GRAVE: Vídeo antigo de Marina Silva volta a circular, com ela relatando como o PT fez acusações contra ela durante sua candidatura.
O detalhe curioso? são as MESMAS acusações que estão fazendo agora contra Flávio Bolsonaro.
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Ciro vencia Bolsonaro no segundo turno em 2018 e enterraria o bolsonarismo
O PT optou por manter a hegemonia da esquerda e entregou o país pra essa gente
Tudo que a gente vive de lá pra cá é culpa exclusiva do PT
LIDEM COM ISSO, o resto é pura narrativa política
Lula poderia ter apoiado o Ciro em 2022.
Lula poderia ter cumprido sua promessa de não tentar um 4º mandato e colocado Alckmin como cabeça de chapa.
Lula poderia, inclusive, ter colocado Camilo Santana para disputar esta eleição.
Mas a ambição falou mais alto.
EXCLUSIVO | Segundo relatos do banqueiro Daniel Vorcaro aos quais VEJA teve acesso, ele teria negociado com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto pagamentos para viabilizar o acesso a fundos de pensão de servidores federais. Entre os valores mencionados está um pagamento de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, além de outros valores não revelados.
De acordo com Vorcaro, a aproximação com o PT foi articulada por seu então sócio e CEO do Master, Augusto Lima, com a intermediação do então líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner. Os fatos estão registrados em um anexo levado à Procuradoria-Geral da República em junho passado, quando a segunda proposta de delação de Vorcaro foi descartada.
Segundo o banqueiro, os valores seriam destinados a despesas de um documentário sobre Lula gravado no exterior. O filme citado é Lula, dirigido por Oliver Stone, que reúne depoimentos de amigos e aliados do presidente.
Arraste para o lado e confira o documento levado à Procuradoria-Geral da República.
Para saber mais, acesse o site de VEJA e confira a edição nº 3016, já disponível nas bancas de todo o país. Link na bio.
#DanielVorcaro #BancoMaster #Brasil
"Ainnnnnn vcs viram que a Bruna Marquezine, a Ludimilla, a cantora fulana de tal, aquele ator lá da Globo, todos eles estão apoiando o Lula"
Então assiste esse vídeo aqui jumento e vê se aprende, o que todo cidadão esclarecido e que não se deixa ser manobrado por estes merdas, já tá cansado de saber.
🧐
O ‘rebranding’ de Lula
Editorial, O Estado de S. Paulo (08/10/2026)
Desnorteado depois da pancada nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu um salve “urgente” nas redes sociais com três “recados” à militância petista. Primeiro, que tenham “humildade” e “não falem mal do eleitor que não votou na gente”. Depois, que sua candidatura é “a única antissistema” e que a “promiscuidade” do Supremo Tribunal Federal (STF) foi jogada nas suas “costas”. Por fim, que o crime organizado atua como uma “multinacional” e que lugar de bandido é na “cadeia”. Ou seja, Lula quer que o eleitor esqueça quem ele sempre foi: arrogante, não humilde; associado ao “sistema”, sobretudo ao STF; e leniente com o crime organizado.
Recorde-se que o PT “antissistema” que Lula acaba de inventar recebeu cinco dos últimos seis mandatos presidenciais. Por 18 anos, negociou orçamentos, costurou coalizões, manuseou estatais, distribuiu subsídios e aparelhou gabinetes por toda a República. Nos bastidores, engendrou grossos esquemas de corrupção, como o mensalão e o petrolão. O Congresso, que até outro dia era xingado de “inimigo do povo” pelos petistas, hoje é amigo do PT, embrulhando no atropelo, pelas mãos dos aliados de Lula nas presidências da Câmara e do Senado, pacotes eleitoreiros bancados pelo contribuinte. Uma legenda assim pode reivindicar muita coisa, exceto a credencial de rebelde em Brasília.
O governo escandalizado com a “promiscuidade” do STF passou quatro anos recorrendo a ele ora como polícia da democracia, para perseguir adversários, ora como terceira casa legislativa, para abater legislações que o desagradavam e empurrar goela abaixo as que o interessavam. Na campanha, suas tropas de choque togadas meteram todos os dedos na balança eleitoral. O presidente que agora se diz preocupado com o “critério” de indicação ao STF é o mesmo que indicou seu advogado pessoal.
Em 2022, Lula declarou que a vitória da tal “frente ampla”, que o colocou na Presidência, não era sua nem do PT, mas de um “imenso movimento democrático” contra o bolsonarismo. Tão logo se aboletou no Planalto, o hoje “humilde” Lula escanteou aliados, governou só com o PT e deu as costas a eleitores centristas, abraçando as pautas da esquerda antediluviana. Quatro anos depois, roga aos seus bate-paus que tratem com carinho os independentes de cujos votos agora precisa desesperadamente.
Chega a ser um insulto à inteligência e à memória. Em 2013, quando o PT vivia o auge do poder e da arrogância, a musa intelectual das esquerdas, Marilena Chauí, explicou num evento com caciques petistas, entre palmas da plateia e risos de Lula, que “odeia a classe média”, porque ela é um “atraso de vida”, “petulante” e “terrorista”; uma “abominação cognitiva”, “ética” e “política”, “porque ela é fascista”. Eis a velha pedagogia petista: quem vota no PT é esclarecido; quem não vota é “fascista”. Pior: se for pobre, é ingrato, razão pela qual o “pobre de direita”, que não vota no PT, já virou personagem folclórico nos tratados da intelligentsia petista.
Tal como o milagre da recente conversão em massa dos petistas à religiosidade popular, a autocrítica tem hora marcada: a das eleições. Mas São Lula está há tanto tempo embriagado de si mesmo que nem sequer sabe o que é humildade. A mesma postagem que a cobra da militância afirma que “não temos que procurar defeito entre nós”. Talvez porque, na sua cabeça, não há o que procurar.
O chefão petista pede agora três semanas de amnésia coletiva. A respeito da segurança pública, por exemplo, quer que o País inteiro esqueça que seus governos nada fizeram contra as organizações criminosas e que a militância lulopetista continua a glamourizar bandidos como heróis da luta de classes ou a retratá-los como subproduto das injustiças sociais. Tudo para tentar conquistar um eleitor já vacinado contra as imposturas de Lula.
O nome elegante dessa estratégia é “reposicionamento”. O vulgar é oportunismo. Lula pode trocar de discurso, de aliados, de inimigos, de princípios e até de biografia como quem troca de roupa. Mas não pode trocar de povo, e o recado das urnas ao presidente é que o brasileiro está farto de ser tratado como trouxa. Assim como a humildade dos petistas, a paciência do eleitor também tem prazo de validade.
Quem DECIDE a eleição sabe que o Flávio Bolsonaro é RUIM, não adianta o Lula e a comunicação da campanha ficar batendo nessa tecla porque não vai virar nenhum voto.
Não estou falando de bolsonarista, mas sim dos eleitores do centro e os isentões. Lula prometeu uma frente ampla em 2022, mas entregou um governo petista.
O que esses eleitores podem esperar de um Lula 4?
Foram 'iludidos' em 2022 porque deveriam votar nele novamente?
E essa conversa sobre mexer na Constituição? Qualquer presidente que quiser aprovar reformas tem de mudar mesmo a Constituição. Via PEC. De FHC até agora foram 135 emendas constitucionais. Presidentes não podem vetar PECs aprovadas pelo Congresso. E não podem convocar uma nova constituinte, pois não há nenhum artigo na Constituição que permita isso.
Parem de aterrorizar a população brasileira. Não vai ter golpe! A não ser o golpe de acusar um falso golpe. O PT acusa de golpe qualquer evento que prejudique seu projeto de poder. A prisão dos dirigentes do PT pelo mensalão foi golpe. A prisão dos dirigentes do PT pelo petrolão foi golpe. O impeachment de Dilma foi golpe. A condenação e prisão de Lula foi golpe. E agora, qualquer coisa que ameace a reeleição de Lula é golpe. Na verdade, o PT não tem medo nenhum de golpe e sim de perder eleição.
Há uma campanha lulopetista de difusão maciça de fake news para insuflar o medo na população, numa orquestração jamais vista em nossa história eleitoral. Nessas circunstâncias, a probabilidade de Lula reverter a situação e vencer o segundo turno é grande. Isso só não ocorrerá se o desejo de renovação prevalecer sobre o medo: será quase uma insurreição eleitoral. Desgraçamente, a alternativa ao populismo dito de esquerda de Lula é um populismo dito de direita dos Bolsonaro, também ruim para a democracia. Todo populismo - não importa a cor - é antipluralista e iliberal. Nenhum dos dois vai dar um golpe de Estado no Brasil, mas ambos, no governo ou na oposição, vão continuar erodindo nossa democracia.
Meu povo LGBT! Entendam que nossas orientações sexuais e nossas identidades tem relevância apenas para nós mesmos! A grande maioria das pessoas não estão nem aí para sua sexualidade! Essa histeria coletiva de perseguição criada pela esquerda é um dos maiores retrocessos dos últimos 20 anos para a "causa gay"! Não se deixem manipular pelos alarmistas comunistas que só se importam com teu voto e são os primeiros a chamar vocês de VIADOS e SAPATÃO quando lhes convém! Sejam quem vocês são, e sejam felizes sem medo de um bicho papão ilusório criado por quem vê vocês como massa de manobra!
"O que aconteceu para a direita crescer tanto?"
A direita não cresceu. Muita gente votou no Flávio por não suportar mais o que os arautos da moral, da virtude, da superioridade moral intelectual esquerdistas fizeram nos últimos 4 anos.
Muita gente está disposta a votar em qualquer coisa (eu disse COISA, nem precisa ser pessoa) pois não suporta mais essa esquerda babaca, cirandeira, arrogante.
Não, a direita não cresceu. Cresceu gente que não suporta mais a esquerda, suas pautas apresentadas com agressividade, seu desdém por quem discorda, sua cultura de medo, perseguição e máquina de moer reputação.
Essa derrota é de vocês. Não é de nada fora. Façam uma autocrítica e mudem... ou continuem levando um pau nas urnas e culpando fantasmas externos a vocês.
Não existe coisa mais asquerosa do que a arrogância da esquerda. Eles realmente acham que o fascismo subitamente acometeu o Brasil, como se fosse um vírus transmitido pelo ar.
Não cogitam sequer por um minuto que TALVEZ, QUEM SABE, SUPOSTAMENTE Lula tenha feito um governo péssimo, com ideias velhas - um governo calcado em taxação e censura, e as pessoas comuns simplesmente reagiram a isso.
Talvez o motorista de Uber não queira ser regulamentado. Talvez o entregador de aplicativo não queira dar nenhum quinhão pro governo. Talvez as pessoas comuns não estejam tão preocupadas assim com inclusão social no banheiro do shopping. Talvez não queiram ver a cara de ministro do STF em toda e qualquer notícia que envolva política do país.
Não é que os outros sejam fascistas - é que a esquerda perdeu o contato com a realidade do homem comum há muito tempo.
🖖
Não faço campanha pelo voto nulo, pelo voto em branco ou pela abstenção. Mas considero ser meu dever dizer qual é a minha opinião pessoal sobre a disputa presidencial em curso, para esclarecer e não para convencer ninguém. Segue abaixo.
MINHA DECLARAÇÃO DE VOTO
Não escolho entre um populista de esquerda e um populista de direita. Não tenho ilusão de ser seguido por multidões nessa opção. Como democrata liberal, faço parte de uma ínfima minoria.
Alguns me dizem, num estilo meio Dilma: “Ah! Mas se você não votar no Lula o Flávio Bolsonaro ganha”. Ora, não vou deixar de criticar Lula e o PT por causa disso. Meu voto é irrelevante e minha influência muito limitada em termos eleitorais.
Ademais, as eleições de 2026 não vão resolver os nossos problemas. A crise institucional, que já está instalada, continuará e se aprofundará. Seja qual for o eleito, prosseguirá a degeneração das instituições brasileiras e aumentarão os riscos de autocratização da nossa democracia.
Não vou fazer campanha indireta para Lula, repetindo dia e noite que Flávio é golpista, como estão procedendo alguns declarados democratas liberais que adotam o álibi de “progressistas” para atuar como linha auxiliar do governo, do PT e da esquerda socialista.
Se você é um democrata liberal não pode, até por decência, ficar repisando a ideia de que só golpes de Estado ameaçam a democracia. Não pode alertar apenas para o perigo do golpismo (à moda antiga, desferido com protagonismo militar) que quer derruir as instituições da democracia, e deixar de dizer que a democracia pode ser erodida por dentro, pela captura das instituições para colocá-las a serviço do projeto de poder de um partido hegemonista (o qual, pelo fato de não ser golpista em termos clássicos, nem radical ou extremista, não deixa de ser avesso à democracia liberal). Se faz isso, engana o distinto público.
E eu não vou enganar ninguém.
Se Flávio for eleito, o Brasil se alinhará aos EUA (e integrará o Escudo das Américas de Donald Trump) além de se aproximar da direita populista internacional (entre outros, Le Pen, Meloni e Salvini, Farage, Abascal, Ventura, Netanyahu e até a AfD) e transigirá com Putin. Mas é improvável que, por causa disso, Trump vá invadir militarmente o Brasil ou roubar nossas riquezas minerais, como as terras raras e o petróleo da margem equatorial.
Também é improvável que Flávio consiga dar um golpe de Estado à moda antiga, pois não conta, assim como seu pai já não contava, com apoio militar para tanto.
Mas a famiglia Bolsonaro é realmente um horror e ninguém sabe o que poderá acontecer quando voltar ao governo.
Se Lula for eleito o Brasil se aproximará ainda mais das maiores (e menores) ditaduras do planeta que compõem 80% do BRICS a pretexto de combater o imperalismo norte-americano e se afastará das democracias liberais (como as que estão na OCDE) em nome da defesa do multilateralismo (e contra o neocolonismo europeu) do chamado “Sul Global” (continuando a apoiar Rússia contra Ucrânia, China contra Taiwan e Irã contra Israel).
Como Lula e o PT não são golpistas, nem extremistas (que apostam na ruptura), não darão nenhum tipo de golpe de Estado à moda antiga, mas é certo que aprofundarão o processo, iniciado no início do século, de conquistar hegemonia sobre a sociedade a partir do Estado controlado pelo partido para se prorrogar no governo por tempo suficiente, até conseguir alterar o DNA da democracia, substituindo-a por cidadania ofertada para o povo pelo líder populista e seu partido.
E como Lula e o PT não vão expulsar do país cerca da metade da população brasileira que não gosta deles (e escolherá parlamentares de oposição ao governo) e como esse imenso contingente não vai ser evaporado por bombas termobáricas, será um governo altamente instável. Sem maioria no Congresso Nacional e nos governos e parlamentos estaduais e municipais, nas mídias sociais e nas ruas, Lula terá de governar com o STF funcionando como um tribunal de exceção num clima fake de defesa da democracia e da soberania, como se o 8 de janeiro fosse uma ameaça de golpe permanente, até 2030 e além. O pior é que, nomeando mais quatro “Dinos”, o PT estabelecerá uma maioria tão esmagadora na suprema corte que só poderá ser revertida na segunda metade do século 21.
Sabendo de tudo isso, caro leitor, vote você em quem quiser. Eu não voto. Meu papel é outro. Pode contar comigo, entretanto, para construir uma alternativa de centro democrático liberal para 2030.