taylor eu tiro o chapéu você é muito inteligente conseguiu se colocar no videoclipe falso eu tiro o chapéu pra você e a gente ta esperando o clipe de verdade
De fato. E ela nunca saberá. Mulher é um conjunto de complexidades, hormônios e particularidades. Um turbilhão de emoções que precisam se adequar a rotina porque perder o réu primário alegando TPM não pode. Não somos melhores ou piores que ninguém e o respeito deve ser mútuo, algo que a deputada precisa entender. E paro por aqui porque é assunto que já deu. Bora seguir a vida.
vi um post assim no instagram: jk rowling cria organização que luta contra os direitos trans
fui pesquisar né... fontes confiáveis? nenhuma
aí descubro que é o women's fund: que oferece apoio pra quem luta pra manter os direitos das mulheres com base no sexo
que salto né
A grande questão ñ é reduzir a mulher a seus órgãos sexuais/reprodutivos é reduzir o q é ser mulher a performances, a feminilidade, estereótipos. Além disso mulheres tbm tem suas especificidades biológicas, q o transativismo tenta apagar em nome de uma unidade de "identidades".
Mulher não é definida por “estar menstruando” ou “ser fértil no momento”, mas por pertencer ao sexo feminino. Infertilidade, menopausa ou histerectomia não mudam isso, são variações ou limitações de uma biologia que já é FEMININA. Confundir função com essência é erro lógico. Direitos e vivências são importantes, mas não definem o sexo.
Érika Hilton não serviria para presidir a Comissão da Mulher no Congresso nem se fosse mulher. O problema dela não é ser trans; o problema dela é ser autoritária, preconceituosa, misógina, agressiva, desequilibrada e intelectualmente limitada. Essa pessoa é um desserviço total.
Você pode admirar a Erika Hilton como pessoa, política ou comunicadora, isso é legítimo. Mas representação feminina não é sobre simpatia, talento ou cultura. É sobre experiência material da condição feminina: nascer mulher, crescer como menina e viver as implicações sociais, biológicas e históricas disso. Quando o critério deixa de ser a realidade do sexo e passa a ser apenas identificação, o conceito de “mulher” perde qualquer contorno objetivo. Respeito individual é uma coisa. Representação política de uma categoria concreta é outra.
Um ótimo retrato da classe política brasileira. Reparem:
“Hoje dei mais um passo na reparação da minha própria história.”
“Por isso, hoje ocupei com honra”
“Hoje fiz história por mim.”
Trata-se de um discurso profundamente narcisista, triunfalista e autocelebratório. Constrói uma narrativa heroica em que o próprio autor se coloca simultaneamente como vítima e como salvador.
A política deixa de ser serviço público e passa a ser palco para a glorificação pessoal. Típico da republiqueta, nada pelo povo.
Alma pequena que acredita ser Deus, da tanta importância a si mesmo que esquece que é pó - e ao pó voltará.
A Érika Hilton não só tomou o lugar de uma mulher na presidência da Comissão dos Direitos das Mulheres como nos XINGOU de imbeCIS (cisgênero), pessoas pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao sexo atribuído no nascimento, e disse que latimos (quem late é cachorra)
Não estamos fazendo barulho o suficiente pra retirar a presidência dessa pessoa
Nem sequer nessa comissão ela deveria estar
Os interesses que ela representa (ou deveria representar) são o de uma minoria transgênero
A luta dessa minoria, válida e necessária, não se confunde com a luta das mulheres
Eu não sei o que é ser trans, as necessidades deles não são as mesma que as minhas. Nunca serão
Érika Hilton ou qualquer mulher trans não representa as mulheres e as mulheres não representam as trans
Somos distintas
Eu não me oponho automaticamente à ideia de um homem na presidência da Comissão da Mulher.
Se fosse, por exemplo, um advogado que passa a carreira defendendo mães vitimadas pela Lei de Alienação Parental, eu provavelmente aceitaria melhor do que uma deputada que apresenta projetos sugerindo a ideia lunática de que existe uma “epidemia de denúncias falsas” da Lei Maria da Penha.
O problema, portanto, não é simplesmente ser homem. O problema é o homem em questão.
Um homem que se crê mulher é, por definição, o menos capacitado para ocupar esse cargo.
Porque sua identidade depende justamente de negar aquilo que fundamenta a existência da própria comissão: a realidade material específica das mulheres.
O delírio pessoal dele exige ignorar o único marcador comum entre todas as mulheres do mundo, em qualquer idade, classe social, raça, cultura ou sociedade: o sexo.
Para não “reduzir mulheres à biologia”, chamam mulheres de “pessoas que gestam”. Mas para incluir homens que se identificam como tal, usam a palavra “mulher”. A linguagem curiosamente só desaparece para as próprias mulheres.