Demitiram um técnico que se classificou dentro da Argentina com um a menos.
Que ganhou do Palmeiras sem sofrer chute, que empatou com o PSG.
Demitiram esse técnico por causa de duas taças que valem um guaravita e duas bananadas para trazer um cara que não sabe jogar com um a mais!
Realmente BAP, botou o Flamengo no trilho, no trilho da eliminação.
Eu fiquei pensando em uma coisa depois desse jogo contra o Del Valle.
Será que o torcedor do Flamengo consegue entender a dimensão do que está acontecendo com esse clube?
Porque eu fico imaginando: se a gente pegasse um torcedor de 2018, colocasse ele para dormir e falasse: “acorda em 2026”. E aí mostrasse o Flamengo vencendo o Del Valle por 2 a 0, em Quito, a quase 3 mil metros de altitude, depois de sofrer no primeiro tempo, voltar muito melhor no segundo e construir uma vantagem enorme para chegar à semifinal da Libertadores…
Será que ele acreditaria? Eu acho que não.
E talvez seja porque a gente se acostumou.
Mas não faz tanto tempo assim que o Flamengo colecionava vexames na Libertadores.
Em 2012, a eliminação na primeira fase veio daquele jeito que só o Flamengo conseguia proporcionar.
O Léo Moura dando entrevista ao vivo… e, de repente, sai o gol do Emelec contra o Olimpia, que elimina o Flamengo.
Em 2014, eliminação para o León, com o Maracanã lotado.
Em 2017, oito combinações possíveis para o Flamengo se classificar na última rodada. Aconteceu justamente a única que eliminava.
E em 2018, Cruzeiro. 2 a 0 no Maracanã. Eliminação nas oitavas.
E eu lembro de uma coisa que talvez quem é mais novo nem consiga entender. O torcedor cantava:
“Libertadores, qualquer dia tamo aí. Qualquer dia.
Como se disputar a Libertadores fosse uma coisa quase impossível.
O Flamengo chegou a fazer festa por terminar o Brasileirão em sexto lugar. Porque sexto lugar dava vaga na Libertadores.
Hoje, pensa nisso: é inimaginável pensar em uma Libertadores sem o Flamengo. E não é só porque o Rubro-Negro passou a disputar o torneio com frequência. É porque passou a ser protagonista.
Por anos, o Flamengo teve uma Libertadores. Hoje, é tetracampeão da América. Único brasileiro com quatro.
E chegou ao ponto de causar preocupação na Argentina pelo risco de alcançar o Independiente como maior campeão da competição.
E talvez seja justamente aí que esteja a questão: será que o torcedor está conseguindo aproveitar isso?
Porque naquela época, quando a bola como a do González ontem ia na trave, a gente pensava: “Essa bola vai entrar.”
Hoje, quando o Flamengo vai para Quito, toma pressão no primeiro tempo e volta para o segundo tempo para ganhar de 2 a 0… a gente começa a achar normal.
E talvez não seja! Talvez a gente precise parar um pouquinho.
Olhar para trás. Lembrar de onde esse clube estava. E entender onde ele chegou. Porque o Flamengo que um dia cantava “qualquer dia tamo aí”… Hoje entra em campo na Libertadores e faz o adversário tremer.
Então, sinceramente?
Eu não sei se o torcedor de 2018 acreditaria no Flamengo de 2026. Mas tenho certeza de uma coisa: o torcedor precisar entender que está vivendo uma das maiores transformações da história desse clube.
E talvez um dia… olhe para 2026 e pense: “Caramba, eu estava lá.”
Então: DESFRUTEM.
Botei docinhos para os erês pela primeira vez.
Chicão comeu. Disseram que a oferenda foi aceita pq menino e cachorro é tudo igual.
Hoje recebi um presente deles.
Perguntei ao meu marido: qual é a saudação para os erês?
Ele: se pra exu é laroyê, pra eles deve ser ilarilariê 😁
pra quem gosta de spoiler: ela teve um filho e foi forçada a abandonar a criança. pra conseguir encontrá-lo no futuro, ela fez uma tatuagem no calcanhar dele. anos depois ela foi presa e abusada. nessa cena ela vê a tatuagem e descobre que o abusador era o próprio filho
Hoje meu aluno vomitou de novo depois de comer abacaxi no almoço. Todo mundo falando que ele tem alergia.
Aí ele me fala: tio, eu não consigo nem sentir o cheiro! (Ele é ogã.)
Eu pra ele: isso é quizila, menino, foge de abacaxi! 😂