O Flavio Bolsonaro é tão burro, que não se dá conta que todas as desculpas que tem dado são facilmente refutadas pelas próprias mensagens vazadas.
Primeiro, diz que não sabia na época que Vorcaro era um criminoso é que só seria condenado depois, mas, ao mesmo tempo, dizia “Eu sei que você tá passando por um momento dificílimo aí também”.
Bom… que “momento dificílimo” que um bilionário para quem você tá cobrando centenas de milhões de reais pode estar passando “também”? Gripe? Chifre?
Enfim…
Depois, dizem que chamar de “irmão” é gíria carioca. Que qualquer um que compra um coco numa praia do Rio chama o vendedor assim.
Pois bem. Se eu chegar para o vendedor de coco aqui na frente de casa e disser “Irmão, estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente!”, das duas uma: ou tô bêbado no nível “te considero pra caralho”; ou tenho a ele uma fidelidade típica de quem sustenta minha família com esses “cocos”.
Foi assim que, um dia depois de a população quase exercer o direito de se locomover pela cidade sem a condicionante de ter dinheiro, os trens voltaram a circular. https://t.co/QK7DO3MD2x
Arte para o Kanjerê (festa) do grupo Nzinga com show do Mestre Tião Carvalho! Deu meia noite e Alcantara não vai dormir neste sábado! #design#thcdejesus
O Douglas Adams vendia a toalhinha de rosto como o item indispensável do mochileiro intergaláctico. O mercado já inventou a variante mochileiro virtual: o mousepad gamer invocado.