@AdenirSilva1 Isso que vc falou é uma daquelas coisas que clama por ser falado, mas por alguma razao ninguem fala, e quando alguem fala , vem uma especie de prazer espiritual que se materializa num "like".
@ivanildoiii Antes da "revelacao", ninguem podia dizer que era o xandao, e por isso o assunto nao poderia ser levado em frente.
Depois da "revelação", torna-se de repente "óbvio que era o xandao" e justamente por isso o assunto nao deveria ter sido levado à frente.
@daemonctl@Punishedcopiune@elivieira Nao deve ser só isso, mas nao sabemos o que é. Alguma coisa é. Se funciona bem 99,99991% das vezes (a síntese das proteinas), por que nao funciona uma vez? Acho que nao sabemos.
@corujaofinance@Oflicg Eu busquei esse equilibrio nos 30, fiquei pra trás, e quase nos 40 percebi que tenho de dar duro enquanto ainda sobra energia.
Em defesa: é possivel que o rapaz ainda novo se esgote; certos trabalhos exigem muito, e nao necessariamente dão contrapartida nem short nem longterm
@reporterenato@HelioTelho Decisão judicial nao é lei, para que possa ser revogada. Alias, antigamente falávamos em "coisa julgada", e nada podia alterar os efeitos de uma decisão judicial.
Cada decisao final "revista" ou "revogada " atenta contra a força de TODAS as decisões, presentes e futuras.
O Brasil é governado por uma Junta Cívico-Jurídica que tem como expoentes Lula, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Um consórcio autoritário que submete a todos, inclusive a imprensa que o apoia deliberadamente e por interesses mesquinhos. Essa Junta destruiu a Lava Jato e sufocou um movimento político de massa de origem popular, legítimo e democrático. Acusado de radicalismo, por mera questão de forma e não de conteúdo, esse movimento amadureceu e agora entrega um candidato adaptado à forma. Mesmo apanhando todo dia dessa mesma imprensa, Flávio e seus aliados absorvem acusações falsas e críticas desonestas; e ainda mantêm o diálogo com todos. Da última vez que esteve no meu programa, há mais de um ano, declarou ao vivo seu respeito ao meu trabalho, citando minhas críticas duras, mas honestas. Teve a coragem de ser entrevistado pelo jornalista que publicou a história da compra de sua casa em Brasília. Não foi à Justiça tentar derrubar a matéria, não fez ameaças, não pediu para a PF quebrar meu sigilo para descobrir a fonte da reportagem. Seu pai (Jair) também me recebeu no Planalto, mesmo quando criticado por mim por suas escolhas para a PGR e para o STF. Já fui censurado pela Junta, nunca por qualquer bolsonarista. Despertei para isso há alguns anos e estimo que o mesmo aconteça com outros jornalistas, acadêmicos, financistas etc. Me lembro que, em 9 de janeiro de 2023, ao questionar um advogado do PT, -- bastante conhecido e educado -- sobre os abusos de direitos humanos contra cidadãos comuns indignados com a eleição de Lula, ouvi a frase "que Moraes tranque todos eles e jogue a chave fora". Essa frase funcionou na minha cabeça como um gatilho, foi literalmente uma 'virada de chave'. Percebi ali que a "forma" é irrelevante diante do conteúdo e, muitas vezes, tem até sentido tático. Por isso, coloquei meu microfone em defesa dessa gente vítima do arbítrio da Junta. Por isso, nado contra a maré da conveniência. Coloco minha experiência de quase 30 anos de jornalismo político e investigativo para ajudar na qualificação também desse debate, que é o mais importante de todos: queremos viver a divergência de maneira democrática, no estado de direito, fazendo o embate de ideias pela política, ou pacificar o país na marra, no medo, trocando o barulho das redes pelo silêncio das masmorras da PF? Rogo ao jornalistas que ainda pretendem fazer seu ofício que compreendam o atual limiar civilizatório que vivemos. Jornalistas devem fiscalizar o poder, criticar, se opor (podem até elogiar o que está certo rs), mas isso só é possível numa sociedade democrática. É preciso colocar um fim no regime atual em outubro, antes que o próximo outubro nunca chegue.
@ivanildoiii Significa que Lima Barreto ja descreveu e satirizou o problema ha mais de 100 anos e continuamos assolados por ele (Os Bruzundangas)
Ridendo castigat mores? Quisera...
@rainersousa@Chucky0645@serenax44_@ivanildoiii@itacarlos26 Algo de 40 anos atras? A respeito de cuja ocorrência a própria vítima nao guarda sigilo, e constitui objeto de entrevistas e pronunciamentos públicos?
O sigilo nao me parece defensável. Quero lembrar que este caso * virou nome de lei* . Virou questao de interesse público.
@rainersousa@Chucky0645@serenax44_@ivanildoiii@itacarlos26 Pode, pra resguardar a intimidade dos envolvidos. Mas a regra geral é a publicidade, porque a transparência é elemento fundamental de credibilidade.
Neste caso em particular - estamos tratando de algo que tem mais de 40 anos, e do mais alto interesse publico - pq sigilo?
@gustavobarakat@ivanildoiii Olha, é estranho. Antes eu nao estava sabendo de nada e agora - ainda sem saber de nada - estou com uma impressão de que "tem alguma coisa aqui". Censura nunca é solução.