Nada me tira da cabeça que alguém muito bom de lábia andou vendendo serviços de assessoria e submissão ao Grammy Latino de um jeito que esses artistas entendessem que estavam praticamente sendo indicados e por isso tá todo mundo iludido.
@Nl_lindona Minha avó se casou em janeiro, minha mãe nasceu em abril do mesmo ano. Eu brinco que a minha mãe foi a primeira bebê que nasceu de três meses na história da humanidade.
Casemiro nasceu com o cu pra lua mesmo, tudo que esse cara faz é genial.
Fez uma pergunta incrivelmente merda para um atual campeão do mundo e recebe a melhor resposta possível.
O fede a sucesso, não tem jeito.
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
Podem rir agora, embora seja bizarro ter brasileiro realmente feliz com isso, mas escrevam: essa historia não terá um final feliz.
Prejudicaram Cabo Verde
Assaltaram o Egito.
Precisaram de ajuda externa pra passar por 2 seleções que mal frequentam a competição.
A Argentina ainda não enfrentou nenhuma seleção sequer do SEGUNDO escalão do futebol mundial.
Estão adiando o inevitável.
Tudo que eu vejo dos jogadores do Brasil e suas famílias me irritam profundamente. Tudo é uma grande falta de vontade, de bom senso. Até as coitadas das crianças tem que vestir roupas personalizadas de marcas bregas ao invés da camisa da seleção. É tudo brega, cafona e mal feito
e quando voce critica algum jogador e recebe a resposta "você que é bom" KKKKKKK
porra, então a regua de comparação pra ser um bom jogador sou eu??? q maluquice
La celebración de Neymar riéndose en la cara del portero de Noruega por marcar un gol de penalti inútil tras desequilibrar tácticamente a Brasil, arrastrarse por el campo y hacer el ridículo es vergonzosa.