Não quero número, não quero ponderação, não quero análise. Se o ER7 for sair mesmo do Bahia e projetar se aposentar em breve, um projeto Last Dance no Carioca 2027 é tem meu apoio INCONDICIONAL. Questão de gratidão, brilho no olhar.
Arrascaeta é o maior estrangeiro que já jogou no futebol brasileiro.
Não é exagero.
É currículo. É número. É taça. É longevidade.
São mais de 560 jogos por Cruzeiro e Flamengo.
Mais de 150 gols.
Quase 150 assistências.
Mais de 300 participações diretas em gols.
E estamos falando de um meia.
No Cruzeiro, virou recordista entre estrangeiros.
No Flamengo, também.
Maior artilheiro estrangeiro da história do clube.
Estrangeiro com mais jogos pelo Flamengo.
E ainda empilhou títulos.
3 Libertadores.
3 Brasileiros.
4 Copas do Brasil.
Recopa.
3 Supercopas
Muitos Estaduais.
Arrascaeta não teve só um grande auge.
Teve mais de uma década em altíssimo nível no Brasil.
Decidiu final.
Decidiu clássico.
Decidiu mata-mata.
Fez História.
Petkovic foi histórico.
Conca foi genial.
Gómez é vencedor.
Valdivia marcou época.
Mas nenhum deles reúne, no mesmo pacote, tantos jogos, tantos gols, tantas assistências, tantos títulos e tanto protagonismo por tanto tempo.
A discussão acabou.
O número 1 é Arrascaeta.
Faz tempo.
O maior gringo da história do futebol brasileiro.
Se for confirmado que essa game play é realmente o GTA VI, eu vou vender minha casa, meu carro, minha mulher e meus filhos pra comprar o jogo se precisar.
Gabigol. É uma conexão transcendental. Daquelas que você não encontra em qualquer esquina, que não se explica apenas por gols, títulos ou números. Gabigol foi personagem, protagonista, antagonista, provocador, herói. Foi parte da identidade de uma geração inteira de torcedores.
O time de 2019 era o mais mágico.
O de 2022 era o mais equilibrado.
O de 2025 era o mais copeiro.
O desse ano não é absolutamente nada disso, mas será campeão por ser naturalmente superior. Vamos por mais.