Transaliados estão a todo vapor contra a decisão da CBV de banir travestis do vôlei feminino em consonância com o Comitê Olímpico Internacional. Dizem que questões "meramente biológicas" não deveriam justificar tal impedimento.
Entretanto, o critério biológico, fenotípico, é simplesmente a base dos esportes. Ele é que garante uma das 4 regras do flairplay: a igualdade de oportunidades, ou seja, a garantia de que todos os participantes tenham condições idênticas de disputa.
Por isso, existem categorias separadas por sexo, idade, peso, altura. Você não coloca garotas e garotos para concorrer com mulheres e homens adultos. Você não coloca boxeadores peso pena para concorrer com os pesos pesados. Em esportes como vôlei e basquete, o critério de alta estatura é essencial.
Pela mesma razão, homens travestidos de mulher não podem concorrer com mulheres. Homens são em geral mais altos e fortes do que mulheres, portanto, têm vantagens óbvias contra mulheres, destruindo a garantia de que todos os participantes tenham condições idênticas de disputa.
Transfemininas têm que concorrer entre si ou com outros homens. Narrativas ideológicas não superam a realidade. Ela é soberana. 👑
@marciodbarreto@Dudu Claramente, você nunca leu sequer um estudo sobre os efeitos dos bloqueadores hormonais em mulheres trans. Antes de escrever baseado em achismos, é importante ter, no mínimo, algum conhecimento sobre o assunto que está sendo discutido.
É muito triste em muitos níveis ler esses comentários sobre a questão da atleta de vôlei Tifanny. É um retrocesso absurdo. E sabe o que é o pior? Que as pessoas que destilam ódio e transfobia diante do caso sequer têm conhecimento sobre a causa. Lamentável!