Só coincidência?
A Transparência Internacional lembra que Weverton Rocha, vice-líder do de Lula (PT), alvo de operação da PF no esquema do INSS, “também foi relator da reforma que desidratou a Lei de Improbidade Administrativa”.
Em depoimento prestado para a Polícia Legislativa, um comerciante afirma ter participado de uma trama para acusar - falsamente - Alfredo Gaspar, hoje vice da campanha de Flávio Bolsonaro. A trama aponta diretamente para o deputado federal Lindbergh Farias e envolve o pagamento de, pelo menos, R$ 16 mil reais...
Vamos de fio (+)
SUR-PRE-SA! 🤡
“O caso começou a ser descoberto em 14 de abril, quando a assessora de Gaspar, Marise Pena, relatou à Polícia Legislativa ter recebido uma ligação de Luiz Antonio Lopes. Segundo ela, o homem afirmou ter conhecimento de uma armação envolvendo uma jovem que assumiria identidade falsa e receberia dinheiro para sustentar uma história de abuso sexual contra o parlamentar.
Lopes, em 23 de abril, confirmou em depoimento à Polícia Legislativa que conheceu uma jovem chamada Marcela, que teria sido orientada a se apresentar como “Jailma”, suposta mulher de origem nordestina que teria sido abusada por um político quando adolescente e engravidado em decorrência do crime. Marcela fora convencida, segundo Lopes, por um suposto assessor parlamentar de nome Lucas, ligado à prefeitura de Nova Iguaçu, berço político de Lindbergh.
O depoente afirmou ainda que sua própria conta bancária foi utilizada para receber valores destinados a Marcela. Foram três supostos pagamentos: um de 10 mil reais, um de 4 mil reais e um terceiro de 2,5 mil reais.
Chama a atenção no depoimento é que um desses pagamentos feitos a Marcela, o de 4 mil reais, por intermédio de Lopes, ocorreu pela conta de Carlos Roberto Lopes, presidente da Conafer. Carlos Roberto chegou a ser preso por determinação da CPMI do INSS por mentir ao colegiado.
No depoimento, Luiz Antônio Lopes narra que Marcela chegou a fazer uma reunião pelo Google Meet em que supostamente teria a participação de Lindbergh Farias.
“Marcela viabilizou uma reunião virtual realizada por meio da plataforma Google Meet, ocasião em que estavam presentes o próprio Lindbergh Farias, Carlos Roberto Lopes, um vereador de Nova Iguaçu/RJ conhecido como “Toninho da Padaria”, além de outras pessoas não identificadas; QUE, durante essa reunião, Marcela cobrou o pagamento que lhe havia sido prometido, tendo sido informada de que o valor seria providenciado, o que de fato ocorreu por meio de terceiros; QUE os pagamentos eram feitos, em regra, por outras pessoas, aparentemente para evitar que os principais envolvidos figurassem diretamente nas transações; QUE, segundo sua percepção, o declarante acredita que Lindbergh Farias parecia ter ciência do contexto tratado nas reuniões e integraria o conjunto de pessoas que discutiam os desdobramentos da narrativa”, aponta o boletim de ocorrência.
“Quando Lindbergh Farias levou adiante a acusação pública ao longo dos trabalhos da CPMI, caiu a ficha para o denunciante sobre a efetiva trama em curso; QUE o plano, conforme compreendeu, consistia em apresentar a falsa vítima Marcela, sob o nome de “Jailma” e, num segundo momento, fazê-la desaparecer, para depois sustentar publicamente que o relator da CPMI do INSS teria mandado sumir com ela, aprofundando a suspeita e o desgaste político”, acrescenta o boletim de ocorrência.”
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IVERMECTINA Redução de 70% das infecções com uso após exposição .
Esse era o estudo de profilaxia da IVERMECTINA q o grupo do #Fauci discutia no privado como possível tratamento, mas depois, em público, ELE decidia q não era ciência.
Qntas VIDAS poderiam ter sido salvas?
@BlogdoNoblat Vai tomar no cu, velho filho da puta. Voce mama na rola do ladrao na teta do Estado, cuzao. sabe que gastança desenfreada cobra em forma de inflacao, que fode o Pobre bMas vc ta cagando pro pobre ,seu bosta. Voce quer holofote e grana, vagabundo militante terraplanista economico.
@leolinshumor Servidor federal,.Doutor em sociologia ( zero conexao com o Mundo real) e lambe Saco do PT. Um verme mesmo,.o retrato da falencia do.cuzil
É óbvio, mas vale a pena repetir:
O CPP proíbe expressamente que o Moraes atue nesse caso sobre vazamentos de dados de parentes seus. É um impedimento claríssimo.
Mas a Lei não vale mais nada neste país.
O Brasil não é um Estado de Direito há anos.