🚨 Estou acionando o Ministério Público Federal pra que a justiça proíba, IMEDIATAMENTE, a publicidade de bets e odds por comentaristas esportivos durante transmissões.
É inaceitável um comentarista usar a sua posição de “especialista” pra induzir os telespectadores a apostarem.
Mais inaceitável ainda é eles sugerirem apostas em resultados improváveis como uma forma de ganhar dinheiro fácil, dando a entender que o resultado é provável.
Isso ultrapassa todos os limites. Toda forma de publicidade precisa ser devidamente sinalizada, e a publicidade de bets, que por mim sequer existiria, precisa obedecer a regras específicas e precisa do mínimo de decência.
Bet não é esporte. É jogo de azar, é vício, é empobrecimento, é endividamento e é uma causa de SUICÍD*O.
A ONG Caminando Fronteras da Espanha calcula que, em 2024, morreram na travessia do Mediterrâneo ou na costa do Atlântico,10.457 migrantes africanos. Uma verdadeira tragédia.E alguém da Europa se importa? Ao contrario, escondem as cifras. É a crise da civilização ocidental.
Olimpíadas de Atlanta, 1996: Pela primeira vez na história, a bandeira palestina desfilava em uma Olimpíada.
As lágrimas do porta-bandeira Majed Abu Maraheel eram as lágrimas de milhões de palestinos.
Ele foi assassinado por "israel" no genocídio em Gaza em junho, aos 61 anos.
“O colonialismo não é uma maquina pensante. Nem um corpo dotado de aptidões racionais. É a violência no seu estado natural e só sucumbirá quando for confrontada por uma violência maior.” Fanon, 1961.
🇺🇸 "Eu nunca permitirei que alguém esqueça da nossa bela Palestina🇵🇸 ou do nosso belo povo."
"Não tenho medo de perder trabalhos como modelo e continuarei a falar sobre a Palestina."
- Bella Hadid, cancelada pela Adidas por se opor ao colonialismo de Israel
Via @afshinrattansi
➡️ Manifestantes se reuniram na noite desta quinta-feira (13/6) na Avenida Paulista para protestar contra o projeto de lei que equipara o ab0rto ao crime de h0micídio. O movimento, que também ocorre em Brasília, Rio de Janeiro e outras capitais, é uma resposta à alteração no Código Penal que prevê penas de 6 a 20 anos de prisão para abortos realizados após 22 semanas de gestação.
O projeto, aprovado em regime de urgência pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na quarta-feira (12/6), foi criticado pelos manifestantes, em sua maioria mulheres. Eles interditaram a Avenida Paulista em frente ao Masp, bloqueando todas as faixas no sentido Consolação às 18h45, e direcionaram seus gritos de guerra a Lira. A urgência na tramitação do projeto, que permite sua votação diretamente no plenário sem passar por comissões, aumentou a indignação dos manifestantes.