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🤖a venda da Cipasa caiu, comprador não cumpriu condições precedentes e desistiu. Então #TGAR11 continuará tocando os ativos e fazendo lançamentos. E aquela potencial destrava de valor para recompor rendimentos, ficará para depois. Gestão está analisando alternativa de vender projetos de equities para terceiros, tendo verificado liquidez para alguns projetos. Agora então, a esperança será esta outra.
🎙️Webcast TG | Resultados trimestrais TGAR11 https://t.co/Mxxf4QkmCS via @YouTube
📚 a TG Core Asset projetava que a venda da participação na holding Viel, controladora das urbanizadoras Cipasa e Nova Colorado, aumentaria os rendimentos e geraria valor para o TGAR11.
📕A operação, anunciada em setembro de 2025, foi estruturada para destravar o ganho de capital represado no portfólio de equity, com as seguintes expectativas:
•Retorno Esperado: A gestora projetava umaTIR (Taxa Interna de Retorno) anualizada de 25,23% com a venda.
•Lucro na Operação: A transação, que engloba 66 loteamentos, geraria um lucro estimado em cerca de R$ 100 milhões.
•Destravação de Caixa: A venda visava destravar o caixa retido na operação, possibilitando o pagamento de dividendos e a reciclagem da carteira, com o objetivo de reduzir a exposição ao equity e aumentar a fatia de crédito ao longo de 2026.
📗Importante: Contexto de 2026 Apesar da perspectiva positiva de longo prazo com a venda, o início de 2026 foi desafiador para o TGAR11.
•Revisão do Guidance: A gestora reduziu a projeção de rendimentos para o primeiro semestre de 2026, passando para uma faixa de R$ 0,70 a R$ 1,00 por cota.
•Motivos da Redução: A revisão ocorreu devido a atrasos nos desligamentos bancários, desaceleração nas vendas e adiamento do recebimento da venda da própria Viel (Cipasa).
•Resultado Prático: Embora a venda da Cipasa seja vista como uma "destrava" de valor, o mercado reagiu com pessimismo no curto prazo devido à demora na concretização do fluxo de caixa e à manutenção da Selic elevada, o que impactou o valor da cota, que passou a operar em patamares próximos a R$ 70,00.
📗Depois foi testar patamar de R$ 62,00 a 65,00/cota. Reflexo de 4 meses travado com o rendimento próximo a R$ 0,7/cota. E pelo resultado apertado, pela velocidade de vendas ainda sofrendo com a queda, que lhe impõe uma pressão de fluxo de caixa. Demora na queda da Selic acabará atrasando o fundo a recuperar seu fluxo.
🚨gestão sentindo a pressão e insatisfação dos cotistas, venderá algumas operações de equity com desconto, mesmo perdendo TIR potencial, mas com conjuntura de demora na queda da Selic, vai virar o transatlântico para aumentar participação de CRIs high yield, com alvo em Ipca+14%. Diz que possui pipeline de operações que confiam no crédito. Mas tem que avaliar, no caso o cotista, se está manobra de aumento de rendimento recorrente com maior peso de CRIs HY, se pode vir a aumentar o risco do portfólio. E se terá alguma dor de transição.
🤖Portanto, a venda teria sido estratégica para aumentar o valor patrimonial, já que o impacto no rendimento imediato (dividendos) foi impactado pela conjuntura macroeconômica e atrasos operacionais. Pena que não deu certo. Construir leva tempo, tem imprevistos, sofre de conjuntura macro, é um fundo de desenvolvimento. Quem investe aqui precisa ter paciência e saber a hora de nadar, e saber que tem hora de boiar. E vai aprender com um tempo, que numa invernada desta, melhor nem entrar na piscina agora. A água tá muito fria. 🥶
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