O cofundador do Claude sentou hoje entre cardeais no Vaticano e disse ao Papa: minha indústria opera com incentivos que conflitam com fazer a coisa certa.
O Papa olhou para ele e respondeu: "Em nome da Igreja, aceito seu convite para caminharmos juntos."
Aconteceu há horas.
Leão XIV apresentou a "Magnifica Humanitas": a primeira encíclica papal da história dedicada a uma tecnologia específica.
O Papa quebrou séculos de tradição para apresentar o documento pessoalmente. Nenhum papa tinha feito isso antes.
E escolheu como convidado o cofundador do lab de IA notavelmente ausente dos contratos militares do Pentágono. A Anthropic se recusou a liberar seus modelos para armas autônomas e vigilância doméstica.
O que Olah disse diante de cardeais, teólogos e do líder de 1,4 bilhão de católicos:
"Todo lab de IA opera dentro de incentivos que podem entrar em conflito com fazer a coisa certa."
Pressão comercial, competitiva e geopolítica.
E "as pressões mais antigas e mais simples: orgulho e ambição."
A conclusão dele: "As questões levantadas pela IA são maiores que a comunidade de pesquisa em IA." Precisamos de críticos externos sérios e honestos.
Agora o documento.
A abertura coloca a humanidade diante de duas escolhas: construir uma nova Torre de Babel ou reconstruir Jerusalém.
A frase que define a encíclica: "A inteligência artificial precisa ser desarmada."
Leão XIV sabe que a palavra é forte. Escolheu de propósito. Parágrafo 110:
→ "Desarmar a IA significa libertá-la da mentalidade de competição armada, não apenas militar, mas econômica e cognitiva"
→ "Uma corrida por algoritmos cada vez mais poderosos, movida pelo desejo de dominância geopolítica ou comercial"
→ "Desarmar não significa rejeitar a tecnologia, mas impedir que ela domine a humanidade"
E depois: "Simplesmente regulá-la é insuficiente."
O Papa não está pedindo regulação. Está dizendo que regulação não basta.
→ "A IA amplifica o poder de quem já possui recursos econômicos, expertise e acesso a dados"
→ O risco não é alguém acreditar que conversa com uma pessoa ao usar IA. É perder o desejo de buscar outras pessoas.
→ "Toda escolha de design reflete uma visão de humanidade" (parágrafo 111)
A simbologia foi calculada em cada detalhe:
→ Documento assinado em 15 de maio, aniversário exato da Rerum Novarum (1891), a resposta de Leão XIII à Revolução Industrial
→ O Papa disse explicitamente: "Como o Leão anterior, sinto-me encarregado de olhar para outra enorme transformação com olhos de fé"
→ A Igreja faz isso a cada grande ruptura: Rerum Novarum (1891), Pacem in Terris (1963, era nuclear), Laudato Si' (2015, clima), agora Magnifica Humanitas
Fazer da IA a primeira encíclica do pontificado é dizer que nenhum outro assunto é mais urgente.
Agora conecta os pontos.
O primeiro Papa americano da história está em conflito aberto com a Casa Branca.
Ele traz ao palco do Vaticano o cofundador do único lab de IA que enfrentou o governo Trump em defesa de limites éticos. E juntos publicam um documento de 42.300 palavras dizendo que a tecnologia mais poderosa já criada pela humanidade não pode ficar nas mãos de quem lucra com ela.
Teologia e geopolítica na mesma mesa. Literalmente.
Quem constrói a IA não pode ser quem define as regras da IA.
O Papa e o cara que constrói a IA concordaram nisso hoje. No Vaticano. Diante do mundo.
O final de Chainsaw Man é basicamente "cansei de fazer esse mangá, então vou acabar ele por um motivo qualquer. Toma aqui uma versão alternativa em que todo mundo tá vivo e feliz para você reclamar menos do final!"
Eu fiquei 4 anos lendo esse mangá (parte 2), 15 páginas feias a cada 2 semanas, para:
- Ver o Denji ser assediado como piada 12x
- Ver todos os personagens que ficavam amigos do Denji morrerem (não dá para repetir o mesmo truque 20 vezes, Fujimoto, na Power já foi ruim)
- Ver o Denji ficar 7 volumes dividido entre escolher ter uma vida normal ou ser o Chainsaw Man, para no fim ele NÃO TOMAR NENHUMA DECISÃO PRÓPRIA sobre isso. A última decisão que ele tinha tomado seria transar com a Yoru sem o consentimento da Asa EM VEZ DE ganhar a luta ou tentar separar a Asa da Yoru 🤔
Precisou o pochita ir lá e falar "ih deu tudo errado com você, vou mandar você para o zero sem ser o Chainsaw Man para ver se você tem uma vida melhor"
- E por fim ver o final ser "Olha aqui, todos os personagens que eu matei estão vivos e felizes nessa nova realidade! Não odeie o que eu fiz, toma de volta seus favoritos aqui! Eu fiquei 3 anos torturando o Denji e os leitores para isso não dar em nada e o pochita ter que decidir sozinho por ele porque ele é um animal, e nada disso importa!"
O pior é que esse final é tão terrivelmente covarde e idealizado que nem tem como não gostar "do que acontece nele". É o que os fãs queriam, que os personagens ficassem vivos e felizes.
Só que não tem sentido nenhum esse ser o final da parte 2, nem ser escrito pelo Fujimoto kkkkkkk
A construção da história até então não levou para lugar nenhum. Nada. Do nada, o Fujimoto cansou e fez o pochita resetar o mundo. Ignorou tudo e começou a construir esse reset no penúltimo capítulo.
Qual é o ponto de toda a história sobre o Denji não conseguir escolher entre ter uma vida normal ou ser popular e tarado como o Chainsaw Man se no fim ele não escolhe nada, e sim o pochita obriga ele a viver de novo mas sem a opção de ser o Chainsaw Man para ver se ele faz menos merda? (E o Denji continua tarado mesmo assim)
Qual é a mensagem?
Esse capítulo final poderia ter acontecido 7 volumes antes se fosse para o pochita escolher a opção normal pelo Denji, pelo menos não teria nos desgastado tanto.
Simplesmente não há construção para chegar nesse final, ele não tem nada a ver com o que aconteceu em toda a parte 2.
Não sei se o Fujimoto achou que tava entretendo alguém com esses plots aleatórios e páginas horríveis dos últimos anos e isso valeria a pena mesmo sem dar em nada no final.
E não gosto mais tanto do casal depois das últimas coisas da luta porque o Denji não tem salvação, mas enfim.
Um final feliz com o casal junto.
Ah, e não vamos esquecer do fato de um dos cavaleiros ser uma menina tímida que aparece em 3 capítulos e não faz nada, só porque o Fujimoto achou engraçado. Nem do Chainsaw Man falso que ele mudou e não fez merda nenhuma com ele. Ou da morte não fazer nada no arco final além de morrer. Enfim, vai entender a cabeça dele.
Parece que ele só cansou de Chainsaw Man mesmo. Depois do arco de queda, ele começou a fazer qualquer coisa e a enfiar de qualquer jeito o que aconteceria em uma futura parte 3 na história só para terminar logo. Aí no último capítulo jogou tudo fora para fazer uma fanfic com todo mundo vivo e feliz. Aulas ✍️🔥
Pelo menos não AMEAÇOU fazer uma parte 3.
#CSM232
@WANDALSENN Foi igual Lost, mas sem voltar todo mundo. Ele não se deu ao trabalho nem de botar o Aki e a Reze de longe num painel. Vou ao Japão cometer um assassinato foda-se