@pgerchunoff Para mi no es tan obvio, considerando los impuestos pagos directamente y indirectamente, además del ingreso de capitales provenientes de ese proceso. Eso sin entrar en la cuestión de que, en muchos países, los 🇦🇷 tienen derechos equivalentes sobre el uso de los servicios públicos
@jcaetanoleite Tá em linha com o esperado, sem maiores surpresas deve abaixar em fevereiro. Este é valor é devido a dinâmica atípica de jan-fev de 25 (0,16 e 1,3), respectivamente. Por isto o impacto no acumulado.
@LF_Economia Está na linha com o esperado, valor acumulado está influenciado pela dinâmica jan-fev de 25. No caso, jan foi atipicamente baixo (0,16) e fev o oposto (1,3)
@Felippe_Hermes Para o PIB o projetado é ainda crescer este ano, apesar de que os últimos meses indicam uma desaceleração. Setorial teria que ver melhor. De qualquer as previsões na argentina são muito incertas para qualquer intervalo maior do que 1,2 meses.
@Felippe_Hermes Agreguei também dados sobre geração de emprego. Eles se relacionam ao primeiro gráfico devido ao fato do crescimento recente ter sido predominantemente em setores pouco intensivos em mão de obra, enquanto aqueles que empregam estão desempenhando pior do que a média
@Felippe_Hermes Quanto ao desemprego, está aumentando mesmo com crescimento econômico do último ano. Em uma perspectiva mais geral, vejo mais o país retornando ao cenário de inflação moderada e estagnação do que evoluindo para algo melhor (por ex: o desempenho 2002-10).
@Felippe_Hermes Este gráfico é o acumulado da atividade durante a gestão atual. Não há uma tendência clara de retorno ao crescimento, Argentina está estagnada desde 2011. Os dados salariais também não mostram tendência clara de alta. O meu ponto principal é que o desafio vai muito além do fiscal
@Felippe_Hermes@RegisSJK@goescarlos@FariaLimaElevat Importante mesmo é o fluxo de pagamentos dessa dívida. Com apoio do governo americano e FMI as coisas se facilitam, mas ainda longe de ser uma macro “normal” para os padrões da região. Enfim, o meu ponto inicial é o indicador divida/PIB lá não quer dizer mta coisa.
@goescarlos@FariaLimaElevat Fora que uma parte considerável da dívida está em USD, distorcendo a análise devido as variações (muitas vezes bruscas) no câmbio.
@KatiasMulfas Eso es una media verdad, pues la estabilidad del TC contribuye para la bajar la inflación. Por otro lado, el BC no puede comprometerse con ningún nivel de TC.
@EdwardKonings @Economengo @paulogala Sem querer advogar para a Era Desenvolvimentista, mas esta comparação desconsidera a crise da dívida durante os anos 80 e abundância de fluxo de capitais nos anos 90?
@simpraisa Aeroporto de Cusco está um caos. Devido ao clima tem mtos voos cancelados e as companhias sem estrutura para repôr a tempo. Solução é ir de carro ou tentar comprar outro voo e recuperar judicialmente o valor da passagem.
@elrojodelPI Solução pensando na *trajetória* e as expectativas sobre essa é buscar mudar a inserção externa e, se bem-sucedido, a tendência da conta corrente. Não dependendo, assim, de fluxos de capitais de curto prazo. Mas para isso os trade-offs e impasses políticos são diversos
@elrojodelPI Ah sim. Bom, ao fim este é o grande dilema do Brasil (mas não só dele) nas últimas décadas. Mesmo com superávit comercial, o déficit em CC é estrutural e sustentado via conta financ. que, no longo prazo, contribui para piorar o result. em CC … (1/2)
@elrojodelPI Tenho minhas dúvidas sobre o quão problemático é o déficit em CC, considerando o regime sendo de câmbio flutuante e o patamar de juros que o país se encontra.