Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.
O maior artilheiro da história da Seleção Brasileira perdendo tempo pra provocar o goleiro da Noruega ao marcar um gol de penalti irrelevante nos acrescimos de uma eliminacão nas oitavas, um dos momentos mais patéticos já vividos por essa camisa
Temos que parabenizar todos que ficaram enchendo o saco pela convocação de um atleta que não tem a menor condição de jogo há alguns anos.
Parabenizar também o treinador, que deixou de ser profissional para fazer média com a torcida e com a CBF. 👏🏽👏🏽