Há momentos em que qualquer divergência política precisa ser colocada de lado.
Este é um deles.
Não se trata de direita ou esquerda.
Não se trata de ideologia, partido ou disputa de narrativas.
Trata-se de humanidade.
Está em curso uma campanha de doação para o tratamento de saúde da filha do jornalista Allan dos Santos, uma criança que enfrenta um quadro grave de saúde, exigindo cuidados médicos urgentes e contínuos. Neste momento, há uma família pedindo socorro. A situação é grave, exige urgência e mobilização. Ajudar é um gesto mínimo de retribuição a quem tanto se dedicou à defesa de liberdades e denunciou abusos cometidos contra o Brasil e os brasileiros.
Allan é um jornalista conhecido, conservador, pai de família e um dos mais perseguidos personagens do debate público brasileiro nos últimos anos. Vive hoje como exilado político nos Estados Unidos, após sofrer um assédio judicial sem precedentes por denunciar abusos de poder e violações de garantias fundamentais no Brasil. Ao longo desse período, teve contas derrubadas, perfis apagados, campanhas de arrecadação canceladas, canais removidos e sua empresa destruída por sucessivas decisões judiciais. Independentemente de concordâncias ou divergências políticas, nada disso pode justificar virar o rosto diante do sofrimento de uma criança.
Quando uma criança luta pela própria vida, não existe adversário político.
Existe apenas o dever moral de ajudar.
Allan está intrinsecamente ligado ao renascimento da direita brasileira. O Terça Livre, seu canal — injustamente derrubado por ordem judicial no Brasil — foi um verdadeiro celeiro de políticos, jornalistas e ativistas conservadores que hoje são figuras conhecidas no Brasil e no mundo.
Ajudar nessa campanha é um gesto que transcende ideologias. É afirmar que ainda somos uma sociedade capaz de separar o embate político da compaixão humana. É reconhecer que a dor de uma família não pode ser usada como instrumento de vingança, silenciamento ou indiferença.
Hoje, o chamado não é por alinhamento político.
É por solidariedade.
É por amor ao próximo.
É por humanidade.
Quem puder ajudar, ajude.
Quem não puder, compartilhe.
Mas que ninguém se omita.
Porque amanhã, pode ser qualquer um de nós. @allanconta5
Inaceitável a população celebrar a queda de um amigo da democracia, diz qualquer um dos pets da ditadura lulo-essetefe.
Sem anistia para narcoditador!
Delata o Lula, Maduro!
Enquanto a grande mídia internacional, políticos de esquerda e sua militância condenam a prisão de Nicolás Maduro, esta é a realidade que eles se recusam a mostrar. Milhares de venezuelanos acordam comemorando a notícia da captura do ditador comunista pelas forças americanas. A celebração, porém, é cautelosa: o povo ainda não ocupa as ruas, por medo da repressão e pela incerteza sobre os próximos passos do regime. Não há nenhuma comoção pelo ditador, há um alívio contido.
É assim que toda a Venezuela se sente: exausta da tirania, esperando que desta vez o fim seja real.
MADURO CAIU !!
Enquanto muita gente dormia, Caracas virou cenário de filme. Um ataque rápido, coisa de horas, e o ditador que jurava ser eterno saiu do poder do jeito que veio da única maneira disponível: pela força!
O valentão que mandava prender, torturar e passar fome o próprio povo descobriu que bravata funciona até o dia em que alguém bate na porta de madrugada.
Aí acaba o discurso, acaba a pose e acaba o regime.
E que isso sirva de aviso pra todo tirano da América Latina: ditadura não dá imunidade eterna. Quem pisa no povo mais cedo ou mais tarde cai. Ontem foi a Venezuela. O recado foi geral.
Nos primeiros meses de 2027, o Brasil precisa de um #tesouraço. Vamos cortar impostos desnecessários, gastos sem sentido, burocracia, leis que só atrapalham e os marajás esquerdistas que se instalaram no poder público. Vamos tesourar tudo o que atrasa o Brasil!