Uma decisão judicial determinou que o governo fornecesse o remédio blinatumomabe, usado em tratamentos de imunoterapia, para Larissa Amorim
Ela aguardou por quase dois meses, mas a medicação não chegou e ela veio a falecer, deixando dois filhos
Otária ela né, era só se declarar trans que o remédio chegaria em menos de 24 horas
Decolando agora de Passo Fundo, olhei pela janela do avião e vi, mais uma vez, aquilo que sempre procuro mostrar.
É algo que a narrativa antiagro brasileira insiste em não ver.
Não é uma monocultura tomando tudo. São lavouras, pastagens, matas nativas e áreas de preservação permanente entrelaçadas, lado a lado, formando um mosaico que nenhuma narrativa hostil consegue apagar.
É produção e conservação convivendo na mesma paisagem, porque é assim que o produtor brasileiro trabalha há décadas. Nada disso é teoria formulada em gabinetes de ONGs europeias. É a rotina de quem planta, produz e preserva.
Do alto, o desenho é inequívoco: produção e conservação convivem.
Esse é o retrato de grande parte da paisagem rural brasileira: produzir alimentos, fibras e energia enquanto se preserva uma parcela significativa da propriedade.
Às vezes, uma imagem vale mais do que uma longa discussão. E, vista do céu, essa realidade fala por si.
É essa a imagem que eu gostaria que todo formulador de políticas públicas, no Brasil e na Europa, enxergasse antes de assinar mais uma restrição contra o nosso agro.
#Agro #sustentabilidade #preservação
Vejam, o engajamento dos vídeos do Flávio tem deixado a desejar: mediana de 618k views e média de 1.3m. Os dois que mais renderam foram o que ele dá porrada na câmera e diz que a culpa da tarifa é do Lula (3.4M - 5x a mediana) e o que ele abre o vídeo indignado dizendo que "tem que se f**der!" (9.4M - 15x a mediana). Será que é preciso um doutorado em ciência política na Harvard Kennedy para entender que o eleitorado quer um candidato combativo? Que a militância vai repercutir o que refletir a sua indignação? Se a mídia é contra, não há verba da Secom e a estratégia da campanha passa pelas redes sociais, como vencer com um conteúdo que não engaja? Mas quem entende das coisas são o Gagáldemar, os santinhos e os hipertensos...
I have no problem with Islam. I am just against beheadings, stoning, marrying little girls, sexual slavery, taqiyya,slave trading, rape, jihad, burqas, child abuse, women abuse, animal abuse,multiple wives, murder, Sharia,terrorism, brainwashing, . Does that make me Islamophobic?