Segue uma atualização das taxas das NTN-B, com base nos dados da Anbima, e das inflações implícitas calculadas pela Eytse Estratégia.
As implícitas de médio e longo prazo estão, em geral, entre 5,5% e 6,5% ao ano. Isso significa que, quando comparados títulos de vencimento semelhante e carregados até o vencimento, a inflação realizada precisa superar patamares elevados para que as NTN-B apresentem retorno superior ao dos prefixados.
O resultado é uma menor atratividade relativa e uma demanda mais fraca por esses papéis, o que se soma a outros fatores: (i) concorrência das debêntures incentivadas; (ii) elevado custo de oportunidade representado pelo CDI; (iii) maior percepção de risco de mercado diante do cenário político-eleitoral doméstico e da alta dos juros globais; (iv) entidades de previdência já bastante carregadas em NTN-B; e (v) fundos multimercados com menor patrimônio e menor orçamento de risco.
O principal vetor doméstico capaz de deslocar de forma persistente para baixo as curvas de juros nominais e reais seria um ajuste fiscal forte e crível. Esse cenário, porém, não se materializará os próximos meses e, talvez, nem nos próximos anos.
A política fiscal e parafiscal vem atuando na contramão da política monetária, ao estimular a demanda agregada, elevar a taxa neutra de juros e contribuir para a desancoragem das expectativas de inflação.
Enquanto isso, o Tesouro deveria reduzir o risco (medido pelo DV01) ofertado nos leilões de títulos prefixados, como fez na semana passada, para evitar pressão adicional sobre a curva nominal.
Caso volte a realizar leilões de recompra, o foco deveria estar nos títulos prefixados, e não nas NTN-B. A recompra de prefixados tenderia a comprimir as taxas nominais e abrir espaço para a queda das implícitas. Já uma recompra concentrada em NTN-B comprimiria as taxas reais, elevaria ainda mais as implícitas e enfraqueceria a demanda por esses papéis.
Vale enfatizar que a dificuldade de colocação das NTN-B não parece refletir uma percepção de risco de crédito soberano. O Tesouro vem colocando com facilidade LFT de prazo longo e com deságios reduzidos. A emissão média semanal total de títulos está em torno de R$ 32 bilhões, compatível com o ritmo de execução do PAF, enquanto o colchão de liquidez permanece bastante robusto.
@gabmsimoes É óbvio que não dá tempo de ir pra Copa. Aquele Neymar nível Seleção não existe mais.
Abriu mão de ser um atleta e agora chegou em um ponto em que não vai conseguir recuperar essa capacidade física.
O nível dele hoje é de um jogador que atrapalha um time que é 17° colocado.
@gabmsimoes Mas o Filipe tá disposto a reconhecer que ainda tá em começo de carreira?
Ou vai continuar travando a renovação pedindo 2mi por mês?
Eu sou a favor da permanência, lógico. Mas o Flamengo tem todo o direito de avaliar se ele, nesse ponto da carreira, vale todo esse dinheiro.
@antoniopedrocrf@vcanedo@ImperaCRF Nem vale a pena dar atenção pra esse @vcanedo. Acha que é jornalista, paga de imparcial, mas tá sempre falando besteira do Flamengo.
É mais um frustrado que tá vendo o maior rival chegar na 4ª final de Liberta em 7 anos. Enquanto o time dele brigou pra não cair ano passado.
@marcelohallais 4, 5 anos? Fazem isso desde 2016! Sempre foi o método deles.
Depois o fraquíssimo @andrizek ainda tem a coragem de dizer que a vitória do Flamengo é a vitória do cinismo.