Os fãs do gênero n sabem o modelo da estrurura atômica do consenso científico atual, não sabem os estados físicos da matéria, mas amam tudo relacionado à 'ciência'.
As melhores histórias de ficção científica que eu já vi foram tokusatsus, vide Jaspion. A maioria das histórias atuais de SF são um realismo-naturalismo barato intergaláctico, um pouco de powerscaling e um romancezinho mequetrefe. E o pior nem é isso.
O pior é que o (sub)gênero foi criado por causa das ciências naturais (física, química, biologia etc), mas os elementos relacionados quase não têm peso nas histórias, é apenas um pano de fundo substituível, o foco é a política ou alguns dramas morais clichê.
A teoria dos temperamentos me parece bem verídica, falo isso só pq os arquétipos de cada temperamento funciona quase como idealmente nas pessoas que conheço (e eu tbm). Tbm n é simplesmente definições vazias por serem mt genéricas, vejo um valor prático real.
@Opprime_N52606@VenetianGaucho2@CireneSimao@basedsapeka Obrigado. É que, na minha opinião, o Rodrigo deixou a crítica escotista ao tomismo sobre os universais muito enfática no texto, deixando a impressão que tomismo e nominalismo é a msm coisa. Escrevi esse texto para equilibrar os lados.
@Rodrigoessente Creio não ser razoável identificar os tomistas e os nominalistas na mesma posição.
Pros tomistas, há a espécie virtualmente contida no gênero. Um ente com natureza dita de X gênero e Y espécie é realmente diferente de um ente X gênero e V espécie. A entidade n se multiplica +
@Rodrigoessente Uma espécie e um gênero tenha relevância para diferenciar realmente um ente de outro, ou que esses universais tenham poder explicativo real sobre o ente que as contêm.
@Rodrigoessente participação em outros universais. Assim, um homem é homem e animal realmente, msm que ser homem e animal n difira na natureza do ente, e é diferente de um ente que é um anjo (gênero) específico (espécie, pois cada anjo é a sua espécie). Não vejo um nominalista concedendo que +
Por causa do Nougué, eu desconfiei do título de Dante Alighieri d'O poeta do tomismo. Lendo o Paraíso da comédia, estou reconsiderando as colocações do Nougué. De qualquer jeito, ainda é cedo pra bater o martelo.
Que tristeza ter que começar A divina comédia pelo Paraíso... Depois de começar a ler em ordem, eu voltarei para o Paraíso, dessa vez com uma leitura mais madura. Além disso, vou ver se decoro os versos dos livros tbm, ou pelo menos os versos que achar mais importantes.
Tanto o argumento do ocultamento divino, quanto o da negação da necessidade do livre arbítrio para a deificação do homem, são argumentos ateístas que são respondidos sem grande dificuldade por alguém versado em teologia mística.