A 7 anos atrás, o Flamengo de 2019 fazia história na América..
Esse Flamengo de 2019 fez todos os clubes brasileiros se movimentarem, saíram da zona de conforto e procuraram evoluir. Histórico!!
"Mbappe foi muito burro de sair do PSG para o Real Madrid"
"O Brasil não vai passar da Noruega. Eles têm o Haaland, que vai marcar 2 gols”
"Eu vou de Espanha. A França não passa pela Espanha"
"Aposto o que você quiser que a Argentina vai ganhar da Inglaterra e acabar com a música 'Wonderwall'"
"Dia 19/07, a Espanha vai ganhar da Argentina e ser campeã da Copa do Mundo"
Muita gente relembra a final da Copa América de 2021 como o ponto de virada da seleção argentina.
Pois bem, sabe quem foi o único dos 11 jogadores da seleção brasileira que tentou impedir isso de todas as formas?
Pois é: Neymar.
Foi praticamente 1 contra 11.
Até hoje, jogadores da Argentina lembram daquela atuação como uma das mais difíceis que já enfrentaram de um adversário.
Pesquisadores da Universidade de Yale identificaram, em uma área de floresta amazônica, um fungo com uma habilidade que parecia impossível: ele consegue degradar plástico resistente — inclusive poliuretano — e usá-lo como fonte de energia.
O nome dele é Pestalotiopsis microspora, e o que o torna tão impressionante é algo que quase nenhum organismo no planeta consegue fazer:
Degrada plástico mesmo sem oxigênio.
Sobrevive em ambientes extremos.
Quebra polímeros tóxicos em compostos inofensivos
Poderia atuar em aterros sanitários, onde o plástico se acumula por décadas.
Para os cientistas, esse fungo representa um dos avanços mais promissores no combate à poluição plástica — justamente porque age onde os processos tradicionais falham.
Além de abrir caminhos para futuros biorreatores, enzimas industriais e novas tecnologias de decomposição, a descoberta reforça algo ainda maior:
A Amazônia continua sendo o maior laboratório vivo do planeta — e pode guardar soluções para problemas globais que a ciência ainda nem sabe que existem.
Você acredita que a natureza guarda as respostas para os maiores desafios ambientais do mundo?
Siga @folhadegoias para mais conteúdos que revelam descobertas, ciência e os impactos reais no nosso futuro.
Nesta quarta-feira, 17 de junho, foi publicado o mais brutal e abrangente diagnóstico já feito sobre um dos maiores escândalos da história britânica. O Rape Gang Inquiry Report, apresentado pelo parlamentar Rupert Lowe MP, documenta um sistema de exploração sexual infantil organizada que operou em quase 40% do país.
Meninas brancas de classe trabalhadora, muitas vindas de lares destruídos ou de acolhimento estatal, foram abusadas por redes de homens predominantemente muçulmanos de origem paquistanesa, enquanto polícia, serviços sociais, hospitais, escolas e políticos preferiram o silêncio ao risco de parecer racistas. O número de vítimas estimadas é de mais de 250 mil.
Em registros judiciais, cerca de 87% dos condenados nestes casos portavam nomes identificáveis como muçulmanos. Meninas de 11 anos eram retiradas das portas das escolas em táxis, drogadas, estupradas coletivamente, filmadas para chantagem, traficadas entre cidades e chamadas de kuffar — infiéis — e de “lixo branco que merecia punição.” O NHS, sistema de saúde pública britânico, recebia meninas de 13 anos com clamídia na garganta e na vagina, gonorreia, verrugas genitais e doenças inflamatórias pélvicas repetidas, e as dispensava sem fazer uma única pergunta.
O relatório surge em um dos momentos de maior tensão social que a Grã-Bretanha viu em décadas. Em dezembro de 2025, Henry Nowak, 18 anos, foi esfaqueado cinco vezes em Southampton e, quando a polícia chegou, foi algemado enquanto implorava por socorro — porque o agressor havia ligado alegando ter sido vítima de racismo. Em junho de 2026, quando o bodycam veio a público após a condenação do agressor à prisão perpétua com mínimo de 21 anos, o caso se transformou em símbolo nacional daquilo que milhões de britânicos passaram a chamar de two-tier policing: uma lei para uns, outra para outros.
Dias depois, Belfast explodiu. Hadi Alodid, 30 anos, solicitante de asilo sudanês chegado ao Reino Unido em 2023, esfaqueou Stephen Ogilvie no rosto e no pescoço, fazendo-o perder a visão do olho esquerdo. Horas depois, carros foram incendiados, casas de estrangeiros foram atacadas, a polícia disparou canhões de água e dois dias de tumultos deixaram a cidade sob estado de choque.
A tensão britânica de 2026 não surgiu do nada. Ela é o acúmulo de uma longa política de omissão, somada à ascensão de uma ideologia institucional que trocou imparcialidade por engenharia social. Enquanto crianças eram estupradas em hotéis e apartamentos de dezenas de cidades britânicas, as instituições do Estado estavam ocupadas em garantir que ninguém fosse chamado de racista. Policiais recebiam treinamento sobre “privilégio branco”.
Relatórios internos sobre abuso eram suprimidos para não “perturbar a coesão comunitária.” Mães que descreviam abusadores à polícia eram repreendidas por usar a palavra “asiático.” O medo de parecer intolerante tornou-se, na prática, uma forma de paralisia — e essa paralisia teve um preço que as vítimas, não os burocratas, pagaram.
A Investigação está em Londres para cobrir a terceira edição do Forum de Westminster de Liberdade de Expressão, organizado por Michael Shellenberger — e observa de perto uma cidade em que a tensão é palpável. Os furtos e assaltos aumentaram de forma notável. Diversas mulheres relataram à reportagem não se sentirem mais seguras nas ruas à noite.
O relatório
O Rape Gang Inquiry não é uma investigação oficial do Estado britânico. É um inquérito privado, financiado por doações públicas e organizado dentro da estrutura política da direita britânica. Segundo o próprio relatório, foram recebidas mais de 23 mil doações, arrecadando mais de £793 mil (cerca de R$ 5,4 milhões), número alcançado graças ao impulsionamento de Elon Musk.
Presidido por Rupert Lowe MP, o relatório conta com a participação nos painéis de parlamentares como Esther McVey, Nick Timothy e Carla Lockhart, todos do Partido Conservador ou de suas correntes mais duras.
https://t.co/jHYLB4wCbr
Foi dessa forma que um tal camisa 10 do Corinthians passou a ter raiva do Flamengo.
Segundo jogo da Quarta de final da Copa do Brasil de 1989.
No Pacaembu, gol de Júnior, aos 43, e classificação do Flamengo.
O tal camisa 10 provocou a torcida rubro-negra e ganhou a eliminação.
O futebol brasileiro precisa, com urgência, de uma investigação séria sobre os critérios e procedimentos da arbitragem dentro da @CBF_Futebol.
O que os torcedores viram hoje em Palmeiras x Chapecoense entra para a lista dos episódios mais vergonhosos da arbitragem nacional.
O esquema do Palmeiras para pressionar a arbitragem envolve a amizade de Leila com a CBF, pronunciamentos do Anderson Barros, pressão de jogadores e comissão técnica no campo, coletivas do Abel fazendo ilações e uma horda de perfis criados apenas para intimidar quem denuncia a malandragem.
Sim, existe um gabinete do ódio palmeirense para honrar as tradições do clube.
Essa expulsão do EA foi vergonhosa. Ðá p selecionar uns 20 lances iguais no próprio BR.
Só nos últimos 2 jogos do Fla tiveram 2: entrada do Felipinho no Paquetá e do Andreas no Jorginho.
⚠️ QUE VERGONHA!
🗣️ CBF divulga áudio do VAR em pênalti a favor do Palmeiras e mostra que arbitragem de vídeo avisou que não foi pênalti: "Por referência do corpo dele, está fora (da grande área)".