Eu tmb um dia fiz uma meia maratona, levei 2h45. Foi muito top pra mim. Superação. Tinha treinado com uma dessas planilhas de correr meia. Deu certo! Corri sem parar. Desse jeitinho um pé na frente do outro sem parar. Cheguei lá. Obrigada por me lembrar disso. Nunca mais fiz isso 😬😅
São Francisco de Assis dizia: comece fazendo o que é necessário. depois o que é possível. e, de repente, você está fazendo o impossível.
um passo de cada vez.
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar.
"Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis.
Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo".
Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal.
Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.
Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega.
Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV.
Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete .
Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes.
Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil.
Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social .
Eu sou o Brasil.
O de verdade, não o de mentirinha !
Abraço fraterno".
6 coisas que os filhos fazem só por um tempo... e depois desaparecem para sempre 😞
1. Um dia eles param de correr até você assim que acordam.
Aquele barulho de pezinhos no corredor, o abraço na cama... aos poucos dá lugar ao silêncio e à porta fechada do quarto.
2. Eles param de dizer: "Mamãe, papai, olha!"
Já não correm mais para te mostrar cada pedrinha ou cada desenho.
Pouco a pouco, o mundo deles fica mais silencioso... e mais deles.
3. Um dia eles param de segurar sua mão enquanto caminham.
E de repente você sente o vazio.
Não porque o amor acabou... mas porque eles estão crescendo.
4. Um dia eles param de dormir nos seus braços.
Aquele apoio no seu ombro, a respiração ficando calma...
são momentos que, sem aviso, acabam.
5. Em algum momento, eles deixam de acreditar que o seu beijo resolve tudo.
Antes bastava um curativo.
Depois, as feridas mais profundas começam a se esconder na música e no silêncio... não mais nos seus braços.
6. Eles param de te trazer seus "tesouros".
Folhas, papéis, pequenas descobertas.
Aquele amor puro e espontâneo... simplesmente diminui.
A infância não é um ensaio. Acontece agora e, enquanto ainda pedem colo e chamam você o dia inteiro, aproveite cada momento. ❤️
O “Avôhai” mais fofo! 🥰🤏🏾 Um grupo de crianças do Maranhão viralizou ao cantar clássicos da música brasileira. Os meninos são alunos do professor Antonyel Pacheco.
📹: @AntonyelPacheco
Alexandre Nero, ao receber o prêmio, fez questão de falar também na língua dos filhos, explicando de forma simples o que aquele momento representava e o porquê de ele estar ali, recebendo aquele reconhecimento.
Disse que nada daquilo acontece sozinho — que ninguém faz um gol sozinho. Comparou a conquista a um grande jogo, onde o gol pode até ser marcado por uma pessoa, mas só acontece porque teve um time inteiro ajudando na construção da jogada. E reforçou que aquele prêmio era exatamente isso: resultado de muitas mãos, de muita gente que esteve ao lado dele para que aquele “gol” fosse possível. #MelhoresdoAno #Domingão ❤️🥹