@hedynna_h@Estadao Às vezes a pessoa tem um Celta bem cuidado, bonito, bom. Mas ela quer mudar de carro, quer um sedan, maior, mais potente.
Nem por isso ela vai aceitar um Peugeot 206 1.0 2008 com a pintura queimada e motor refeito em retífica de procedência duvidosa
@rickazzevedo Esse Oinegue é o perfeito exemplo da classe jornalística. Ele não é burguês. Ele não tem fábrica. Ele veio de uma família classe média, fez PUC, ganhou um bom emprego na Band e fica aí sendo palhaço dos bilionários, botando a cara pra falar merda toda hora, como se fosse autoral.
@brmra_@dovallerj Por isso que deixar o setor bancário na mão da iniciativa privada é um erro. As fintechs tão é comemorando, pra eles, pouco importa se o dinheiro é de assalto, lavagem, etc. O importante é ter fluxo
@willianjoao@dovallerj Sim, mano. Antes do Pix não tinha assalto. Não tinha vagabundo roubando até dinheiro da passagem de trabalhador.
Meu pai já foi roubado no ponto de ônibus, qd era mlk, uns 35 anos atrás, tava com o pagamento do mês na carteira, passou o mês fudido. Mas a culpa é do Pix
@dovallerj É isso que significa sufocar o crime financeiramente (claro, aqui uma questão mais básica). Prender e sair dando tiro é paliativo. Congelar contas, confiscar bens, sufocar pelo dinheiro é o que vai na raiz do problema.
Mas o pessoal prefere viver num Mad Max
@Rickararipe@FREDSIINCERO Neymar teve e tem, inegavelmente, mais sucesso, qualidade e importância que Robinho no futebol. Mas essa neura de "ter o melhor do mundo" nos fez praticamente sacrificar a seleção em função de um projeto pessoal de um atleta, que é genial, mas não deveria ser maior que a Seleção.
@Rickararipe@FREDSIINCERO Se quiser puxar mesmo o fio, a merda começa qd o Robinho vira um jogador "comum" na Europa. O brasileiro (torcedor e imprensa) ficou totalmente bitolado com a possibilidade de o Neymar virar "um Robinho" e começou o lobby para forçar ele como sumidade máxima do futebol mundial+
@Rickararipe@FREDSIINCERO Por incrível que pareça, fazer a Seleção orbitar o Neymar foi ruim pra ele e pra Seleção.
O Brasil sempre viveu da harmonia entre bons jogadores, não da dependência de um deles. Mesmo em 94, que "só" tinha Romário, ele vivia em harmonia com Bebeto, por exemplo.
@FREDSIINCERO Atual BI da Euro. Espanha nessa época era bicho papão do futebol, já entrava como "campeã" nos torneios. A Copa patética de 2014 ofusca essa visão, mas é um puta anacronismo olhar pra Espanha de 2013 como se estivesse em decadência.
@MrFevereir0 Só voto novamente pra prefeito aqui na minha cidade qd surgir alguém prometendo:
1. Industrialização intensa
2. Criminalização do pitbull
3. Concurso público mensal
🚨 | Mário quer dar "all in" em contratações, mas Mattheus teme maior rombo da história do Fluminense
Dirigentes vivem dilema durante período de Cola do Mundo
"Só quem se arrisca merece viver o extraordinário", canta o tricolor Felipe Ret num dos versos da música "Isso que é vida". Seguindo a mesma batida do rapper, o diretor-geral do Fluminense, Mário Bittencourt, entende que nenhum esforço financeiro, neste momento, pode ser considerado um gasto. Objetivando as premiações na Libertadores e Copa do Brasil, para compensar a tendência de negociações em valores baixos nesta temporada, o dirigente quer tentar corrigir a rota das contrações equivocadas e reforçar o elenco verde, branco e graná. O mandatário Mattheus Montenegro, por sua vez, teme um aumento ainda mais expressivo da dívida do clube.
Ainda no compasso da premissa do artista, que diz em "War" que "o mínimo do mínimo é dar o máximo", a conta é simples. O Fluminense projetou para este ano cerca de R$ 220 milhões em faturamento na negociação de atletas para tentar não fechar muito no vermelho. Jogador mais valorizado do elenco, Martinelli, porém, é a primeira peça do plano de Mário Bittencourt visando repetir o que foi feito em 2023 com André, segurando o jogador em prol da conquista da América. Com mais de R$ 1 bilhão em dívidas para administrar, o presidente Mattheus Montenegro pede cautela, considerando que os investimentos feitos no fim da temporada passada e início desta já foram bem altos.
Entre a cruz e a espada, os diretores do clube sabem que é necessário encorpar o elenco se não quiserem ser apenas coadjuvantes em 2026. Mas se o plano de Mário for posto em prática, as vendas necessárias não ocorrerem e o Fluminense perecer nas competições, o rombo será o maior da história da instituição. Os mais críticos acreditam que uma gestão temerária vem tomando conta das Laranjeiras sob a muleta de que tudo será resolvido se o clube virar uma SAF futuramente. Não é como uma baladinha trap que emenda "deixa o mundo acabar que nós segue vivendo". Em situação pré-falimentar, segundo um dos investidores endossados pelos cartolas para tentar comprar o clube, a instituição não pode se dar ao luxo de errar pois está próxima de um colapso.
Atualmente, as grandes ambições do Fluminense são os zagueiros Nino e Thiago Silva, além do volante Gregore e o atacante Bouanga. Para contar com todos eles, o investimento teria de ser na casa dos 25 milhões de euros, podendo chegar a 30 milhões se incluir luvas. O Fluminense está longe de seguir invicto para jogar todas as cartas num universo onde só o impossível lhe interessa.
Neste momento, nas Laranjeiras, o ritmo da tentativa de austeridade e governança colide com a necessidade do ajuste do elenco, desequilibrado por escolhas ruins do diretor-geral. Diferente de um rap sem rima, apostar e perder tudo não costuma ter segundas chances no futebol.
📸 | Imagem feita por IA