My favorite capture of the night: The moment the moon's shadow split the sunset in half, leaving a diamond ring in the sky and a breathtaking view. I call it "Shadows on the Balearic Sea".
I'll have prints available for this one linked in my bio for a few days only.
Mexico is physically connecting itself to the AI economy 🇲🇽
For decades, cars were the king of Mexican exports to the United States. Today, that crown belongs to the servers powering AI data centers.
In fact, this year Mexico supplies 40% of the servers imported by the US, almost all assembled to run AI models.
Each rack is so valuable that a single trailer load is worth the equivalent of a thousand cars in export value.
When I read that news in the FT, I connected the dots with what is happening in Jalisco.
Foxconn is building one of its largest server manufacturing facilities, running on Nvidia chips, on the outskirts of Guadalajara.
Guadalajara already had a reputation as the birthplace of Mexican engineering talent. Now add a hardware layer on top and you have the perfect combination.
I believe that combination of technical talent and advanced manufacturing is what can move Mexico up the AI value chain.
There are still plenty of challenges to solve, but it's worth noting that the AI data center boom is fundamentally reshaping Mexico's economic model.
Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
La noche estrellada es una de las obras maestras más famosas del pintor postimpresionista neerlandés Vincent van Gogh, pintada en junio de 1889.
Van Gogh creó esta obra durante su estancia voluntaria en el sanatorio de Saint-Paul-de-Mausole en Saint-Rémy-de-Provence, Francia, tras sufrir una grave crisis mental en la que se mutiló la oreja.
La pintura representa la vista previa al amanecer que el artista contemplaba desde la ventana de su dormitorio, aunque fue pintada de memoria en su taller de la planta baja durante el día.
paisaje no es exacto; Vincent añadió un pueblo idealizado que recuerda a sus raíces en los Países Bajos y la imponente aguja de la iglesia, que no existía en el paisaje francés real.
Destaca por el uso de pinceladas gruesas, pastosas y dinámicas (técnica del empaste), aplicadas en formas de remolino que transmiten una fuerte sensación de movimiento y turbulencia emocional.
La obra se sostiene sobre un vibrante contraste cromático entre los profundos tonos azules y violetas de la noche, y el amarillo intenso y naranja de la Luna creciente y las once estrellas.
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“Do you realize how rare it is to find someone who sees the world the same way you do, even if only for a single night?”
— Fyodor Dostoevsky, White Nights
"Mire, respire, sienta el viento, o el calor, o la brisa, analice las nubes, prediga que va a llover. Y, sobre todo, escuche: no hay sonido más reconfortante y más ignorado que el de la vida cotidiana".
"Instrucciones para mirar por la ventana", Julio Cortázar