Female murderers will have the most horrific and devastating backstories for them to commit crimes on the same level as a man who was rejected once by a woman
🇧🇷 Os candidatos Gabriel Azevedo (MDB), Alexandre Kalil (PDT), Patrus Ananias (PT), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL) e Mateus Simões (PSD) no estúdio da TV Globo em Minas para participar do debate entre candidatos ao governo de Minas Gerais.
📸 Globo/Douglas Magno
Já que o assunto é bet, vou contar uma história de um menino que trabalhou comigo. Ele era viciado nessas roletas. Um dia recebeu um bom salário e estava feliz demais. Fomos embora juntos no meu carro, eu ia deixá-lo em casa, no João Pinheiro. No caminho, ele começou a jogar.
Em questão de minutos, o cara mudou completamente. Os olhos encheram de lágrimas. Perguntei o que tinha acontecido e ele falou: “Perdi R$ 1.800”. Eu nem acreditei que tinha sido tão rápido. Na tentativa de recuperar, colocou mais R$ 100 e perdeu. Falei para parar, mas ele estava naquela ânsia de recuperar o dinheiro. Colocou mais R$ 300 e, dessa vez, ganhou R$ 1.400. Parou e ficou feliz novamente.
Aí eu falei: “Porra, mas fazendo as contas você ainda está uns R$ 500 no prejuízo”. Ele simplesmente não ligou. Naquele momento eu entendi que talvez nem fosse mais sobre dinheiro. Ele precisava sentir que tinha ganhado. Podia perder R$ 1.000 e depois ganhar R$ 100 que a felicidade voltava.
Algum tempo depois, chegou ao trabalho comemorando: tinha ganhado R$ 30 mil. Comprou até um Palio. Só que uns seis meses depois, a mulher deixou ele. O vício já tinha chegado ao ponto de ele não dar mais atenção à própria família.
É por isso que muita gente olha para bet e pensa apenas: “É só não apostar”. Para quem está viciado, não é tão simples assim. A roleta não está vendendo só a possibilidade de ganhar dinheiro. Ela está vendendo a emoção de ganhar, a esperança de recuperar o que perdeu e aquela sensação de que, na próxima, vai dar certo.
E quando a pessoa percebe, não está mais jogando para ganhar dinheiro. Está jogando para tentar recuperar a sensação que o próprio jogo tirou dela.
Já que o assunto é bet, vou contar uma história de um menino que trabalhou comigo. Ele era viciado nessas roletas. Um dia recebeu um bom salário e estava feliz demais. Fomos embora juntos no meu carro, eu ia deixá-lo em casa, no João Pinheiro. No caminho, ele começou a jogar.
Em questão de minutos, o cara mudou completamente. Os olhos encheram de lágrimas. Perguntei o que tinha acontecido e ele falou: “Perdi R$ 1.800”. Eu nem acreditei que tinha sido tão rápido. Na tentativa de recuperar, colocou mais R$ 100 e perdeu. Falei para parar, mas ele estava naquela ânsia de recuperar o dinheiro. Colocou mais R$ 300 e, dessa vez, ganhou R$ 1.400. Parou e ficou feliz novamente.
Aí eu falei: “Porra, mas fazendo as contas você ainda está uns R$ 500 no prejuízo”. Ele simplesmente não ligou. Naquele momento eu entendi que talvez nem fosse mais sobre dinheiro. Ele precisava sentir que tinha ganhado. Podia perder R$ 1.000 e depois ganhar R$ 100 que a felicidade voltava.
Algum tempo depois, chegou ao trabalho comemorando: tinha ganhado R$ 30 mil. Comprou até um Palio. Só que uns seis meses depois, a mulher deixou ele. O vício já tinha chegado ao ponto de ele não dar mais atenção à própria família.
É por isso que muita gente olha para bet e pensa apenas: “É só não apostar”. Para quem está viciado, não é tão simples assim. A roleta não está vendendo só a possibilidade de ganhar dinheiro. Ela está vendendo a emoção de ganhar, a esperança de recuperar o que perdeu e aquela sensação de que, na próxima, vai dar certo.
E quando a pessoa percebe, não está mais jogando para ganhar dinheiro. Está jogando para tentar recuperar a sensação que o próprio jogo tirou dela.