@atlanticsurff Uma vagabunda dessas pqp balofa enorme, merece tudo de ruim e todos os xingamentos, detesto xingar mulher mas um ser desse merece tudo. Tinha que ser uma gorda enorme
Augusto Cury disse na maior TRANQUILIDADE, para MILHÕES de pessoas na Band, que quem recebe Bolsa Família “perde a coragem de lutar pelo seu sonho”
Isso só prova duas coisas: Ele não irá governar tendo o povo pobre como prioridade, segundo, que não entende ABSOLUTAMENTE NADA sobre programas sociais. Só em 2025 91% das vagas criadas no mercado de trabalho foram OCUPADAS por beneficiários do Bolsa Família.
Não existe quem tenha mais CORAGEM DE LUTAR do que o povo pobre brasileiro. Coragem pra acordar 4 da madrugada, pra trabalhar em três empregos, pra sustentar família inteira com pouco. Coragem pra SONHAR mesmo quando a sociedade inteira conspira pra que você FRACASSE.
Augusto Cury não entende nada disso. Ele fala de um lugar de tanto PRIVILÉGIO que acha que necessidade tira “falta de coragem”.
Vcs que vão votar no Augusto vão ser os culpados do bolsonarismo voltar ao poder.
Tá todo mundo tranquilo como se a vitória do Lula fosse garantida, mas a diferença é muito pouca
Não existe ser de esquerda e votar em Augusto Cury.
1: Em suas propostas, ele defende semipresidencialismo, que significaria, na prática, dar ainda mais poder ao Congresso Nacional, e chegou a dizer que indicaria Tarcísio de Freitas para o cargo de primeiro-ministro, caso fosse eleito.
2: Ele tentou fechar uma chapa única com o asno privatista do Romeu Zema, porém a negociação não foi pra frente.
3: Ele defende ajuste fiscal e congelamento de investimentos aos moldes de Bolsonaro.
4: Ele fala de empreendedorismo abstrato, assim como Pablo Marçal, mas sem qualquer projeto de desenvolvimento.
Então, se tu é de esquerda, larga de mão a despolitização e vai estudar os candidatos para não cair em discursinho medíocre de escritor de autoajuda.
Nunca esqueço quando, em 2008 no auge da gripe, o Lula e o Serra eram os maiores adversários políticos da época e mesmo assim simularam vacinando o braço do outro pra incentivar a vacinação… sinto que o bolsonarismo nos roubou tanto 😭
@yolalykaios Eu empresto pro meu pai pq sei que ele sempre devolve sem eu pedir, agr se a pessoa n consegue nem devolver e fica com raiva se vc n tiver, ainda mais sendo jovem aprendiz, é foda viu, tá certa de n emprestar
Leia essa notícia sobre o maior surto de sarampo em duas décadas, que já fez vítimas até no Brasil.
Agora veja esse vídeo do Nikolas, Zema e Cleitinho tentando desobrigar a vacinação infantil em escolas de Minas.
Obs: depois Zema foi intimado pelo STF a se explicar.
Não acho que o Cleitinho, em si, seria necessariamente o pior governador da história de Minas. Até porque nós já vimos de tudo neste estado.
Mas acho que não existe momento pior para eleger alguém como o Cleitinho.
Em situações normais de temperatura e pressão, ele poderia ser apenas mais um político despreparado e populista usando MG de palanque, coisa que o mineiro já está calejado de ver.
O problema é que não estamos em uma situação normal de temperatura e pressão.
Minas Gerais encerrou 2025 com uma dívida fundada de R$ 205,95 bilhões. Desse total, R$ 182,15 bilhões, ou 88,4%, correspondiam a dívidas com a União. O estado acabou de sair do Regime de Recuperação Fiscal e aderiu ao novo Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), justamente para tentar reorganizar uma situação fiscal que continua extremamente delicada e que o Zema, embora ame dizer que consertou, não chegou nem perto de resolver.
Tudo isso acontece em um país que também enfrenta um quadro fiscal preocupante. Em junho de 2026, a dívida bruta do governo geral chegou a 81,9% do PIB, o equivalente a R$ 10,8 trilhões, enquanto o déficit nominal acumulado em 12 meses chegou a 9,99% do PIB. O próprio Banco Central projeta uma trajetória de dívida ainda crescente nos próximos anos, o que vai recair sobre um dos maiores estados da União, sem dúvidas. Minas Gerais é um espelho quase perfeito do Brasil. Se a dívida do país piorar, nós sofreremos ainda mais.
Estamos falando de um Estado altamente endividado, que acabou de passar por um regime de recuperação fiscal, inserido em um país com uma situação fiscal igualmente pressionada.
Não estamos falando de um Estado com as contas folgadas, inserido em uma federação fiscalmente confortável, em que um governo ruim poderia passar impune ou, ao menos, sem causar grandes problemas.
É nesse contexto que capacidade administrativa, responsabilidade fiscal, articulação política e conhecimento de gestão pública são extremamente necessárias. Coisas que o Cleitinho, simplesmente, não tem.
Minas não está em uma posição fiscal que permita se dar ao luxo de testar um governador despreparado ou, ainda, de ensinar alguém a gerir um estado como esse.
O Cleitinho vai ter que aprender a pedalar com a bicicleta sem rodinhas, guidão travado, pneu furado, no meio da 381 em horário de pico.