Villeneuve torna isso evidente com a sua versão de Blade Runner: não se trata mais de um filme futurista como o de 82, mas retrofuturista, onde coisas como a união soviética e a pam am perduraram em uma timeline alternativa.
o jogo indie Rain World é um grande questionamento patente no nosso presente: nós, como encontramos em Freud, temos a pulsão de morte, sempre buscando a aniquilação e o retorno ao estado inorgânico inerte. mas e as máquinas, não?
a emergência semântica das LLMs é talvez o acontecimento de maior choque hoje para a filosofia da linguagem (ao menos deveria ser considerada assim). seria a prova cabal de que a linguagem é capaz de transcender o mundo das coisas humanas?
Kingsnorth em Against the Machine alcança a mesma conclusão que Nick Land pelo caminho diametralmente antagônico: o surgimento da inteligência artificial como uma invasão.