@_StillAnEmoKid@Saints3009 nao que eu concorde com ele porem o que ele disse foi que no volei tanto ambos tem relevâncias semelhantes e é verdade, ja no futebol a disparidade é de anos luz, principalmente pro futebol, que é masculino em sua raiz, e é visto como um esporte espelho
“Sem polêmica, sem frango do goleiro da Argélia.”
Realidade:
1º gol: pênalti ROUBADO
2º gol: um FRANGAÇO do De Gea
3º gol: uma falta ROUBADA e inexistente
E nem ganhou o jogo. Apesar de terem assaltado a Espanha.
Vai tomar no seu cu, verme KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
eu me apaixonei por esse Raphinha.
do encanto por um jogador até então desconhecido à frustração por um cara que não rendia o suficiente no Barcelona, a ponto de ser visto como moeda de troca. a história mudou quando Flick chegou e fez um atacante inconstante e inseguro se reinventar e se tornar o melhor do mundo — o verdadeiro melhor do mundo na temporada 24/25.
na Seleção, chegou de forma meteórica em 2021, mas fez uma Copa do Mundo sem gols em 2022 e ficou marcado por isso, e vão tentar te vender que ele jogou mal no torneio, o que não é verdade.
depois disso, foi o melhor jogador do Brasil no ciclo para 2026, mesmo que queiram omitir ou negar isso por conta dos últimos jogos. mas ele ainda deve pela Seleção, justamente por ter muito futebol para apresentar.
e eu acredito nele. eu acredito em Raphinha.
@nelybritoo fiquei extremamente emocionado com ele disparando no contra ataque no ultimo minuto, ganhando lateral, gritando pra propria torcida e peitado o francisco ciscaçao.
Todos reclamam do baba ovo de gringo, mas pouco se fala daquele patriota irracional.
Todo jogador de fora é superestimado, nenhum presta.
Se você prefere o Mbappe ao Raphinha, significa que você é vira-lata. Se fala que o Messi é maior que Neymar, é baba ovo de gringo.
acho a brincadeira do Quem canta essa música Entao deixa ela cantar muito cruel . vc acha que a pessoa ta interessada no seu vasto conhecimento musical e ela vem e te apunhala pelas costas vc fica sem chao