@regina_antunnes@FlavioBolsonaro Verdade, eu sabia que tinha acontecido algo, só lembrava o que era. Quanta imaturidade de uma pessoa que se diz tão seguro. O lado bom é que o Flávio já está sabendo quem é quem antes de virar presidente. O Paulo Figueiredo sempre teve atitudes assim, é só útil, as vezes.
EU AVISEI! Votei contra o Gonet no Senado.
Hoje, revelou-se a intimidade dele com Vorcaro.
VENDIDO!
A titulo de salvar a democracia apropriaram-se e a venderam!
Fartos exemplos nesta terça!!
Paulo, eu concordo com você em inúmeros pontos e, na maioria das vezes, aprovo suas atitudes. Mas esse tuíte não me caiu bem.
O que eu entendi é que você está querendo apontar o dedo para as possíveis alianças que Jair Bolsonaro fez enquanto presidente, sendo que muitas foram necessárias. E aqui nem falo do Fábio Faria. Você ainda coloca Flávio Bolsonaro no mesmo balaio. Sendo que você é o rei das amizades Caracu. Aí é brincadeira, né?
Isso porque nem falei da juíza de Taubaté e do Constantino, que você só parou de defender ou manter diálogo porque ele ficou insuportável e acabou te bloqueando.
E você vem com esse textão aí? Não, não força, Paulo. Temos que ser coerentes.
E eu nem vou falar aqui das amizades com pessoas do Novo.
Não sou vingativo, apenas aprecio a justiça.
Se Moraes estivesse julgando Moraes ele seria preso preventivamente hoje!
Art. 312., código processo penal. “A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou PARA ASSEGURAR A APLICAÇÃO DA LEI PENAL, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado”.
Há dias, por iniciativa de Alexandre de Moraes, reuniram-se, na casa do Ministro, Lula e Alcolumbre, para tramar contra André Mendonça, segundo a imprensa. Estava presente também Cristiano Zanin.
Era um ministro. Era, também, um procurador. E era, por fim - como se a providência tivesse decidido completar a obra com requintado senso de composição - um policial federal.
Três figuras respeitáveis, três cargos de honra, reunidos numa mesma trama; e o leitor mais ingênuo talvez pergunte se isso é coincidência, ao passo que o Código Penal, em seu art. 288, tem uma palavra bem menos poética para o caso: associação criminosa.
O Brasil está diante de um dos momentos mais graves de sua história institucional. As informações que vieram a público sobre as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e outras autoridades com o banqueiro Daniel Vorcaro revelam fatos cuja gravidade exige apuração imediata, independente e exaustiva. Nunca o Supremo Tribunal Federal esteve submetido a um conjunto tão robusto de suspeitas de corrupção, conflitos de interesse e captura por interesses privados envolvendo seus ministros.
O Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria-Geral da República, o Senado Federal e a Polícia Federal são as instituições constitucionalmente responsáveis pelas apurações e por eventuais processos de responsabilização. No entanto, há razões objetivas para preocupação quanto à capacidade de essas instâncias atuarem com a necessária independência.
As informações já divulgadas indicam que outros ministros do STF receberam dinheiro e mantiveram relações com pessoas, empresas ou interesses associados ao banqueiro e ao Banco Master. O procurador-geral da República e o diretor-geral da Polícia Federal receberam hospitalidade e entretenimento de luxo custeados pelo empresário no exterior. No Senado Federal, importantes lideranças governistas e oposicionistas, incluindo seu presidente, aparecem vinculadas ao entorno político e empresarial relacionado ao caso. Tampouco se pode ignorar que a crise será objeto de intensa disputa política-eleitoral.
Como ocorreu em outros momentos de ameaça à corrupção sistêmica, é previsível a mobilização de campanhas de desinformação, operações de construção de narrativas explorando a polarização política, ataques digitais coordenados, tentativas de deslegitimar e intimidar agentes públicos.
A sociedade brasileira deve permanecer vigilante e exigir três compromissos inegociáveis das autoridades competentes: investigação integral dos fatos, transparência máxima dos procedimentos e defesa das instituições.
A corrupção volta a se apresentar, mais uma vez, como uma grave ameaça à estabilidade democrática brasileira. Ao corroer a confiança nas instituições, distorcer o exercício do poder e enfraquecer a igualdade perante a lei, ela compromete os próprios fundamentos da República. Mas é justamente por essa razão que o país não pode se esquivar de enfrentá-la.
AGORA NO SENADO, EM BRASÍLIA.
Flávio Bolsonaro enquadra os senadores sobre o Banco Master e o envolvimento de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro!
E aí? O Senado vai tratar isso com a gravidade que o caso exige ou vai deixar passar? Alexandre de Moraes deve renunciar?
Ahhh se Alexandre de Moraes fosse o juíz de Alexandre de Moraes…
Ahhh se Alexandre de Moraes aplicasse a si próprio o procedimento que aplicou em outros…
Busca e apreensão, prisão preventiva, negativa de acesso aos autos sob a justificativa de sigilo, bloqueio de redes, bloqueio de contas de familiares…