ONG dedicada a promover a transparência e o controle social do poder público, contribuindo para a integridade das instituições e do processo democrático
Acompanhe ao vivo nossa participação na audiência sobre transparência e eficiência das emendas parlamentares da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados:
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💣Só no Judiciário e MP, são ao menos 60 benefícios diferentes, que custam milhões (e até bilhões) aos cofres públicos.
Descubra quais benefícios existem - e o custo de cada um - na plataforma do DadosJusBr ou pela extensão do projeto no ChatGPT. 🔗https://t.co/2XHC5IBeK7
A decisão de ontem, 5.fev, do ministro Flávio Dino suspendeu penduricalhos pagos apenas por ordem administrativa nos Três Poderes, Ministério Público e Tribunais de Contas.
Você sabe quantos benefícios a TB identificou sendo pagos no Judiciário e MP?
#Supersalários#FlávioDino
Oito organizações da sociedade civil enviaram ontem (9.dez.2025) ofício ao presidente Lula (PT) solicitando que vete a criação da licença-compensatória no Tribunal de Contas da União (TCU).
A licença-compensatória atualmente não está prevista em lei federal, apesar de implementada por diversos órgãos. Só o Judiciário pagou, em 2024, ao menos R$ 1,2 bilhão do penduricalho a 10,7 mil magistrados, segundo estudo da Transparência Brasil e do https://t.co/VW5nC9fIco.
Por ver indícios de crimes, o ministro determinou que a Polícia Federal investigue a execução das emendas parlamentares. Por meio da ADPF 854, organizações e representantes políticos vêm alertando ao STF sobre as fragilidades e a constitucionalidade das emendas Pix.
Foram denunciadas atividades ilegais de desmatamento e compra de materiais para desmatamento e, também, o desvio de verbas de emendas destinadas para estradas e parques públicos.
A Transparência Brasil, a TI-Brasil e o Contas Abertas, apresentaram denúncias de jornalistas do Globo, UOL e Folha de S. Paulo ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o uso irregular de emendas parlamentares.
A partir da pesquisa sobre o pagamento de promotores e procuradores acima do teto constitucional, de 25 unidades do Ministério Público, a Transparência Brasil também descobriu que cinco dessas unidades não cumprem totalmente a Lei de Acesso a Informação.
Em meio ao contexto de COP30, ela discutiu a atuação de gestores públicos e a participação de organizações da sociedade civil e demais interessados em fortalecer a gestão, o acesso e o controle social da agenda climática.
Link do webinário completo:
https://t.co/GSGaooFRHN
Em sua participação no Webinário sobre Fundos Climáticos, Juliana Sakai, debateu a importância de avançar a padronização da transparência e da governança na gestão dos recursos de fundos voltados ao enfrentamento das mudanças climáticas.
Em entrevista à @folha, a diretora-executiva da Transparência Brasil comentou a proposta em debate no Congresso de alterar o sistema eleitoral do proporcional para o distrital misto, como forma de impedir o avanço do crime organizado na política: https://t.co/tZkRCH2fzf
Ao invés de fortalecer estruturas e instrumentos já existentes que podem frear a entrada do crime organizado na política, o Congresso atua para fragilizá-los
Cada município apresentou os planos de ação que desenharam no período de 12 semanas. Em ambos os casos, a integração dos diferentes setores das prefeituras é a chave para concretizar os objetivos traçados.
A Transparência Brasil, junto com @opencontracting ofereceu mentorias para gestores e agentes públicos dos municípios de Curitiba e Mogi das Cruzes, através da iniciativa What Works Cities.
Acesse o link e leia mais sobre a iniciativa.
https://t.co/qUibr4CC4W
A mentoria levou as cidades a pensar o uso de dados e transparência para aumentar a participação de fornecedores locais e empresas de pequeno porte em contratações públicas.