@AlbanoCaseiro@CortesAltoValor sim filho, todos os 99% de casos de abandono paterno foi porque a mãe foi pro baile funk e deu por lá, confia....
cai na realidade
imagina vc conhece um cara, descobre que ele eh de extrema direita, assiste cafe com teu pai, fala q misandria existe, eh fã do neymar e MESMO ASSIM voce decide ficar com ele pqp isso nao existe
Tem uma teoria muito foda que o Deus cristão era na verdade uma deidade do caos muuuito antiga mas que estava “fraca” e veio pra nossa galáxia pra se alimentar e a melhor forma que encontrou foi através da adoração e medo dos humanos, ai ele criou td a fic da história, pegou um medium de cura e fez ele se passar por seu filho e deixou o cara pra morrer kk
mas que performance toda é essa que vcs acham que brasileiro faz? se ficar macaqueando, com som alto nos lugares e histeria é performar, então esse bando de branco faz melhor msm. vergonha.
🚨 URGENTE: em votação que durou 1 minuto e 42 segundos, senado aprova projeto que dificulta aborto legal em crianças vítimas de estupro!
Querem meninas menores de 14 anos tendo filho de estupradores!
É O PIOR CONGRESSO DO MUNDO!
🇧🇷🇺🇸 Os EUA possuem uma série de organizações criminosas que atuam em seu território, como os Bloods, Crips e MS-13, realizando as mesmas atividades criminosas que o PCC e CV, no entanto, essas organizações nunca foram declaradas como terroristas.
Mesmo declarando "guerra às drogas" em 1971 e desde então perseguindo essas organizações, os EUA não conseguiram acabar com nenhuma delas, seja com combate policial direto ou "asfixia financeira". Em nenhum momento, o governo dos EUA sequer cogitou declarar as gangues, cartéis e máfias que atuam em seu território como "organizações terroristas", até porque, assim como o PCC e CV, esses grupos não atuam por motivações políticas, ideológicas ou religiosas, mas apenas em busca de lucro com o tráfico de drogas, armas e demais crimes.
Essas organizações criminosas dos EUA inclusive dominam territórios inteiros, assim como as facções do Brasil. Por exemplo, o bairro de Compton em Los Angeles é famoso por ser dominado pelos Crips, inclusive com tiroteios recorrentes em guerras por controle de território de tráfico de drogas. Em Nova York, no bairro The Bronx, a situação é semelhante em algumas regiões, além de cidades como Atlanta que também possuem forte atividade de gangues e cartéis.
Além de não conseguir combater a criminalidade dentro do seu próprio território, no âmbito internacional, os EUA já realizaram intervenções contra cartéis do México e Colômbia, também sem sucesso em desmantelar essas organizações criminosas.
Portanto, a classificação do PCC e CV está muito mais relacionada com a utilização de mecanismos legais internos, como leis de sanções econômicas direcionadas e possibilidade de intervenção militar, para pressionar o governo e empresas brasileiras, dessa forma impondo os interesses dos EUA dentro do Brasil.
No momento, o caso mais emblemático é o do Pix. Em 2025, o governo Trump abriu uma investigação comercial contra o Pix, alegando que o sistema de pagamentos brasileiro está "prejudicando comercialmente" empresas dos EUA, em especial as operadoras de cartões de crédito Visa e Mastercard. Após classificar o PCC e CV como organizações terroristas, o governo dos EUA poderá usar mecanismos legais para simplesmente acusar o Pix de ser um sistema utilizado para transações financeiras de "organizações terroristas", abrindo a possibilidade de sancionar bancos que ofereçam o Pix como meio de pagamento.
O "combate ao narcoterrorismo" dos EUA age como pretexto para justificar ações de guerra híbrida ou guerra de 5ª geração contra o Brasil, um tipo de conflito que envolve a lawfare (guerra por meio de leis), psyops (desinformação), sabotagem e pressão econômica para pressionar uma nação a ceder aos interesses de outra potência. Dessa forma, os EUA poderão pressionar o Brasil a ceder sua soberania sobre setores estratégicos, como, por exemplo, limitar o uso do Pix em benefício da Visa e Mastercard, ou, até mesmo, ceder a exploração de terras raras e petróleo para empresas dos EUA usufruírem como bem entenderem.
Em lugar algum do mundo os EUA ajudaram a acabar com o crime organizado, portanto, não será no Brasil que essa situação será diferente.