A simple, honorable man. Or at least, 1 who makes the attempt. Took the red pill. For a multipolar world. Navigator of the Infinite. I’m part of the resistance.
In Norwegen ist mittlerweile praktisch jedes neu zugelassene Fahrzeug ein E-Mobil. Wie erklärt sich dieser Erfolg?
Surprise, Surprise: Die Gesamtsubventionen pro Fahrzeug (vor allem Steuerbefreiungen) belaufen sich je nach Größe und Fahrleistung auf etwa 25.000 bis 34.000 Euro.
Finanziert durch die sprudelnden Profite aus der Erdölförderung.
https://t.co/sQ5mbDzdS8
Stellen Sie sich vor:
— Ihre 12-jährige Tochter wurde gestern von vier farbigen Männern mehrfach vergewaltigt.
— Sie gehen mit ihr zur Polizei und erstatten Anzeige.
— Die Beamten sind nicht bereit, die Anzeige entgegenzunehmen.
— In Ihrer Verzweiflung beschreiben Sie das Vorgefallene in den sozialen Medien.
— Zwei Tage später werden Sie deswegen von der Polizei abgeholt und ins Gefängnis gesteckt. Ein Richter verurteilt Sie zu einer unbedingten Gefängnisstrafe.
— Die Täter werden nicht behelligt.
— Im Parlament wird dieses Vorgehen mit grosser Mehrheit gutgeheissen, weil man nicht islamophob sein wolle.
Das hat sich in Grossbritannien hundertfach so zugetragen, und das Unterhaus in London hat vor wenigen Tagen so entschieden.
La “República de los Derechos Humanos” le niega el himno a una niña que solo jugó al tenis.
Este sábado, mientras Mirra Andreeva, una prodigiosa tenista rusa de 18 años, destrozaba a la polaca Maja Chwalińska y levantaba la Copa Suzanne-Lenglen en Roland-Garros, los organizadores del torneo y el gobierno francés decidieron que su victoria no merecía su himno. Porque, claro, en la tierra de la Libertad, Igualdad y Fraternidad, ahora se castiga a las deportistas por el pasaporte que les tocó al nacer.
Qué gran idea: convertir el tenis en un tribunal geopolítico. Mientras Macron y su élite parisina dan lecciones morales al mundo, le arrebatan a una adolescente el momento más dulce de su carrera para demostrar que ellos, los refinados franceses, están del lado correcto de la historia.
Olvidan, eso sí, que el deporte no es una extensión de la OTAN ni un arma de sanciones. Al final, con su ridícula censura, solo consiguen una cosa: que el mundo vea lo pequeño y lo hipócrita que se ha vuelto también lo grande torneos deportivos como el “gran” Roland-Garros.
El talento ganó dentro de la cancha.
Afuera, la mediocridad política volvió a perder.
Ich habe dieses Wochenende ein Wunder gesehen. Der Beginn vom Ende des IT-Customizing.
Im Rahmen unserer SOC2-Zertifizierung musste ich in Jira von Atlassian mehrere noch fehlende Projekte, Prozesse und Subtasks sauber aufsetzen.
Ich habe das mit Manus AI gemacht, obwohl ich vorher selbst nie ernsthaft Jira-Customizing betrieben habe.
Der entscheidende Punkt aber ist. Ich musste mit keinem externen Jira-Berater sprechen. Ich habe die anfänglichen Fehler, Missverständnisse und Unschärfen von Projekt zu Projekt auswerten lassen, danach korrigiert und erneut prüfen lassen.
Das Ergebnis ist besser, strukturierter und konsistenter als wirklich alles, was ich in der Vergangenheit von externen Beratern gesehen habe. Die Jira-Projekte sind jetzt vollständig auf unsere SOC2-Anforderungen ausgerichtet.
Aktuell lasse ich auf dieser Basis auch die dazugehörigen Arbeitsanweisungen neu schreiben, damit Prozesse, Verantwortlichkeiten, Nachweise und Prüfpfade sauber dokumentiert sind.
Auch die SOC2 Beratung ist meines Erachtens tot.
Gekostet hat mich das ungefähr 200 Euro an Credits. Gemessen am Ergebnis, am Umfang und an der Geschwindigkeit ist das absurd wenig.
Das klassische IT-Customizing, wie es bisher von externen Beratern verkauft wurde, steht vor einem massiven Umbruch, vor dem Ende.
Was machen all die Inder in zwei Jahren, die heute nichts anderes als Customizing machen?
Was machen all die Zertifizierungsberater in Zukunft?
Wow.
Gestern saß ich bis vier Uhr nachts daran, all das noch besser zu verstehen.
Wahnsinn.
Dazu gibt es nächsten Sonntag ein Video auf meinem YouTube Kanal.
Im Dezember 2025 haben Kriminelle die Schließfächer der Sparkasse Gelsenkirchen ausgeräumt.
Der Schaden könnte mehr als 100 Millionen Euro betragen.
Der größte Raub in der Geschichte der Bundesrepublik.
Bis heute gibt es von den Tätern keine Spur. Und man muss dafür Verständnis haben.
Unsere Justiz ist mit Internet Kommentaren beschäftigt. Oma Erna hat auf Facebook einen Politiker der Lüge bezichtigt.
Klare Prioritäten.
Hayek nunca perdoou Friedmann
Milton Friedman carregou esse peso até o último dia. Não foi um erro qualquer. Foi o erro que ajudou a construir o Estado que ele passaria a combater pelo resto da vida.
Em 1943, em plena Segunda Guerra, o Tesouro americano precisava de dinheiro constante e previsível para financiar o esforço de guerra. Um jovem economista chamado Milton Friedman, trabalhando na divisão de pesquisa tributária, foi um o arquiteto do sistema de retenção na fonte.
A solução parecia genial na época: em vez de esperar o contribuinte pagar o imposto no final do ano ou em parcelas trimestrais, o governo passou a abocanhar sua parte direto no contracheque, antes mesmo que o salário chegasse às mãos do trabalhador.
Antes disso, a tributação tinha rosto. O americano comum sentava à mesa, pegava a caneta e escrevia um cheque real para o governo. Se ganhava 60 mil dólares por ano, via de fato os 75 mil que produzia e entregava 15 mil ao Tesouro em prestações visíveis. Cada aumento de imposto era sentido imediatamente no bolso. A dor era concreta. Os políticos viviam sob pressão constante para justificar cada dólar gasto, porque o eleitor sentia a extração em tempo real.
A retenção na fonte transformou essa perda concreta em uma abstração contábil. O governo virou um coletor de impostos não remunerado. O trabalhador recebe o holerite já “limpo”. O custo da máquina pública desaparece da percepção imediata. Pior: quando chega a hora da declaração e o governo devolve parte do que reteve a mais, milhões de pessoas comemoram o “reembolso” como se fosse um presente de generosidade estatal. Esquecem que é o próprio dinheiro delas, emprestado ao Tesouro sem juros durante o ano inteiro, enquanto o governo já gastou tudo.
Esse mecanismo anestesiou a principal força que, historicamente, limitava o crescimento do Estado: a dor da tributação. Quando o imposto não dói na hora de pagar, o eleitor para de cobrar. Daí florescem as distorções que você vê até hoje: gastos estapafurdios, subsídios bilionários para produzir, salários e privilégios para congressistas que mal aparecem no plenário. Quando a conta não chega de forma palpável, a festa dos gastos continua indefinidamente.
Friedman reconheceu o monstro que ajudara a criar. Em suas memórias, escreveu com sua honestidade habitual:
“Na época, concentrávamo-nos apenas no esforço de guerra. Não nos ocorreu que estávamos desenvolvendo a maquinaria que tornaria possível um governo que eu viria a criticar severamente por ser grande demais, intrusivo demais e destruidor da liberdade.”
E concluiu, com amargura:
“A estrada para o Leviatã está pavimentada de boas intenções.”
Ele passou a defender abertamente o fim da retenção na fonte em tempos de paz. Queria que os cidadãos sentissem o peso real dos impostos para que pudessem exercer controle efetivo sobre os gastos públicos. Queria que o custo da política voltasse a ser visível.
Foi exatamente isso que Hayek nunca perdoou.
Para o autor de O Caminho da Servidão, não existia justificativa, nem mesmo a guerra, para criar um mecanismo que tornasse o custo da coerção estatal invisível ao cidadão. Hayek entendia que a liberdade não sobrevive quando o Estado consegue extrair recursos sem que o contribuinte sinta a extração. A retenção na fonte não era apenas uma ferramenta técnica eficiente. Era a institucionalização da cegueira fiscal: o truque perfeito para que o governo cresça sem que ninguém sinta o corte.
Hoje o sistema está tão naturalizado que parece eterno. Mas a verdade permanece incômoda: enquanto o contribuinte não sentir na pele o que o Estado tira dele, a accountability vira ficção. Os políticos continuam gastando o que os eleitores não sentem que estão pagando. E o Leviatã segue crescendo, alimentado por uma anestesia que um dia foi vendida como medida temporária de guerra.
Friedman admitiu o erro. Hayek teve a lucidez de não perdoar. Resta saber se nós vamos continuar fingindo que o crime perfeito nunca aconteceu.
Irgendwie hat Bundeskanzler Merz die EU falsch verstanden. Ursprünglich ging es nicht darum, auf Gedeih und Verderb möglichst viele Staaten aufzunehmen, sondern darum, mit Erweiterungen einen Mehrwert für die bisherigen Mitglieder zu erzielen. Durch Aufnahme von Pleitestaaten und wirtschaftlichen Zwergen gibt es aber keine Vorteile.
Doch die EU hat ihre ursprüngliche Bestimmung verlassen, heute ist sie ein expansives Imperium, dem es nur noch darum geht, geopolitische Landgewinne zu erzielen, vor allem gegen den großen, selbst erklärten Feind, Russland. Natürlich wäre eine Zusammenarbeit zwischen der EU und Russland für die Völker Europas ein großer Gewinn, doch das interessiert die globalistischen Spindoktoren nicht.
Zu diesem Zweck ködert man schwache Länder mit viel Geld, damit sie ihre Souveränität an Brüssel abtreten, und überwiegend zahlt Deutschland dieses Geld. Attraktive Staaten wie die Schweiz oder Norwegen haben natürlich kein Interesse daran.
This image is the tipping point.
European and white people all over the globe are facing the reality.
They are living in a hostile anti white system, that is holding them down, while they are bleeding out demographically.
We all are Henry Nowak.
We all are handcuffed.
We all are fading away, betrayed by our own authorities and besieged by foreigners.
We all need to wake up and stand up.
+++ Paris Grand Slam +++
Zum 1. mal in der Geschichte des Deutschen Staatsfernsehens gab es keinen Bericht über das Tennisfinale der Frauen in #Paris !
Die Siegerin heisst Mirra #Andreeva, sie kommt aus Russland, sie ist Russin ! )
#Pistorius#Iran#Lanz#Wadephul#Miosga
Durante años te dijeron que debías consumir menos, viajar menos y reducir tu huella de carbono para salvar el planeta. Ahora resulta que las emisiones de los centros de datos que alimentan la inteligencia artificial fueron enormemente subestimadas.
Qué curioso. La austeridad climática es para ti. Los beneficios del negocio del futuro, para ellos.
https://t.co/nOMMwZ7mAy
🇫🇷 France's giant banquets are selling out across the country. €81 buys you four courses, unlimited wine and a room full of thousands singing together.
Le Canon Français calls it a celebration of French tradition. La France Insoumise calls it the hard right organizing in plain sight.
The investor behind the company, billionaire Pierre-Edouard Stérin, funds think tanks advocating for immigration restrictions, rolling back abortion rights and promoting France's Christian identity.
Police are investigating alleged racial provocation at one event in Caen.
The organizer says most of his customers vote right or hard right. And that's just how rural France votes now.
Source: BBC
Dos Españas, separadas por medio siglo de socialismo y estado de bienestar exagerado y apoyado tanto por PP como PSOE.
La de 1975: la familia era la red. Abuelos, padres e hijos sosteniéndose. El que caía, lo recogían los suyos. No por romanticismo, sino porque no había nadie más.
1976: 677.456 nacimientos. 2,8 hijos por mujer. El matrimonio era la norma, los hijos fuera de él eran una rareza.
Luego llegó el Estado de bienestar moderno y conectó directamente con el individuo: paro, IMV, ayudas a mayores, a madres solas, por hijo. Bien intencionado. Pero cada prestación asumió una función que antes cumplía la familia.
¿Para qué permanecer unidos contra la adversidad si el Estado te recoge a ti solo?
La España de hoy:
• 1,10 hijos por mujer.• Matrimonios: de 7 por mil habitantes a 3,5.
• La mitad de los niños ya nacen fuera del matrimonio. En 1975 era una excepción.
• Hogares de una sola persona: del 13,5% (1991) al 24,5%. Multiplicados por ocho desde 1970.
• Familias de 5+ personas: −73%.
Mientras tanto, la protección social ganó 8,6 puntos del PIB y hoy es el 41% del gasto público.
No es casualidad que donde más creció el Estado, más se encogió la familia.
Empezó como una idea noble: ayudar a niños, ancianos y enfermos. Terminó subsidiando el individualismo y vaciando de sentido a la abuelidad, a la familia unida contra la adversidad.
Más Estado. Menos familia. Menos hijos. Y mucha más gente sola.
Milton Friedman on inflation:
“Inflation is just like alcoholism. In both cases when you start drinking or when you start printing too much money, the good effects come first. The bad effects only come later.”
“That’s why in both cases there is a strong temptation to overdo it: to drink too much and to print too much money.”
“When it comes to the cure, it’s the other way around. When you stop drinking or when you stop printing money, the bad effects come first and the good effects only come later.”
“That’s why it’s so hard to persist with the cure.”
Prof. Dr. Stefan Homburg (@SHomburg) war ebenfalls gerngesehener Gast auf den diesjährigen Hayek-Tagen. In der ihm eigenen, nüchternen Art wies er auf einen unausweichlichen ökonomischen Zusammenhang hin: Wer Arbeitskraft für Rüstung einsetzt, kann sie nicht mehr für die Herstellung anderer Güter einsetzen. Kriegstüchtigkeit macht arm, Friedfertigkeit bereichert.
https://t.co/WWx9hv2gfz
Die Berliner Verkehrsbetriebe zensieren diese Werbung von Nius.
Wenn wir sie aber alle teilen, dann spart die Zensur die Kosten UND erhöht zugleich die Reichweite der Kampagne.
Die Rechnung, die niemand hören will
Prof. Bernd Raffelhüschen hat in der Studie „Ehrbarer Staat? Fokus Migration“ die fiskalische Bilanz der aktuellen Zuwanderung auf Basis der Generationenbilanz 2023 exakt berechnet.
Bei einer Nettomigration von rund 293.000 Personen pro Jahr und einer Integrationsdauer von sechs Jahren steigt die Nachhaltigkeitslücke von 347,4 auf 497,1 Prozent des BIP. Das bedeutet eine zusätzliche implizite Belastung von etwa 5,8 Billionen Euro.
Selbst bei höherer Qualifikation oder zusätzlicher Fachkräfteanwerbung bleibt die Bilanz negativ. Der deutsche Sozialstaat ist strukturell überfordert: Er verspricht Leistungen, die weder Einheimische noch Zuwanderer über ihren Lebenszyklus vollständig finanzieren können.
Späte, ungesteuerte oder integrationsresistente Zuwanderung erzeugt langfristige Nettobelastungen bei Renten, Pflege, Gesundheit und Transferleistungen.
Die Konsequenz ist zwingend: Ein sofortiger Wechsel zu einem strengen Selektionsmodell nach Qualifikation, Alter, Erwerbsfähigkeit und kultureller Passfähigkeit. Konsequente Remigration bei Ablehnung oder Straffälligkeit. Kein Familiennachzug ins Sozialsystem. Wer nicht netto beiträgt, darf nicht dauerhaft belasten.
Die Zahlen sind eindeutig. Wer weiter an der offenen, ideologisch getriebenen Migration festhält, betreibt intergenerativen Raubbau auf Kosten der noch nicht Geborenen.
#Raffelhüschen #EhrbarerStaat
Die Stadt Bremen hat dem Arbeitsamt-Mitarbeiter, der sich in einer ZDF Doku kritisch über das Bürgergeldsystem äußerte, fristlos gekündigt.
Der Mitarbeiter sagte, dass 30-40% der Bürgergeldempfänger in ihren Anträgen falsche Angaben machen.
Und es primäre Aufgabe der Jobcenter wäre Geld zu verteilen. Würde er alle Bürgergeld-Empfänger in Jobs vermitteln, wäre er irgendwann arbeitslos.
Die Wahrheit darf nicht ausgesprochen werden. Traurig.