Você não nos abandonou quando deram as costas.
Você se tornou o alicerce, e fez cada noite se tornar especial com toda a sua paixão pelo esporte!
Você nos ensinou que ter uma mentalidade intensa faz superar obstáculos e nos leva a lugares que ninguém imaginava ser possível.
Você até recebeu apoio, o #13 e o #7 chegaram, mas não foi o suficiente pra coroar uma carreira tão mágica.
20-20-21, 50-10-16, 57-13-11…
Parecem até estatísticas de videogame, mas esse era Russell Westbrook... Uma aberração, antinatural, uma força sobre-humana quando foi MVP.
Só posso agradecer por ter presenciado com os próprios olhos o prime de um dos jogadores mais eletrizantes da geração!
Seu nome ecoará na história do basquete mundial por toda a eternidade…
Russell Westbrook III. Obrigado! 💙⚡️
A mais HUMANA entre as grandes histórias que acompanhamos na NBA, acaba aqui.
Russell Westbrook se aposentou.
Humana porque não foi perfeita, longe disso.
Westbrook foi um jogador que se tornou mais falho ao longo do tempo, com as revoluções do jogo, com as novas formas de se pensar um time vencedor, campeão, o que diz muito sobre seu mercado dos últimos anos, quando não foi parte do centro das atenções.
Mas há algo nessas histórias que envolvem personagens como Westbrook que instigam o ser humano, e por isso ele teve tantos e tantos fãs, dos quais fui parte.
A trajetória em OKC simboliza muito disso, o homem de um projeto que deveria durar muitos anos, vencer muitos títulos, que poderia o coroar como o melhor armador da NBA, com seu atletismo e capacidade física tão encantadoras, em uma posição que tanto mudou desde que ele era só um novato, até o último dia, hoje.
O MVP, sua maior glória na carreira, veio no momento mais improvável de todos, quando a franquia parecia condenada após perder Kevin Durant, mas respirou porque Russell Westbrook se manteve leal.
Leal aos princípios, leal a quem o escolheu, deu uma chance para quem lhe deu uma chance, falhou de novo, foi derrotado, porque a jornada do herói nem sempre é sobre glórias.
Quando enfim saiu de Oklahoma, facilitando a transição da equipe que hoje vive sua era dourada, deixou pra trás uma cidade que na verdade, jamais o esqueceu.
Porque mesmo títulos e taças podem não despertar tantas paixões como alguém tão obstinado por vencer em qualquer situação, como Westbrook.
Ele mais perdeu, do que conseguiu vencer, não encontrou mais uma casa pra chamar de sua, por mais que as passagens por Houston, Washington, Clippers e Denver tenham sido boas, diferentes do desastre que mudou de vez sua percepção na NBA pelo Lakers.
Nenhum jogador dividiu mais opiniões, polarizou tanto amor e ódio e acertos e erros em uma proporção tão elevada nessa geração… fez parte do porque tantos o amaram com tamanha profundidade.
Ele não foi o melhor jogador, ele não foi campeão, mas com certeza foi o dono de seu próprio épico, o que muitos não conseguem ser, mesmo com taças e prêmios.
É justo que a jornada acabe pelas mãos dele, meio que reconhecendo o quão difícil sua situação de mercado ficou, houve um declínio, natural, o tempo sempre chega, mas fico feliz que sua carreira não tenha tomado os rumores que outros jogadores históricos não conseguiram superar, tentando se agarrar a algo que não mais lhes pertencia.
O peso foi grande nos últimos anos, recebeu ameaças de morte, cobranças em tom desproporcional, ainda tinha coisas para entregar em quadra, por mais que já não fosse o mesmo jogador.
Mas a mais humana das histórias, acabou nos termos de um jogador que dentro e fora da quadra, se mostrou o mais humano dos heróis desta geração.
Por isso, o basquete te deve uma, Russ.
Por isso, todos nós também te agradecemos pelos anos, com seus erros, falhas, sucessos, alegrias e acima de tudo muito suor e sangue de quem jamais se entregou.
Lenda da NBA, dia triste.
Aqui a maior atuação na HISTÓRIA de um jogador do Thunder.
Russ com 50 PONTOS, GAME-WINNER e quebrando o recorde de mais triplos-duplos em uma temporada. 2017, MVP.
É, ao lado do Jogo 7 das Finais, o dia/jogo mais emblemático da franquia.
Esse é um post pra quem começou a ver NBA nos últimos sei lá, 5-8 anos.
VOCÊS NUNCA VÃO SABER O QUE ERA LIGAR A TV NUM JOGO DO THUNDER COM PRIME RUSSELL WESTBROOK.
E eu sinto muita pena.
O armador mais atlético da história da NBA, talvez da história do basquete.
🥺😭
Bruno e Endrick não podiam perder os gols que perderam, é claro. Mas vamos além, e não é pegar no pé, apenas constatar o óbvio: a entrada de Neymar estragou o melhor momento do Brasil no jogo. Porque Endrick teve que cair para a direita, onde é menos perigoso e marca mal; Vini também não ficou mais solto e teve que marcar mais, enquanto o craque dava suas corridinhas cenográficas atrás dos noruegueses. A aposta foi toda na qualidade individual de quem já foi um gênio, mas não joga futebol há 5 anos. Poderia ter dado certo, porque futebol é assim, mas não aconteceu. Responsabilidade é toda de Ancelotti, que até fazia um bom trabalho, e não de Neymar, acostumado a ter seus desejos atendidos. Resta olhar pra 2030, levando para a Copa 26 jogadores profissionais em condições.
O maior artilheiro da história da Seleção Brasileira perdendo tempo pra provocar o goleiro da Noruega ao marcar um gol de penalti irrelevante nos acrescimos de uma eliminacão nas oitavas, um dos momentos mais patéticos já vividos por essa camisa
Esse lance do Shai foi MUITO inteligente.
Primeiramente, sou fã do Jota e esse tweet passa muuuito longe de ser uma resposta a ele. É um comentário sobre o lance apenas.
O momento era todo do Spurs no jogo (abriram 8 de frente) a caminho do 4º quarto. O Thunder vinha de uma sequência de arremessos errados e a coisa *parecia* estar desandando.
Precisávamos de uma cesta de qualquer jeito pra diminuir a desvantagem e voltar pro jogo.
Olha a defesa do Spurs! A gente definitivamente NÃO IA pontuar nessa posse.
O Shai INTELIGENTEMENTE fez o pump fake e o Vassell caiu. A partir disso, é só buscar o contato e ganhar a falta. Com isso, uma posse “perdida” acabou se tornando 3 pontos para o Thunder e a desvantagem caiu para 5.
Tem jeito mais fácil de pontuar no basquete que não seja com lances livres?
Podemos reclamar da regra (que inclusive havia mudado anos atrás mas acho que não durou nem uma temporada, né? Kkkkk), mas não dizer para o Shai “não fazer isso com o basquete”.
Ele usou da regra do próprio jogo para anotar 3 pontos importantíssimos para seu time.