@CascioCardoso Todos os grandes clubes colocam jogadores experientes no banco para que jovens possam jogar, caso estes tenham potencial ou melhor entrega.
No Bahia isso parece não existir. Ficou claro que o jogador jovem/da base está sempre atrás até do terceiro reserva contratado de fora.
@CascioCardoso Cascio, seria bom repercutir essa fala de Ceni na coletiva. Achei problemática demais, apesar de não surpreender.
Ele é paneleiro e tem síndrome de capitão. Trata os jogadores como companheiros e não como liderados, e isso cria silos, que bloqueiam o desenvolvimento da base.
Existe uma linha de pensamento que defende que a vida é a forma como reagimos ao que nos acontece.
O final de 2025 do Bahia está colocando esse sentimento na mesa das redes ditas sociais, confras de trabalho e reuniões de família. E afins.
Há 30 anos, em 1995, o Bahia começou um calvário esportivo e institucional sem precedentes àquela altura. Sofreu com a perda da hegemonia estadual, de maneira categórica, e chegou, em 1997, ao primeiro rebaixamento da história do clube.
Há 20 anos, em 2005, o Bahia foi rebaixado para a terceira divisão nacional (naquele momento, o estágio mais primário do futebol brasileiro). E ficou sem jogar desde 10 de setembro!!! Ficou por 2 anos na C. Em 2007, quando saiu, celebrando seu primeiro acesso em campo, perdeu torcedores, que morreram ao cair da Fonte Nova, e a alegria ou alívio pra qualquer coisa esportiva desapareceu. Eu realmente pensei naquele ano que torcer para o Bahia era uma provação de vida. De acordo com minha fé.
Há 10 anos, em 2015, já depois de eu ter me dedicado pessoalmente muito a um processo democrático que rendeu ao Bahia uma mudança de paradigma histórico, mesmo o clube tendo pessoas boas e trabalho correto, ainda se reconstruindo, ficou na série B de maneira devastadora.
10 anos se passaram de novo. Em janeiro de 2025 eu não via o Bahia ser campeão duas vezes no mesmo ano desde que estava na faculdade. Eu não via o Bahia jogar a Libertadores desde que me entendia por gente. Eu não via o Bahia ter feito 60 pontos nunca na Série A. Hoje, em dezembro, eu vi. E vi e senti também o prazer de ter um camisa 10 referência, que joga um futebol que encanta. Vi meus filhos dizerem que “o Bahia ganha de todo mundo” quando, todo desfalcado, ganhou do Palmeiras e do Flamengo em sequência (e não fui quem provocou essa frase deles)
Eu não lembrava de torcer por jogador do Bahia na seleção brasileira. Esse ano foram dois. Na principal. Porque na base teve jogador do Bahia sendo protagonista em campanha grande.
O clube anunciou a construção um CT de proporções inéditas na América Latina. Aqui, “do lado de casa”. Está investindo forte na base. Alimentando o sonho futuro. Tem mesclado cultura empresarial testada e aprovada com quem entende de Bahia e da Bahia. Reforçando a identidade e transformando o ecossistema do futebol brasileiro de maneira única.
Ainda assim, eu tive frustrações (qual ano não tive?)
A forma de deixar a Copa do Brasil, o G5, são cobranças legítimas e são eventos irritantes de 2025. Momentos de fúria e ranger de dentes. E em 2026 eu sei que “títulos de compensação” não serão suficientes para quem anseia sempre mais.
Falo por mim: não me acomodo. Sou inquieto. Quero sempre mais, porém, o valor que dou ao que tenho é maior do que o valor que dou ao que falta.
Pauto minha vida assim. Pauto minha relação com meu clube do coração assim também. Obrigado, Bahia, pelo MEU Feliz 2025.
Espero que hoje tenha sido o último Bavi que eu vejo Rezende atuando pelo Bahia. Se possível, que seja o último jogo.
Jogador que fede a derrota e fracasso.
O Bahia precisa de um treinador melhor se quiser crescer. Ainda acho que Ceni tem evolução, mas precisamos já pensar em quem vem pra alavancar esse projeto.
Ceni como treinador é cheiro de flopada. Treinador sem repertório fora do script. Além de tudo, teimoso e incoerente.
Tiago sendo um dos poucos jogadores que não estão se escondendo do jogo (fora o gol inclusive).
Sofreu várias faltas, tabelou, encruou. Em nenhum momento eu vi Tiago sentir o peso desse jogo.