Nenhuma sociedade prospera quando começa a condenar justamente aquilo que gera desenvolvimento. O progresso nasce do esforço, da vontade de crescer e da valorização de quem trabalha, empreende e alcança bons resultados.
Erika Hilton e sua turma, passam o ano inteiro atacando o “capitalismo malvadão”.
Demoniza lucro, critica empresa, trata empresário como inimigo e depois reclama que a Parada perdeu patrocínio privado.
Na hora do discurso, empresa é opressora. Na hora de pagar palco, trio, estrutura e divulgação, empresa vira “apoiadora da diversidade”.
No fim, nem a militância consegue sustentar a militância sem o dinheiro do capitalismo que ela finge combater!
Ed Motta o Enochato.
O caso Ed Motta não é sobre vinho. Nunca foi. É sobre um homem bêbado jogando cadeira num restaurante enquanto tenta desesperadamente preservar a própria fantasia de sofisticação. E isso acaba dizendo muito mais sobre o Brasil do que sobre gastronomia, adegas climatizadas ou taxa de rolha.
Porque o bêbado pobre cai na sarjeta. O bêbado rico ganha aura. Um é chamado de alcoólatra. O outro vira “temperamental”, “intenso”, “boêmio”, “gênio incompreendido”. Basta trocar a pinga pelo Bordeaux e pronto: o vexame recebe legenda cult e trilha de jazz.
Essa criatura que transforma álcool em performance intelectual. O sujeito gira a taça como quem consulta espíritos ancestrais, fecha os olhos teatralmente e anuncia notas de “couro envelhecido”, “terra molhada” e “madeira depois da chuva”. Tudo isso pra justificar o fato de estar, essencialmente, bebendo. Muito.
Segundo os donos do restaurante, Ed Motta, acompanhado do empresário Diogo Coutinho do Couto e outro homem, protagonizou cenas de intimidação e agressividade depois que a casa recusou uma cortesia relacionada à taxa de rolha. Os vídeos mostram o cantor num acesso digno de programa policial das seis da tarde, distribuindo uma cadeirada versão gourmet.
Depois ele admitiu o descontrole, alegando que estava bêbado e que lançou a cadeira no chão, não em alguém. Quase uma tese de doutorado sobre trajetórias éticas do mobiliário arremessado.
Mas o ponto mais curioso nem é a briga.
É a blindagem estética que o vinho oferece ao alcoolismo de certas elites.
Quando um homem admite publicamente que perdeu o controle, destruiu coisas e transformou um restaurante em arena porque contrariaram seus privilégios de cliente antigo, talvez o debate deixe de ser sobre vinho e passe a ser sobre compulsão. Só que ninguém gosta dessa palavra quando ela vem acompanhada de taças de cristal e rótulos franceses.
No Brasil existe uma indulgência quase romântica com o bêbado sofisticado. O cara que faz escândalo depois da terceira garrafa é visto como excêntrico, não como alguém precisando de ajuda. A embriaguez ganha perfume de cultura. O ego vira “personalidade forte”. E o barraco recebe tratamento de anedota elegante pra roda de amigos.
Talvez por isso o episódio tenha causado tanto fascínio. Porque ele desmonta a encenação inteira. No fim das contas, por trás de muito enochato existe apenas um alcoólatra com vocabulário sofisticado, adega cara e dificuldade monumental de ouvir “não”.
🔴ÚLTIMA HORA: Mulher viraliza nas redes sociais após mostrar três sinais que os filhos vão abandonar os pais na velhice, deixando internautas impressionados.
"Espero que meu filho não me abandone", diz internauta.
Quando te perguntarem o que é ser patriota, mostre esse vídeo.
Hall da Fama sem pisar na NBA.
Oscar foi reconhecido em 2013 por seus feitos no basquete FIBA.
📸- @geglobo
Chuck was an icon.
I am grateful that I was able to work with him in multiple ways over the years, from promoting fitness to sharing the screen together. He was a badass, in real life and in Hollywood.
His legend will be with us forever. My thoughts are with his family.
Sim e daí?
Os caras noticiam posicionamento político como se fosse denúncia de algum crime hediondo que ele cometeu em vida . No dia da morte o G1 quer resumir a vida do cara com essa tal “denuncia” . Jornalismo virou essa bosta aí faz tempo.
@RafaelFontana E a o povo que deveria entre outras coisas votar em parlamentares comprometidos em reduzir essa gastança, fica discutindo Lula e Bolsonaro. Ao invés de votar em propostas que mudem efetivamente a realidade do Brasil, ficam na discussão de bolsa família, cura gay, entre outras...
Michael J. Fox e Harrison Ford são dois atores de trajetórias notáveis. Fox, diagnosticado com Parkinson há mais de três décadas, permanece ativo na profissão, prova de que a doença limitou seu corpo, mas não seu talento.
🚨 Você tem noção do que aconteceu nas últimas 24 horas?
> Ontem, um sábado qualquer de março, o CEO de uma empresa de $200 bilhões disse em vídeo que 35% dos recém-formados não conseguirão emprego. Ele nem piscou ao falar isso.
> A Meta faturou $165 bilhões no ano passado e ainda assim está demitindo 15.000 pessoas porque, pelo visto, lucro recorde ainda não é lucrativo o suficiente.
> Um cara aleatório na Flórida vendeu a casa inteira em 5 dias usando apenas o ChatGPT. Sem corretor, sem comissão, sem experiência. Só "vibes" e uma assinatura de $20.
> Um homem na Austrália curou o câncer terminal do seu cachorro com IA depois que todos os veterinários disseram que não havia mais nada a fazer. Criou uma vacina personalizada do sofá de casa.
> O fundador do Uber, que quebrou 300.000 taxistas e depois saiu, está de volta. Agora construindo robôs, porque aparentemente arruinar uma indústria só não foi o bastante.
> O Tinder quer acesso ao seu rolo de câmera. Suas fotos bêbado, seus desabafos nas notas às 3 da manhã, suas selfies deletadas. Estão chamando isso de "vibe check".
> Naval, o homem que fez centenas de milhões investindo em software, acabou de dizer: "Software morreu". Quatro palavras que fizeram a indústria inteira tremer.
> E a Anthropic removeu o limite de tempo para sua IA pensar e dobrou o uso de todo mundo de graça. Porque quando o produto é viciante o suficiente, a primeira dose é por conta da casa.
Tudo isso aconteceu ontem. Não foi nesta semana, nem neste trimestre. Foi ontem, um sábado comum.
Isso aqui está mais frenético que um usuário de metanfetamina.
https://t.co/Pc4Ay4qCrO
Esse é o ministro Sérgio Pinto Martins — presidente da 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho.
Adiou o julgamento de um processo porque o advogado, que participava por videoconferência, estava de beca sem gravata.
Pelo jeito, o ministro quer holofote. Então vamos ajudá-lo.
Meu cérebro está condicionado pelas redes sociais a ver vídeos de apenas 1 minuto, assim como a maioria de vocês. Mas esse aqui tem 11 minutos e já revi 2 vezes. Olha só a história maravilhosa desse professor, imperdível.