we don’t need to halve the population. thats eco facism. we need to get rid of militaries (responsible for 70% of emissions), data centers, companies that produce single use plastic, and switch out of fossil fuels to clean energy. but they’d rather let people die than do that
detesto a todxs los conchesumadres que votaron por este gobierno culiao que no lleva ni un año y ya nos tienen en la misma mierda, han dado la cacha en TODOS los aspectos, son una vergüenza
BREAKING: Israel has dropped a new type of bomb in Gaza.
Palestinians claim it’s a “mini nuke,” but analysis suggests it is likely a thermobaric (vacuum) weapon.
Thermobaric bombs detonate by dispersing a fuel–air mixture, producing a high-pressure shockwave and intense heat. This can collapse structures and cause blast effects similar to a nuclear detonation in terms of overpressure, but it is not a nuclear weapon.
I'm finishing out the first episode of Michael Jackson: The Verdict, and one hour was about all it took to remind me it takes much more mental gymnastics to believe he's innocent than guilty.
Decir que el recorte en salud será para los hospitales y no para los pacientes, es como decir que el aumento de la bencina es para los autos y no para los conductores. Gobierno indolente!
Nunca vou entender quem não acha absurdo que um aleatório na Suécia possa se converter ao judaísmo e adquirir direito automático de “retorno”, ao mesmo tempo em que um palestino, ou o filho ou neto de alguém que vivia no atual território de Israel, não tenha esse mesmo direito reconhecido.
O que está em jogo aqui não é uma incoerência pontual, mas a própria arquitetura jurídica e política de um regime de colonização de povoamento. A chamada Lei do Retorno israelense não é uma norma migratória neutra. Ela não se fundamenta em vínculo territorial, residência prévia, laços familiares concretos ou pertencimento cívico, mas exclusivamemte em uma definição etnorreligiosa de pertencimento construída politicamente no século XX.
Por esse critério, um indivíduo sem qualquer relação histórica, familiar ou territorial com a Palestina pode, a partir de uma conversão religiosa realizada em outro continente, adquirir cidadania automática e acesso à terra. Trata-se de uma exceção jurídica profunda no mundo contemporâneo. Em contrapartida, o palestino expulso em 1948 ou 1967, bem como seus filhos e netos, tem sua continuidade histórica deliberadamente apagada.
O direito internacional reconhece de forma consolidada o direito de retorno de refugiados, princípio reiteradamente reafirmado pelas Nações Unidas no caso palestino. A recusa de Israel em aplicá-lo não decorre de ausência de base jurídica, mas do fato de que seu exercício desmontaria a engenharia demográfica que sustenta o Estado.
Não se trata, portanto, de um paradoxo acidental, mas de uma escolha estrutural. O “retorno” judaico é expansivo, ilimitado e prospectivo; o retorno palestino é proibido, retroativo e tratado como ameaça existencial. O primeiro funciona como instrumento ativo de substituição populacional; o segundo, como um direito que precisa ser negado justamente porque se ancora em presença real e anterior.
Isso revela um ponto central: o chamado “direito de retorno” israelense não opera como um direito em sentido jurídico universal, mas como mecanismo de soberania etnocrática. Ele só se sustenta se um grupo puder “retornar” mesmo sem jamais ter vivido ali, enquanto outro é impedido de retornar precisamente porque viveu.
Quem não percebe o absurdo dessa lógica, em geral, já naturalizou duas premissas graves: a ideia de que identidade religiosa pode substituir vínculo histórico e territorial, e a noção de que o direito internacional pode ser aplicado de forma seletiva, conforme o sujeito. No fundo, a questão não é apenas jurídica, mas moral e política: como algo pode ser chamado de “retorno” quando depende do apagamento de quem nunca saiu?
"Paren ese maldito bloqueo a Cuba y dejen que los cubanos vivan sus vidas", dice Lula en la cumbre progresista de Barcelona, al lado de Sánchez. "Cuba tiene problemas, pero son los problemas de los cubanos. No de Lula, de Claudia o de Trump", afirma sobre la soberanía de la isla
🇨🇺🇺🇦 Estas son solo algunas de las órdenes y condecoraciones que recibió Fidel Castro. Al medio (en azul) la que le entregó Ucrania por el tratamiento gratuito dado en Cuba a cientos de niños víctimas de Chernóbil
Este año Ucrania votó a favor del bloqueo sobre los niños cubanos
🇵🇱🇮🇱Los judíos utilizan la bomba de fósforo prohibida, que consume el oxígeno del aire y provoca su muerte por asfixia. Más aún,El humo de esta bomba se introduce en los pulmones y los quema desde adentro. Se asfixian y se queman desde adentro al mismo tiempo.
Decenas de miles de mujeres y niños. Pero si a algún niño le toca la lotería y no se asfixia, el fósforo blanco se pegará a la mejilla, a la manita y se quemará a través de los tejidos hasta el hueso. No se puede apagar, así que se corta la mejilla, se amputa la manita.
Israel está cometiendo un genocidio ante nuestros ojos con una crueldad particular.
Israel es el nuevo Tercer Reich y su bandera debería lucir exactamente como la bandera de Alemania en los años 1933-1945.(intervencion de parlamentario POLACO)
Que una gringa multimillonaria que vive a miles de km tenga más conciencia sobre lo que significó la dictadura de Pinochet que los weones que votaron por Kast
L'annessione della Cisgiordania, con i soldati complici dei coloni. Gaza annientata. L'avanzata in Libano. Il confine violato in Siria. La guerra all'Iran. Pulizia etnica e massacri. Così la destra sionista dà forma al Grande Israele
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